A Copa do Mundo de 2026 já começou — e o Brasil abre sua campanha pelo hexacampeonato contra ninguém menos que o Marrocos, no dia 13 de junho, às 19h, no lendário MetLife Stadium em Nova Jersey. Mas e se, além de torcer pelo Brasil, você pudesse conhecer de verdade o país do adversário? Viajar para o Marrocos em 2026 é uma das experiências mais únicas que um brasileiro pode ter — e o clima da Copa é o gancho perfeito para isso.
O Marrocos não é apenas mais um adversário no Grupo C. É um país que surpreende, encanta e desafia. Foram às semifinais da Copa do Qatar em 2022, eliminando gigantes como Espanha e Portugal, e chegam ao confronto com o Brasil como a seleção mais respeitada da África. Carlo Ancelotti, técnico da Seleção, foi direto: o Marrocos é o principal adversário do grupo. E nós, do Vamos Viajar Hoje, resolvemos ir além: te contar tudo sobre o país que vai testar o Brasil na estreia do Mundial.
Neste guia completo, você vai entender como é viajar para o Marrocos — as cidades, os custos, as dicas que só quem foi sabe, os erros mais comuns de turistas brasileiros e claro, tudo o que você precisa para planejar essa viagem com segurança e economia em 2026.


Brasil estreia contra o Marrocos no dia 13 de junho de 2026 no MetLife Stadium — e o país do adversário é um dos destinos mais fascinantes do mundo para os brasileiros descobrirem.
O que você vai aprender neste guia
- Por que o Marrocos é o adversário mais perigoso do Brasil na Copa 2026
- As melhores cidades marroquinas para incluir no roteiro
- Quanto custa viajar para o Marrocos em 2026 (com tabela de custos reais)
- Documentos, visto e o que você precisa antes de embarcar
- Os erros mais comuns de turistas brasileiros no Marrocos
- Dicas de segurança, câmbio e como se comunicar por lá
- Como contratar o seguro viagem certo para o norte da África
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Brasil x Marrocos na Copa 2026: o adversário que você precisa conhecer além do campo
No sorteio da FIFA realizado em Washington em dezembro de 2025, Tom Brady anunciou o Grupo C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia. A estreia da Seleção Brasileira está marcada para o dia 13 de junho de 2026, um sábado, às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey — o mesmo estádio que vai sediar a grande final do Mundial no dia 19 de julho.
Não é um adversário para subestimar. O Marrocos de 2022 escreveu uma das histórias mais bonitas da história das Copas ao chegar nas semifinais, sendo o primeiro país africano e árabe a alcançar esse feito. Em 2023, já com o Brasil sofrendo depois da eliminação no Qatar, os marroquinos venceram a Seleção por 2 a 1. O último encontro entre os dois em Copa foi em 1998, na França — vitória verde e amarela por 3 a 0 com gols de Ronaldo, Rivaldo e Bebeto. Mas aquele Marrocos era outro.
O técnico Ancelotti reconheceu publicamente: o Marrocos é o principal adversário do Brasil no Grupo C. E o técnico marroquino retrucou com elegância: “O Brasil é sempre favorito ao título.” É esse o jogo que abre a Copa para a gente — e é esse o país que vale a pena descobrir.


As medinas históricas do Marrocos são Patrimônio Mundial da UNESCO — e estão entre os cenários mais fotogênicos do planeta para o viajante brasileiro explorar.
📌 Aproveite para ler também: Seguro Viagem para o Marrocos é Obrigatório? Preços e Dicas 2026
Por que viajar para o Marrocos em 2026?
O Marrocos é um destino que quebra expectativas. Os brasileiros geralmente chegam esperando um lugar árido, difícil e culturalmente impenetrável — e saem absolutamente encantados. O país no norte da África combina praias no Atlântico e no Mediterrâneo, deserto do Saara, montanhas do Atlas cobertas de neve no inverno, cidades imperiais com mil anos de história e uma gastronomia que está entre as mais ricas do mundo.
Em 2026, o Marrocos está em plena transformação. O país foi escolhido como co-sede da Copa do Mundo de 2030 ao lado de Espanha e Portugal — o que significa que investimentos em infraestrutura, aeroportos, hotéis e turismo estão acontecendo agora. Quem vai em 2026 já encontra um Marrocos melhor preparado, mais acessível e ainda com aquele charme autêntico que grandes destinos europeus perderam há muito tempo.
Para o torcedor brasileiro, a coincidência é quase poética: você vai torcer contra o Marrocos no dia 13 de junho — mas se planejar uma viagem para lá, vai entender por que os marroquinos têm tanto orgulho do seu país e da sua seleção.
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Roteiro pelo Marrocos: as cidades que você não pode deixar de conhecer
O Marrocos tem quatro cidades imperiais históricas — Marraquexe, Fez, Meknes e Rabat — cada uma com personalidade própria. Além delas, Casablanca é o centro econômico moderno, Chefchaouen é a cidade azul fotografada por viajantes do mundo todo, e o deserto de Merzouga, no Saara, é a experiência de vida que muda perspectivas. Um roteiro bem planejado consegue combinar pelo menos cinco desses pontos em 10 a 14 dias.
| Cidade | Destaque principal | Dias recomendados |
|---|---|---|
| Marraquexe | Praça Djemaa el-Fna, medina, souks | 3 a 4 dias |
| Fez | Medina medieval, curtumes de couro, Universidade Al-Qarawiyyin | 2 a 3 dias |
| Chefchaouen | A cidade azul das montanhas do Rif | 1 a 2 dias |
| Merzouga / Saara | Noite no deserto, dunas de Erg Chebbi | 2 dias |
| Casablanca | Mesquita Hassan II, modernidade árabe | 1 dia |
| Essaouira | Cidade costeira com forte influência portuguesa | 1 a 2 dias |
Um detalhe que poucos posts brasileiros mencionam: Essaouira tem uma história direta com Portugal. A cidade foi construída por um arquiteto português no século XVIII, a pedido do sultão marroquino, e ainda hoje mantém traços da influência lusitana na arquitetura das muralhas e dos bastions. Para o brasileiro, que carrega tanta herança portuguesa, caminhar pelas ruelas de Essaouira tem um sabor especial e inesperado.
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Quanto custa viajar para o Marrocos em 2026?
O Marrocos é um dos destinos mais acessíveis do mundo para brasileiros — e isso é dito com base em números reais, não em propaganda. A moeda local é o dirham marroquino (MAD), e em 2026, 1 real equivale a aproximadamente 0,55 dirhams. Ou seja: R$ 100 compram por volta de 55 MAD. Isso pode parecer pouco, mas o custo de vida por lá é muito baixo para quem vai com real no bolso.
| Categoria | Custo médio (2026) | Em reais (aprox.) |
|---|---|---|
| Hostel (dorm) por noite | 80 a 150 MAD | R$ 80 a R$ 150 |
| Hotel riad básico (quarto duplo) | 200 a 400 MAD | R$ 200 a R$ 380 |
| Refeição simples (restaurante local) | 40 a 80 MAD | R$ 40 a R$ 80 |
| Transporte interno (ônibus intercidades) | 60 a 120 MAD | R$ 60 a R$ 120 |
| Tour noite no deserto (Merzouga) | 400 a 700 MAD | R$ 380 a R$ 650 |
| Entrada monumentos / museus | 20 a 70 MAD | R$ 20 a R$ 70 |
Um viajante econômico consegue se virar confortavelmente com R$ 250 a R$ 350 por dia no Marrocos, incluindo hospedagem, alimentação e transporte. Quem prefere um padrão um pouco mais alto — riad com estilo, restaurantes turísticos, passeios guiados — pode planejar entre R$ 500 e R$ 700 por dia. Para uma viagem de 10 dias, um orçamento de R$ 4.000 a R$ 6.000 (sem considerar passagem aérea) é realista e tranquilo.
📌 Aproveite para ler também: Cartão Wise é Aceito no Marrocos? Veja Como Usar Dirham em 2026
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Documentos e visto para o Marrocos: o que o brasileiro precisa saber
A boa notícia é que o brasileiro não precisa de visto para entrar no Marrocos. A entrada é permitida com passaporte válido para estadas de até 90 dias — o que é mais que suficiente para qualquer viagem de turismo. Mas atenção: o passaporte precisa ter validade mínima de 6 meses a partir da data de entrada. Esse é o erro mais clássico: chegar no aeroporto com o passaporte vencendo em 3 ou 4 meses e ser barrado na imigração.
Outro ponto que muita gente ignora: o Marrocos é um país de legislação islâmica moderada, mas que ainda carrega algumas regras diferentes das brasileiras. Não é necessário cobrir o corpo para entrar em espaços públicos como turista, mas o respeito ao vestuário local nas medinas e mesquitas é muito bem-visto — e facilita demais a receptividade dos locais. Nenhuma fonte oficial vai te contar isso tão diretamente.


Uma noite no Deserto do Saara, nas dunas de Erg Chebbi em Merzouga, é uma das experiências mais transformadoras que um viajante brasileiro pode viver no Marrocos.
Seguro viagem para o Marrocos: obrigatório?
O seguro viagem não é exigido pela imigração marroquina, mas é absolutamente indispensável na prática. O sistema de saúde público do Marrocos funciona bem nos grandes centros como Casablanca e Rabat, mas em cidades menores, no interior e no deserto, a estrutura médica é limitada. Uma emergência fora de Marraquexe ou Fez pode significar deslocamento de horas até um hospital com capacidade real de atendimento — e isso tem custo alto.
Além disso, o Marrocos apresenta riscos específicos que muitos brasileiros ignoram: doenças transmitidas por água e alimentos (principalmente para quem come nos mercados populares sem cuidado), insolação no deserto, e acidentes em trilhas nas montanhas do Atlas. Um seguro com cobertura de evacuação e repatriação é o mínimo recomendado.
📌 Aproveite para ler também: Seguro Viagem para o Marrocos é Obrigatório? Preços 2026 — guia completo
Os erros mais comuns de brasileiros no Marrocos
Quem vai ao Marrocos sem pesquisa comete sempre os mesmos erros. O mais clássico é aceitar o primeiro guia que se oferece nas medinas. Nas cidades históricas como Fez e Marraquexe, há uma categoria de pessoas chamada de “falsos guias” — jovens muito simpáticos que se oferecem para ajudar, levam você a um caminho diferente do pedido, e terminam numa loja de tapetes ou artesanato onde recebem comissão pelas suas compras. Não é perigoso, mas é chato e caro.
O segundo erro é beber água da torneira. O Marrocos tem uma questão real com qualidade da água em muitas regiões — beba sempre água mineral engarrafada ou filtrada. Isso evita a maioria dos problemas gastrointestinais que afetam turistas, especialmente os que comem sem moderação nos mercados populares (o que é gostoso demais para resistir, mas exige cuidado).
O terceiro erro é não barganhar. O preço inicial em qualquer souk marroquino é o preço turístico — ou seja, o dobro ou triplo do valor real. Barganhar não é indelicado; é parte da cultura local e os vendedores até gostam mais de quem negocia do que de quem paga o primeiro valor pedido. Comece com 40% do valor anunciado e negocie com calma e bom humor.


Chefchaouen, a cidade azul nas montanhas do Rif, é um dos cenários mais icônicos do Marrocos — e uma das paradas obrigatórias para o turista brasileiro que quer sair dos roteiros convencionais.
Câmbio, pagamentos e como economizar no Marrocos
O dirham marroquino (MAD) é uma moeda controlada pelo governo — o que significa que você não consegue comprá-lo fora do Marrocos com facilidade. Na prática, você troca dinheiro ao chegar lá: nos bancos, nas casas de câmbio autorizadas (muito comuns nas medinas) ou nos caixas eletrônicos. A taxa de câmbio oficial é padronizada, então não existe muita diferença entre pontos de câmbio regulares — mas os não autorizados nas ruas cobram comissões escondidas.
O grande truque para economizar no câmbio é usar o cartão Wise. Com ele, você converte seus reais direto para dirhams à taxa comercial, sem a taxa de IOF de 4,38% que incide nos cartões de crédito convencionais. No Marrocos, muitos estabelecimentos turísticos aceitam cartão (principalmente em Marraquexe e Casablanca), mas nas medinas e no interior, o dinheiro físico ainda é rei. O ideal é uma combinação: Wise para sacar nos caixas e pagar onde aceitam cartão, e um estoque de dirhams para os mercados e transporte.
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Converter reais para dirhams com o cartão convencional significa pagar 4,38% de IOF mais a taxa de câmbio do banco — o que pode representar 8% a 10% de perda no total. Com a Wise, você paga a taxa comercial real e economiza uma boa parte do seu orçamento de viagem. Em uma viagem de 10 dias ao Marrocos, essa diferença pode chegar facilmente a R$ 400 ou R$ 500.
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Internet e comunicação no Marrocos em 2026
O sinal de celular no Marrocos é decente nas grandes cidades e ao longo das principais rotas turísticas, mas degrada bastante no interior e no Saara. As operadoras locais Maroc Telecom, Orange Maroc e Inwi vendem chips físicos nas lojas e em quiosques de aeroportos — e os preços são acessíveis. Mas a opção mais prática para o turista brasileiro é o eSIM: você compra antes de sair do Brasil, ativa no avião e já desembarca conectado em Casablanca ou Marraquexe sem precisar procurar loja nem enfrentar fila de câmbio.
Ter internet no Marrocos faz diferença real no dia a dia da viagem. As medinas de Fez e Marraquexe são genuinamente labirínticas — e o GPS salva vidas (ou pelo menos economiza horas de volta). Tradutores automáticos são essenciais porque a língua local é o árabe darija (dialeto marroquino) e o francês — e pouquíssimos moradores nas medinas falam inglês ou espanhol fluente. Português então, raridade absoluta.
📱 Conectado no Marrocos desde o momento do pouso
Sem internet nas medinas labirínticas do Marrocos, você se perde — literalmente. Com o eSIM, você pousa em Casablanca ou Marraquexe já com Google Maps, tradutor e WhatsApp funcionando. Não dependa do Wi-Fi de hotel ou dos hotspots públicos para navegar por um dos países mais fascinantes do mundo.
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Gastronomia marroquina: o que comer e onde comer com segurança
A culinária marroquina é uma das mais ricas do mundo — e um dos maiores motivos para visitar o país. O tagine (ensopado feito em panela de barro com cone) é o prato símbolo, mas vai muito além: existe tagine de frango com limão e azeitonas, de cordeiro com ameixas e amêndoas, de peixe com vegetais. A harira é a sopa tradicional de Ramadã (servida o ano todo), o couscous de sexta-feira é um ritual familiar, e a pastilla — torta folhada de pombo ou frango com amêndoas e açúcar de confeiteiro — é uma das experiências gastronômicas mais únicas do planeta.
Nas medinas, os melhores locais para comer são os restaurantes frequentados por marroquinos — não os que têm menu em inglês, francês e espanhol na porta. Esses são geralmente mais caros e com qualidade menor. Procure entrar onde você vê famílias locais sentadas, peça o prato do dia e se prepare para pagar barato e comer muito bem.


A culinária marroquina é uma das mais elaboradas do mundo — o tagine, o couscous e a pastilla são experiências gastronômicas que justificam a viagem por si só.
Como chegar ao Marrocos saindo do Brasil
Não existe voo direto do Brasil para o Marrocos em 2026. A rota mais comum é com escala em Lisboa (TAP, que voa para Casablanca e Marraquexe), em Paris (Air France, com conexão para Casablanca), em Madrid (Iberia, com conexão para Marraquexe) ou em Doha (Qatar Airways). A escala em Lisboa é a mais popular entre brasileiros porque combina com quem quer aproveitar e passar alguns dias em Portugal na ida ou na volta.
Os aeroportos de entrada mais usados por turistas são Casablanca (Mohammed V, o maior do país) e Marraquexe (Menara). Marraquexe é preferível para quem vai direto ao roteiro turístico clássico — já Casablanca é melhor para quem quer começar pelo norte do país (Fez, Chefchaouen) e terminar em Marraquexe.
O preço das passagens em 2026 varia bastante conforme a temporada. A alta temporada no Marrocos é outubro a novembro (outono, clima perfeito) e março a maio (primavera). O verão (junho a agosto) é muito quente no interior e no deserto — temperaturas que passam dos 40°C são comuns. O inverno (dezembro a fevereiro) é ameno nas cidades costeiras e frio nas montanhas do Atlas.
📌 Aproveite para ler também: Como Morar no Marrocos em 2026? Custo de Vida e Vistos — guia completo
Segurança no Marrocos: o que o viajante brasileiro precisa saber de verdade
O Marrocos é, em geral, um destino seguro para turistas. Os crimes violentos contra estrangeiros são raros — o país tem grande interesse econômico no turismo e faz esforço real de proteção aos visitantes. Mas existem alguns pontos de atenção que valem o aviso.
O primeiro é o assédio nos mercados e medinas — especialmente em Marraquexe. Não é violento, mas é intenso: vendedores, condutores de charrete, guias informais e crianças vão se aproximar com frequência. A dica é andar com passo firme, responder com um “la shukran” (não, obrigado, em árabe) e não parar para conversa longa com desconhecidos nas ruas das medinas.
O segundo ponto é o trânsito. As medinas não permitem carros, mas as ruas externas das cidades marroquinas têm trânsito caótico para quem não está acostumado. Se for alugar carro, saiba que as regras de trânsito são respeitadas de forma bastante criativa. O trem (ONCF) é excelente para viagens entre cidades e muito mais tranquilo do que as estradas.
O terceiro é a questão do Ramadã. Se a sua viagem coincidir com o período do jejum islâmico (que varia a cada ano pelo calendário lunar), alguns restaurantes ficam fechados durante o dia, o ritmo das cidades muda e o ambiente nas medinas fica mais intenso à noite. Não é um problema — mas é uma diferença que precisa de adaptação.
📌 Aproveite para ler também: Como Ter Internet no Marrocos em 2026? Chip Físico vs eSIM
A conexão Brasil-Marrocos que vai além do futebol
Tem um detalhe histórico pouco conhecido que conecta Brasil e Marrocos de forma surpreendente. Durante o período colonial, uma parte significativa dos escravizados trazidos para o Brasil vinha do norte da África e tinha origem berbere ou árabe islâmica — e essa influência está presente até hoje na culinária baiana (o acarajé tem raízes que passam pelo norte africano), na música (o “ijexá” do candomblé tem conexões com ritmos do Maghreb) e em algumas palavras do português brasileiro. Quando você visita o Marrocos, está de alguma forma reencontrando uma parte de onde o Brasil veio.
E há ainda a conexão futebolística: o jogo de 13 de junho no MetLife Stadium vai ser um dos mais aguardados da primeira fase. O Brasil busca o hexa; o Marrocos quer provar que a semifinal do Qatar não foi sorte. Dois estilos completamente diferentes de futebol, duas culturas riquíssimas, um jogo que pode definir o rumo da Copa para os dois lados. Se você ainda estava em dúvida sobre incluir o Marrocos nos seus planos de viagem — esse jogo é o empurrão que faltava.
Conclusão: torça contra o Marrocos no dia 13, mas conheça o país depois
O Marrocos é um adversário difícil, respeitável e com uma das seleções mais organizadas do futebol mundial atualmente. E é, ao mesmo tempo, um dos destinos mais fascinantes, acessíveis e transformadores que um brasileiro pode visitar. Essas duas verdades não se contradizem — pelo contrário, se reforçam.
Você pode torcer com toda força pelo hexacampeonato no dia 13 de junho e ainda assim planejar uma viagem incrível ao país do adversário. O futebol une e separa por 90 minutos — as viagens ficam para a vida inteira. E o Marrocos, com suas medinas labirínticas, seu deserto dourado, sua culinária incomparável e seu povo hospitaleiro, é um destino que deixa marcas que nenhum placar apaga.
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Planejar o roteiro é a parte divertida, mas garantir que nada estrague seu sonho é a parte estratégica. Para a sua viagem em 2026 para o Marrocos, separei os 3 pilares essenciais que eu utilizo e recomendo para economizar e viajar com total segurança:
🛡️ 1. Seguro Viagem: Sua paz de espírito
Imprevistos médicos no exterior podem custar o preço de um carro zero. Seja para um simples mal-estar ou uma emergência séria, o seguro é indispensável em todos os destinos. Dica: Use nosso comparador para encontrar o melhor custo-benefício.
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💳 2. Cartão Global: Pare de perder dinheiro no câmbio
Pagar 4,38% ou mais de IOF no cartão de crédito convencional é erro de amador. Use um cartão internacional digital (como Wise ou Nomad) para pagar a cotação comercial e apenas 1,1% de IOF. É aceito em quase todo o mundo e você economiza muito na conversão.
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📶 3. Chip Internacional: Conectado desde o pouso
Chegar em um país novo sem GPS, tradutor ou WhatsApp é um pesadelo. Com o chip internacional (ou eSIM), você já sai do avião com internet 4G/5G ilimitada. Não dependa de Wi-Fi público de aeroporto!
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Perguntas Frequentes sobre Viajar para o Marrocos em 2026
Brasileiro precisa de visto para entrar no Marrocos?
Não. O brasileiro pode entrar no Marrocos com passaporte válido, sem necessidade de visto prévio, para estadas de até 90 dias. A única exigência é que o passaporte tenha validade mínima de 6 meses a partir da data de entrada.
Qual é a melhor época para viajar para o Marrocos?
A primavera (março a maio) e o outono (setembro a novembro) são os melhores períodos. O clima é ameno, as cidades estão em plena atividade e os preços de hotelaria são mais equilibrados. O verão é extremamente quente no interior — o deserto pode passar dos 45°C — e o inverno é frio nas montanhas do Atlas.
É seguro viajar sozinho para o Marrocos, especialmente para mulheres?
Em geral, sim. O Marrocos é relativamente seguro para turistas, incluindo mulheres viajando sozinhas. O assédio verbal nas medinas pode ser frequente, mas raramente passa disso. Vestir-se de forma mais coberta nas medinas e cidades do interior reduz bastante esse tipo de abordagem. Sempre informe alguém de confiança sobre seu itinerário.
Qual a moeda do Marrocos e onde trocar dinheiro?
A moeda é o dirham marroquino (MAD). Não é possível comprar dirhams com facilidade fora do Marrocos. O ideal é trocar nos bancos ou casas de câmbio autorizadas ao chegar, ou sacar diretamente nos caixas eletrônicos usando o cartão Wise para evitar taxas altas.
Como é o Marrocos na Copa do Mundo 2026?
O Marrocos disputa o Grupo C da Copa do Mundo 2026 ao lado de Brasil, Haiti e Escócia. A seleção marroquina é considerada por Carlo Ancelotti o principal adversário do Brasil na fase de grupos. O confronto Brasil x Marrocos acontece no dia 13 de junho de 2026, às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium em Nova Jersey.
Quanto custa uma viagem de 10 dias para o Marrocos saindo do Brasil?
Um roteiro de 10 dias no Marrocos, incluindo hospedagem em riads básicos a intermediários, alimentação local, transporte interno e principais passeios, custa entre R$ 4.000 e R$ 7.000 por pessoa (sem passagem aérea). A passagem ida e volta do Brasil ao Marrocos, com escala em Lisboa ou Paris, varia entre R$ 3.500 e R$ 6.500 dependendo da época e da antecedência da compra.
O seguro viagem é obrigatório para o Marrocos?
Não é exigido na imigração, mas é altamente recomendado. O atendimento médico fora dos grandes centros marroquinos é limitado e caro para estrangeiros sem seguro. Um plano com cobertura de emergência médica, evacuação e repatriação é o mínimo recomendado para qualquer viajante.
Posso contratar o seguro depois de já ter embarcado?
Não. O seguro viagem precisa ser contratado antes do embarque — e o mais cedo possível, para cobrir também eventuais cancelamentos ou imprevistos antes da viagem. Após o embarque, as seguradoras não aceitam novas contratações para aquela viagem.
Posso cancelar o seguro viagem se desistir da viagem?
Sim, na maioria das seguradoras é possível cancelar o seguro e receber reembolso total ou parcial, desde que o pedido seja feito dentro do prazo estipulado em contrato (geralmente até 7 dias úteis antes da data de início da vigência). Verifique as condições específicas da seguradora no momento da contratação.
Posso estender o seguro viagem se precisar ficar mais tempo no Marrocos?
Sim. A maioria das seguradoras permite a extensão do seguro durante a vigência, desde que não tenha ocorrido nenhum sinistro. O pedido deve ser feito antes do vencimento do plano atual. Entre em contato com a central da sua seguradora pelo aplicativo ou pelo telefone de emergência antes que o prazo acabe.
O Marrocos vai sediar algum jogo da Copa do Mundo de 2030?
Sim! O Marrocos é um dos co-anfitriões da Copa do Mundo de 2030, ao lado de Espanha e Portugal. O país está em pleno processo de modernização da infraestrutura esportiva e turística — o que torna 2026 um momento ideal para visitar e acompanhar essa transformação de perto.
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