Neste vídeo, mostro exatamente quanto custa viajar para a Itália em 2026, com base nos 10 dias que passei percorrendo Roma, Florença e Veneza. Abro a planilha real da viagem e detalho cada gasto: passagem aérea, hospedagem, alimentação, transporte entre cidades, ingressos das principais atrações e até aquelas despesas pequenas que ninguém calcula antes de embarcar. Se você quer se planejar sem sustos financeiros, esse é o retrato mais realista que você vai encontrar sobre o assunto.
Quanto custa viajar para a Itália em 2026? Essa é, sem dúvida, a pergunta que mais recebo de quem está organizando a primeira viagem para o país. E a resposta nunca é simples, porque depende do estilo de viagem, da época do ano e das cidades escolhidas — mas dá para ter um número real como referência.
Depois de passar 10 dias rodando Roma, Florença e Veneza, resolvi abrir todos os números da viagem neste guia. Nada de estimativa genérica de blog: são os valores que efetivamente saíram do meu bolso, convertidos e organizados por categoria, para você montar seu próprio orçamento com confiança.
Ao longo deste artigo, você vai encontrar tabelas com cada gasto, dicas de como economizar em cada etapa da viagem e os erros mais comuns que fazem turistas brasileiros gastarem muito mais do que precisavam na Itália.
Quanto Custa Viajar para a Itália em 2026: Visão Geral dos Gastos de 10 Dias


Roma, Florença e Veneza formaram o roteiro clássico de 10 dias usado neste levantamento de custos.
Antes de entrar em cada categoria em detalhe, vale mostrar o panorama geral. Considerando o câmbio médio de julho de 2026 (aproximadamente R$ 6,30 por euro), o gasto total por pessoa em 10 dias na Itália ficou assim:
| Categoria | Valor em Euros | Valor em Reais (aprox.) |
|---|---|---|
| Passagem aérea (Brasil–Itália, ida e volta) | €920 | R$ 5.800 |
| Hospedagem (9 noites) | €810 | R$ 5.100 |
| Alimentação (10 dias) | €450 | R$ 2.835 |
| Transporte interno (trens, metrô, ônibus) | €180 | R$ 1.134 |
| Passeios e ingressos | €250 | R$ 1.575 |
| Compras e souvenirs | €100 | R$ 630 |
| Seguro viagem | €24 | R$ 150 |
| eSIM | €19 | R$ 120 |
| Total por pessoa | €2.753 | R$ 17.344 |
Esse número considera um estilo de viagem intermediário: nem mochilão raiz, nem luxo. É o gasto real de quem quer conhecer bem o país, comer comida boa e não abrir mão de conforto, mas também não joga dinheiro fora com descuido.
Uma observação importante para quem viaja para a Itália em 2026: a partir do último trimestre do ano entra em vigor o ETIAS, autorização eletrônica obrigatória para turistas brasileiros que entram no Espaço Schengen. O custo é de €20, com validade de 3 anos, e vale a pena já incluir esse valor no seu orçamento se a viagem for planejada para o final do ano.
🎯 O que você vai aprender neste guia:
- 💶 Quanto custa a passagem aérea Brasil–Itália e como economizar
- 🏨 Preços reais de hospedagem em Roma, Florença e Veneza
- 🍝 Quanto gastar por dia em alimentação sem sacrificar a experiência
- 🚄 Como funciona (e quanto custa) o transporte entre as cidades
- 🎟️ Preço dos principais ingressos e passeios
- 🛍️ Quanto reservar para compras e souvenirs
- 🛡️ Seguro viagem e eSIM: os pequenos gastos que fazem diferença
- ⚠️ Os erros mais comuns de turistas brasileiros na Itália
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Passagem Aérea Brasil–Itália: Quanto Paguei e Como Economizar em 2026
A passagem aérea costuma ser o item mais caro do orçamento, e em 2026 não foi diferente. Paguei €920 (cerca de R$ 5.800) por um voo com uma conexão, comprado com aproximadamente quatro meses de antecedência.
| Tipo de compra | Faixa de preço em 2026 |
|---|---|
| Comprada com 4-6 meses de antecedência | R$ 4.800 a R$ 6.200 |
| Comprada em cima da hora (menos de 1 mês) | R$ 7.500 a R$ 10.000 |
| Voo direto (quando disponível) | +R$ 1.200 a R$ 2.000 em média |
A dica que realmente fez diferença foi pesquisar em aba anônima e comparar pelo menos três plataformas diferentes, além de testar datas alternativas (terça e quarta costumam sair mais em conta que sexta ou domingo). Milhas de programas de fidelidade também ajudaram a reduzir parte do custo da tarifa.
Outro ponto que pesa no bolso: taxa de bagagem despachada em companhias europeias de baixo custo, caso você use algum trecho interno de avião. Como optei por trem entre as cidades, esse custo não entrou na conta — e essa escolha também economizou tempo.
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Hospedagem na Itália: Quanto Custa se Hospedar em Roma, Florença e Veneza


A escolha do bairro pesa tanto no preço quanto a categoria do hotel — Roma e Veneza costumam ser as cidades mais caras do roteiro.
O roteiro de 10 dias foi dividido assim: 4 noites em Roma, 2 noites em Florença, 2 noites em Veneza e 1 noite extra de trânsito. No total, 9 noites de hospedagem, com uma diária média de €90 em hotéis 3 estrelas bem localizados.
| Cidade | Diária média (2026) | Observação |
|---|---|---|
| Roma | €95 a €130 | Mais caro perto do centro histórico |
| Florença | €80 a €110 | Cidade menor, preços mais estáveis |
| Veneza | €110 a €160 | A cidade mais cara do roteiro para se hospedar |
Uma dica prática: em Veneza, considere se hospedar em Mestre, no continente, e fazer o trajeto de trem de 10 minutos até a ilha. A diária costuma cair pela metade sem perder a proximidade com as atrações.
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Alimentação na Itália: Quanto Gastei Comendo Bem sem Gastar uma Fortuna
A alimentação é uma das partes mais prazerosas da viagem — e também uma das que mais variam de preço dependendo de onde e como você come. Em 10 dias, gastei em média €45 por dia com alimentação, incluindo café da manhã, almoço, jantar e uma gelateria quase todo dia.
| Refeição | Faixa de preço (2026) |
|---|---|
| Café da manhã (bar/pasticceria) | €3 a €6 |
| Almoço simples (trattoria) | €12 a €18 |
| Jantar completo (com vinho) | €20 a €35 |
| Pizza al taglio (fatia de rua) | €3 a €6 |
| Gelato | €3 a €5 |
A economia real acontece quando você entende a cultura local: comer em pé no balcão de um bar custa menos da metade do que sentar na mesma cafeteria. E fugir das ruas exatamente em frente aos pontos turísticos evita o “preço de turista” — basta caminhar duas ou três quadras para encontrar opções bem mais honestas.
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Boa parte do gasto com alimentação e passeios foi pago com cartão internacional, o que evitou a variação diária do câmbio e o IOF alto do cartão de crédito convencional. Isso faz diferença acumulada ao longo de 10 dias de viagem.
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Transporte Dentro da Itália: Trens, Metrô e Táxi em 2026


Os trens de alta velocidade conectam Roma, Florença e Veneza em poucas horas e foram a principal forma de deslocamento do roteiro.
O transporte entre cidades foi feito inteiramente de trem, usando a malha da Trenitalia e da Italo. No total, gastei €180 com os trechos Roma–Florença, Florença–Veneza e mais os deslocamentos de metrô e ônibus dentro de cada cidade.
| Trecho | Duração média | Preço (2026) |
|---|---|---|
| Roma → Florença | 1h30 | €30 a €55 |
| Florença → Veneza | 2h | €35 a €60 |
| Bilhete de metrô/ônibus (unitário) | – | €1,50 a €2,20 |
Comprar os bilhetes de trem com pelo menos duas semanas de antecedência reduziu bastante o valor final, já que as tarifas dinâmicas da Trenitalia sobem conforme a proximidade da data. Vale sempre validar o horário exato de embarque, porque as passagens mais baratas costumam ser não reembolsáveis e vinculadas a um trem específico.
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Passeios e Ingressos: Coliseu, Uffizi, Vaticano e Mais
Os ingressos das principais atrações somaram €250 ao longo dos 10 dias — um valor que pode subir bastante se você não organizar as compras com antecedência.
| Atração | Preço (2026) |
|---|---|
| Coliseu + Fórum Romano + Palatino | €18 |
| Museus do Vaticano + Capela Sistina | €27 |
| Galeria Uffizi (Florença) | €25 |
| Passeio de gôndola (Veneza, compartilhado) | €40 por pessoa |
| Basílica de São Marcos | €3 a €5 |
Comprar os ingressos online, com data e horário marcados, evitou horas de fila em todas as atrações. No Coliseu e no Vaticano, especialmente, a fila sem ingresso antecipado pode passar de duas horas em plena temporada.
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Compras e Souvenirs: Vale a Pena Levar Algo da Itália?
Reservei €100 para compras e lembranças — couro em Florença, alguma peça de vidro murano em Veneza (as réplicas baratas de rua não são o vidro autêntico) e alimentos típicos para levar para casa, como azeite e massa artesanal.
A dica aqui é simples: defina um valor fixo antes da viagem e resista à tentação de comprar tudo que parece “único” — a Itália inteira parece única, e é fácil estourar o orçamento nessa categoria sem perceber.
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Seguro Viagem e eSIM: Gastos Pequenos que Fazem Diferença
São dois itens que juntos representam menos de 2% do orçamento total, mas que evitam prejuízos muito maiores. O seguro viagem para 10 dias na Itália saiu por cerca de €24 (R$ 150), com cobertura médica acima do mínimo exigido pelo Espaço Schengen (€30.000).
O eSIM custou €19 (aproximadamente R$ 120) para 10 dias de internet ilimitada, ativado ainda no aeroporto de origem — antes mesmo de embarcar.
📱 Conectado na Itália desde o momento do pouso
Chegar em Roma sem internet significa não ter Google Maps para se localizar na estação, não conseguir chamar um transporte confiável e ficar sem acesso ao bilhete digital do trem. O eSIM resolve isso antes mesmo de sair do avião.
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Seguro viagem e eSIM representam um custo baixo perto do orçamento total, mas evitam dores de cabeça caras.
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Tabela Resumo: Quanto Gastei no Total em 10 Dias na Itália
Somando tudo — passagem, hospedagem, alimentação, transporte, passeios, compras, seguro e eSIM — o total por pessoa em 10 dias na Itália em 2026 ficou em €2.753, o equivalente a cerca de R$ 17.344 na cotação usada neste levantamento.
| Perfil de viagem | Gasto estimado por pessoa (10 dias, 2026) |
|---|---|
| Econômico (hostel, cozinhar/mercado, poucos passeios pagos) | R$ 11.000 a R$ 13.000 |
| Intermediário (como neste guia) | R$ 16.000 a R$ 18.500 |
| Conforto (hotéis 4 estrelas, passeios guiados, mais liberdade nas compras) | R$ 24.000 a R$ 30.000 |
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Erros Comuns de Turistas Brasileiros na Itália (e Como Evitar)


Pequenos deslizes de planejamento costumam ser os que mais pesam no orçamento final da viagem.
Alguns erros se repetem tanto entre brasileiros que merecem destaque próprio. O primeiro é comer sempre nas ruas mais movimentadas perto dos pontos turísticos — o chamado “menu turistico” costuma custar até o dobro do que uma trattoria duas quadras adiante, com qualidade inferior.
O segundo erro é não validar o bilhete de trem regional nas máquinas da plataforma antes de embarcar. Passageiros sem validação podem receber multa mesmo tendo comprado a passagem corretamente — o sistema entende que o bilhete não foi utilizado.
Outro deslize comum é subestimar o tempo de deslocamento dentro de Veneza, já que a cidade não tem carros nem ônibus dentro da ilha principal — tudo é feito a pé ou de barco, o que muda completamente a lógica de qualquer roteiro.
Por fim, muita gente troca dinheiro em casas de câmbio de aeroporto, que praticam taxas bem piores do que um cartão internacional com cotação comercial. Esse detalhe sozinho pode representar uma diferença de centenas de reais ao longo da viagem.
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Curiosidades Sobre Custos na Itália que Pouca Gente Conta
Um detalhe pouco falado é a “cover charge” (coperto), uma taxa por pessoa cobrada em muitos restaurantes italianos apenas por se sentar à mesa, que costuma variar entre €1,50 e €4 e aparece separada na conta — não é erro nem cobrança indevida, é uma prática legal e tradicional do país.
Outro ponto interessante: em algumas cidades históricas, como Veneza, existe uma taxa de acesso para turistas em dias de alta movimentação, cobrada separadamente da hospedagem e que precisa ser paga antecipadamente pelo site oficial da prefeitura.
Vale lembrar também que, para qualquer documento pessoal que precise ser usado oficialmente na Itália — como uma certidão para tratar de assuntos de cidadania, por exemplo — a orientação é sempre apostilar o documento no Brasil antes de traduzi-lo, já que a ordem inversa costuma gerar retrabalho e custo extra.
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Com um orçamento de aproximadamente R$ 17.000 por pessoa, 10 dias na Itália em 2026 rendem um roteiro completo por Roma, Florença e Veneza, com boa comida, os principais pontos turísticos e conforto real — sem excessos.
O segredo para não estourar o orçamento está nos detalhes: comprar passagens e ingressos com antecedência, usar cartão internacional em vez de dinheiro trocado no aeroporto, e conhecer os hábitos locais antes de cair nas armadilhas do “preço de turista”.
Planejamento bem feito é o que separa uma viagem tranquila de uma viagem cheia de imprevistos financeiros — e é exatamente por isso que vale a pena revisar cada categoria deste guia antes de fechar seu roteiro para a Itália.
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Perguntas Frequentes sobre Custos de Viagem para a Itália
Quanto custa, em média, uma viagem de 10 dias para a Itália em 2026?
Considerando passagem aérea, hospedagem, alimentação, transporte, passeios e pequenos gastos como seguro e eSIM, o custo médio por pessoa fica em torno de R$ 17.000 em um perfil intermediário de viagem, podendo variar de R$ 11.000 (econômico) a mais de R$ 25.000 (conforto).
É mais barato viajar para a Itália na baixa ou na alta temporada?
A baixa temporada, entre outubro e março (exceto feriados), costuma reduzir significativamente o preço de hospedagem e passagens aéreas, além de diminuir filas em atrações, embora o clima seja mais frio.
É mais barato viajar para a Itália em grupo ou sozinho?
Viajar acompanhado reduz o custo por pessoa principalmente na hospedagem, já que o valor da diária é dividido, e em passeios privados, que costumam ter preço fixo independente do número de participantes até um certo limite.
Quanto custa a passagem aérea Brasil-Itália em 2026?
Comprando com quatro a seis meses de antecedência, a passagem ida e volta costuma variar entre R$ 4.800 e R$ 6.200 por pessoa, podendo ultrapassar R$ 10.000 em compras de última hora ou em datas de alta demanda.
O seguro viagem é obrigatório para entrar na Itália?
Sim. Por fazer parte do Espaço Schengen, a Itália exige seguro viagem com cobertura mínima de €30.000 em despesas médicas para turistas brasileiros, sendo um documento que pode ser solicitado na imigração.
Como economizar no transporte dentro da Itália?
Comprar os bilhetes de trem com antecedência pelo site ou aplicativo oficial das operadoras, evitar comprar na estação em cima da hora e priorizar trens regionais em trechos curtos são as estratégias que mais reduzem esse custo.
Vale a pena comprar o Roma Pass ou passes de atrações?
Depende do roteiro: para quem pretende visitar várias atrações pagas em poucos dias, o passe pode compensar pelo desconto acumulado e pela entrada prioritária, mas vale simular o custo somado das atrações separadamente antes de decidir.
Quanto custa se hospedar em Roma, Florença e Veneza?
Em 2026, a diária média fica entre €95 e €130 em Roma, €80 e €110 em Florença, e €110 e €160 em Veneza, sendo esta última a cidade mais cara do roteiro clássico para hospedagem.
Planejar o roteiro é a parte divertida, mas garantir que nada estrague seu sonho é a parte estratégica. Para a sua viagem em 2026 para a Itália, separei os 3 pilares essenciais que eu utilizo e recomendo para economizar e viajar com total segurança:
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