Neste vídeo contamos, número por número, quanto custou viajar para a Copa do Mundo nos EUA em 2026 — do voo comprado no Brasil até a última cerveja de US$ 14 dentro do estádio. Mostramos o valor real gasto com ingressos, hospedagem nas cidades-sede, deslocamento entre jogos, alimentação e os imprevistos que ninguém coloca na planilha antes de embarcar. Se você está pensando em ir a uma próxima edição da Copa ou só quer entender se essa experiência cabe no seu orçamento, esse relato serve como um raio-x completo e sem filtro.
A Copa do Mundo de 2026 foi, de longe, a mais cara da história — e não é força de expressão. Com sede dividida entre Estados Unidos, México e Canadá, 48 seleções, 104 partidas e um sistema de precificação dinâmica nunca antes usado pela FIFA, o torneio quebrou recordes de preço em ingressos, hospedagem e passagens aéreas. Quem sonhava em repetir a experiência barata de Copas anteriores levou um choque de realidade já nas primeiras cotações.
Neste guia completo, vamos detalhar quanto custou viajar para a Copa do Mundo nos EUA considerando cada etapa da viagem — para você que já foi e quer comparar sua experiência, ou para quem está se planejando para a próxima Copa e precisa de números reais, sem маquiagem de agência de turismo.
O que você vai aprender neste guia
- Quanto custou a passagem aérea do Brasil até as cidades-sede da Copa
- O preço real dos ingressos — do lote oficial até a revenda dentro do app da FIFA
- Quanto custou a hospedagem durante o período do Mundial
- O que pesou no orçamento com visto, documentação e deslocamento entre cidades
- Gastos com alimentação, transporte local e conectividade
- Uma simulação real de orçamento total da viagem
- Erros que aumentaram o custo e dicas para economizar em uma próxima Copa
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Passagem aérea: quanto custou voar do Brasil até os EUA na Copa


Levantamento real de gastos de quem foi acompanhar a Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos.
A passagem foi, sem dúvida, o item que mais pesou no orçamento — e o que mais variou de preço dependendo de quando foi comprada. Passagens fechadas com 6 a 8 meses de antecedência, ainda em 2025, saíram entre R$ 3.800 e R$ 5.200 por trecho ida e volta, saindo de São Paulo ou Rio de Janeiro com uma conexão. Quem deixou para comprar depois do sorteio dos grupos, já em abril de 2026, pagou entre R$ 6.500 e R$ 9.000 pelo mesmo trecho.
O detalhe que pegou muita gente de surpresa: como o torneio teve jogos em 11 cidades diferentes só nos Estados Unidos, quem quis acompanhar mais de uma partida da seleção brasileira precisou somar voos internos entre cidades-sede — e esses trechos domésticos americanos, comprados em cima da hora, custaram entre US$ 180 e US$ 420 cada.
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Ingressos: o preço real da Copa do Mundo de 2026
Aqui está a parte que mais gerou revolta entre torcedores do mundo inteiro — e que consumiu a maior fatia do orçamento de quem foi à Copa. Pela primeira vez na história, a FIFA adotou a precificação dinâmica: os preços dos ingressos oscilavam de acordo com a demanda, exatamente como acontece com passagens aéreas.
Segundo grupos de torcedores organizados, o valor de face variou entre 190 e 600 euros para jogos da fase de grupos, entre 580 e 1.200 euros para as quartas de final, e entre 3.600 e 7.400 euros para a decisão. E isso era só o preço oficial — quem comprou na revenda, dentro do próprio marketplace da FIFA, pagou ainda mais caro, já que a revenda também passou a ser livre e sem teto de preço.
| Fase da Copa | Preço de face (por ingresso) |
|---|---|
| Fase de grupos | 190 a 600 euros |
| Oitavas de final | 350 a 850 euros |
| Quartas de final | 580 a 1.200 euros |
| Final | 3.600 a 7.400 euros |
Depois da pressão dos torcedores, a FIFA lançou uma categoria mais acessível, a “Supporter Entry Tier”, com ingressos fixados em US$ 60 para qualquer partida, incluindo a final — mas em quantidade limitada e por ordem de chegada, o que fez com que esses lotes esgotassem em minutos assim que abriam.
Quem foi acompanhar o Brasil na fase de grupos — jogos em Nova York, Filadélfia e Miami — e conseguiu pelo menos um lote da categoria mais barata relatou ter gastado, somando os três jogos, entre US$ 950 e US$ 2.400 só em ingressos. Quem comprou tudo pelo preço médio de mercado, sem a categoria promocional, ultrapassou os US$ 4.000.
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A precificação dinâmica dos ingressos foi o item que mais surpreendeu — para pior — o bolso dos torcedores em 2026.
Hospedagem nas cidades-sede: o segundo maior gasto da viagem
Com 11 cidades-sede só nos Estados Unidos — de Nova York a Los Angeles, passando por Miami, Dallas, Atlanta e Seattle — o preço da hospedagem também disparou durante o período do Mundial. Hotéis que normalmente custam US$ 120 a diária chegaram a ser anunciados por US$ 380 a US$ 550 nas semanas de jogos, principalmente em cidades que sediaram partidas da seleção brasileira.
Quem se planejou com antecedência e reservou hospedagem fora do circuito turístico mais óbvio — em bairros vizinhos, a 20 ou 30 minutos do estádio — economizou entre 35% e 50% no valor da diária. Airbnb dividido entre grupos de 4 a 6 pessoas também foi uma estratégia comum para reduzir o custo por pessoa, especialmente em cidades como Miami e Nova York, onde a demanda hoteleira ficou praticamente esgotada nas semanas de jogos.
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Visto americano e documentação: o custo que pesa antes mesmo do embarque


O visto americano tipo B1/B2 é obrigatório para brasileiros e precisa ser solicitado com antecedência.
Antes de qualquer ingresso ou passagem, quem foi à Copa nos EUA precisou resolver o visto americano de turismo (B1/B2). A taxa de solicitação, em 2026, ficou em torno de US$ 185 por pessoa — sem contar o custo de deslocamento até o consulado, já que o agendamento presencial ainda foi exigido para a maioria dos solicitantes.
O governo americano deu prioridade no agendamento para quem já tinha ingresso confirmado da Copa, o que ajudou a reduzir o tempo de espera — mas quem deixou para solicitar o visto em cima da hora, sem esse comprovante, enfrentou filas de meses em alguns consulados.
Vale lembrar: qualquer documento que precisar ser usado nos EUA, como comprovantes ou certidões, deve ser apostilado antes de ser traduzido — fazer na ordem errada invalida o processo e pode gerar retrabalho e custo extra em cima da hora.
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Um detalhe que consumiu boa parte do orçamento sem que muita gente percebesse foi o IOF do cartão de crédito comum, que soma 4,38% ou mais em cada compra feita em dólar. Quem usou um cartão internacional durante toda a viagem, com taxa mínima e cotação comercial, economizou significativamente em cada refeição, Uber e compra de souvenir.
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Alimentação, transporte local e os gastos que ninguém coloca na planilha
Dentro dos estádios, os preços surpreenderam até quem já tinha ido a outras Copas: uma cerveja custou entre US$ 12 e US$ 16, um combo de lanche com refrigerante passou dos US$ 22, e uma simples garrafa de água chegou a custar US$ 6. Quem assistiu a três ou quatro jogos e consumiu algo dentro do estádio em cada um gastou, só nesse item, mais de US$ 200 ao longo da viagem.
Fora dos estádios, o custo de alimentação seguiu o padrão americano: uma refeição simples em restaurante ficou entre US$ 18 e US$ 30 por pessoa, e delivery ou fast food entre US$ 12 e US$ 20. Quem economizou fez compras em supermercados como Walmart e Target para café da manhã e lanches, reduzindo bastante o gasto diário com comida.
O transporte local também pesou mais do que o esperado. Uber e Lyft nas cidades-sede tiveram tarifa dinâmica nos dias de jogo — corridas que normalmente custavam US$ 15 chegaram a US$ 45 ou mais nos horários de saída dos estádios, já que a demanda disparava simultaneamente com dezenas de milhares de torcedores tentando sair ao mesmo tempo.
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Seguro viagem: o item que mais gente subestima antes de ir à Copa


Com estádios lotados e multidões se deslocando ao mesmo tempo, imprevistos médicos e de bagagem foram mais comuns do que o esperado.
Nos EUA, o custo médico é o mais alto do mundo — uma simples ida ao pronto-socorro pode gerar uma conta de milhares de dólares, mesmo para um atendimento considerado simples no Brasil. Em meio a estádios lotados, deslocamentos longos e multidões, imprevistos como entorses, desidratação e perda de bagagem foram mais frequentes do que em uma viagem comum.
Quem viajou sem seguro e precisou de atendimento médico durante a Copa relatou contas que ultrapassaram os US$ 3.000 só por uma consulta de emergência. Já quem estava com seguro ativo teve o custo coberto integralmente, sem surpresas no cartão de crédito.
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Para os Estados Unidos, a recomendação é sempre contratar um plano com cobertura médica mínima de US$ 100.000 — de preferência US$ 300.000, considerando o custo hospitalar do país. Se você está planejando levar os pais ou avós na próxima edição do torneio, vale conferir também as opções específicas para viajantes acima de 60 anos.
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Conectividade: internet dentro e fora dos estádios
📱 Conectado nos Estados Unidos desde o momento do pouso
Com o Wi-Fi público sobrecarregado dentro dos estádios e nos arredores nos dias de jogo, muita gente ficou sem conseguir usar o aplicativo oficial da FIFA para validar o ingresso digital — já que os ingressos da Copa são 100% digitais, acessados só por QR Code pelo app. Quem estava com um eSIM internacional ativo não teve esse problema, já que a conexão independe do Wi-Fi da rede local.
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Simulação real: quanto custou, no total, ir para a Copa do Mundo nos EUA
Juntando todos os itens, aqui está uma simulação realista de quanto custou uma viagem de 10 dias para acompanhar três jogos da fase de grupos nos Estados Unidos, considerando um perfil de viajante que buscou economizar sem abrir mão do conforto básico:
| Item | Custo estimado |
|---|---|
| Passagem aérea Brasil–EUA (ida e volta) | R$ 4.800 a R$ 7.500 |
| Voos internos entre cidades-sede | US$ 400 a US$ 900 |
| Ingressos (3 jogos, lote misto) | US$ 950 a US$ 2.400 |
| Hospedagem (10 diárias) | US$ 1.800 a US$ 3.500 |
| Visto americano | US$ 185 por pessoa |
| Alimentação e transporte local | US$ 900 a US$ 1.500 |
| Seguro viagem | US$ 90 a US$ 160 |
No total, uma viagem de 10 dias para acompanhar a seleção brasileira em três jogos da fase de grupos ficou entre US$ 5.500 e US$ 10.500 por pessoa — o equivalente, na cotação de 2026, a algo entre R$ 30.000 e R$ 58.000. Um valor bem acima do que se viu em Copas anteriores, especialmente pelo peso da precificação dinâmica dos ingressos e do câmbio.
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Curiosidades e detalhes que poucos mencionam sobre a viagem à Copa


Planejar bem o deslocamento entre as cidades-sede foi um dos fatores que mais influenciou o custo final da viagem.
Um detalhe que pegou muita gente de surpresa: como os ingressos são 100% digitais e vinculados ao app oficial da FIFA, não existe ingresso físico nem opção de imprimir — e prints ou capturas de tela da tela do celular não são aceitos na entrada. Quem teve algum problema com o aplicativo no dia do jogo perdeu tempo precioso na fila, e em alguns casos precisou recorrer ao suporte da organização dentro do próprio estádio.
Outro ponto pouco falado: como os EUA sediaram a maior parte das partidas (78 dos 104 jogos do torneio), quem quis assistir a mais de uma cidade precisou considerar distâncias continentais — de Nova York a Los Angeles, por exemplo, são mais de 6 horas de voo. Isso encareceu bastante o roteiro de quem tentou “ver tudo” em uma única viagem, e por isso a recomendação de quem já foi é focar em duas ou três cidades próximas geograficamente, em vez de tentar cobrir o mapa inteiro.
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🔔 SE INSCREVA NO CANAL — É GRATUITOVale a pena? A conclusão depois de somar todos os gastos
Depois de somar cada gasto, a resposta honesta é: sim, vale a pena — mas exige planejamento financeiro sério e realista, bem diferente do que se via em Copas anteriores. A precificação dinâmica dos ingressos, o câmbio e o custo de vida americano tornaram essa uma das viagens mais caras que um torcedor brasileiro pode fazer, mas a experiência de acompanhar a seleção ao vivo, em estádios lotados, com torcedores do mundo inteiro, segue sendo, para quem já viveu isso, algo que nenhuma transmissão de TV substitui.
Se você está pensando em ir à próxima Copa — seja em 2030 ou em outro torneio internacional — o maior aprendizado de quem já passou por isso é simples: comece a planejar o quanto antes, monitore os preços de passagens e ingressos com meses de antecedência, e nunca deixe o seguro viagem de fora do orçamento. É justamente o item mais barato de toda a viagem — e o único que pode evitar que um imprevisto vire uma dívida de milhares de dólares.
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Perguntas Frequentes sobre a Viagem para a Copa do Mundo nos EUA
Preciso de visto para assistir à Copa do Mundo nos Estados Unidos?
Sim. Brasileiros precisam do visto de turismo B1/B2 para entrar nos Estados Unidos, mesmo que o objetivo da viagem seja apenas assistir aos jogos. Quem tinha ingresso comprovado da Copa teve prioridade no agendamento do consulado em 2026.
Quanto custou, em média, ir para os jogos da Copa do Mundo nos EUA?
Uma viagem de cerca de 10 dias, acompanhando três partidas da fase de grupos, ficou entre US$ 5.500 e US$ 10.500 por pessoa, somando passagem, ingressos, hospedagem, alimentação, transporte e seguro viagem.
Vale a pena comprar ingresso na revenda oficial da FIFA?
Depende do momento da compra. A revenda ficou consistentemente mais cara do que o preço de face, principalmente perto da data do jogo. Quem comprou revenda com meses de antecedência conseguiu preços mais equilibrados do que quem esperou a última semana.
É mais barato assistir aos jogos em cidades menores?
Sim. Cidades-sede menores, fora do eixo Nova York–Los Angeles–Miami, tiveram hospedagem e alimentação mais em conta, mesmo com o preço do ingresso sendo o mesmo em qualquer cidade para a mesma fase do torneio.
Preciso de seguro viagem para entrar nos Estados Unidos durante a Copa?
Não é exigido na imigração, mas é altamente recomendado — e praticamente indispensável considerando o custo médico americano, um dos mais altos do mundo. Uma emergência sem cobertura pode gerar uma conta de milhares de dólares.
Como economizar no câmbio durante a viagem para a Copa?
Usar um cartão internacional com cotação comercial, como a Nomad, em vez do cartão de crédito comum, evita o IOF de 4,38% ou mais cobrado em cada compra feita em dólar — uma economia que soma bastante ao longo de 10 dias de viagem.
Dá para assistir a jogos em mais de uma cidade na mesma viagem?
Sim, mas exige atenção à logística. Como os Estados Unidos sediaram partidas em 11 cidades espalhadas pelo país, viajar entre elas pode significar voos de várias horas — por isso a recomendação é focar em cidades próximas geograficamente para reduzir custo e cansaço.
O que fazer se o ingresso for cancelado ou eu não conseguir viajar?
Os ingressos da Copa são 100% digitais e vinculados ao app oficial da FIFA, e a própria plataforma de revenda oficial permite repassar o ingresso a outro torcedor pelo valor que o vendedor definir, mediante comissão da entidade.
Planejar o roteiro é a parte divertida, mas garantir que nada estrague seu sonho é a parte estratégica. Para a sua viagem em 2026 para os Estados Unidos, separei os 3 pilares essenciais que eu utilizo e recomendo para economizar e viajar com total segurança:
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