Se você está planejando usar o cartão Nomad na Jordânia, a primeira coisa que precisa saber é que o país surpreende até quem já viajou bastante pela Europa ou pelos Emirados Árabes: ao contrário do que muita gente assume, a Jordânia não é um destino totalmente cashless. Mesmo sendo um dos países mais preparados para turismo estrangeiro do Oriente Médio, boa parte do dinheiro que você vai gastar por lá — do táxi em Amã até a gorjeta em Petra — ainda depende de dinares jordanianos em espécie.
A boa notícia é que isso não torna a conta internacional inútil, muito pelo contrário. Entre visitar Petra, dormir sob as estrelas em Wadi Rum, flutuar no Mar Morto e caminhar pela Amã moderna, a Jordânia em 2026 recebe cada vez mais brasileiros — e quem chega sem entender como funciona o sistema financeiro local acaba pagando caro por decisões simples, como escolher a moeda errada na hora de passar o cartão.
Neste guia completo você vai entender exatamente onde o cartão Nomad funciona bem na Jordânia, onde ele não resolve sozinho, quanto custa viajar pelo país em 2026 e qual é o erro silencioso que a maioria dos brasileiros comete sem nem perceber — um erro que pode anular todo o benefício de usar uma conta internacional.


Petra é o cartão-postal da Jordânia, mas boa parte da experiência ao redor do sítio ainda depende de dinheiro em espécie.
O que você vai aprender neste guia:
- Como funciona o dinar jordaniano (JOD) e por que ele é uma das moedas mais fortes do mundo
- Onde o cartão Nomad é aceito na Jordânia e onde você só consegue pagar em dinheiro
- Quanto custa viajar pela Jordânia em 2026, com valores reais de refeições, táxis e passeios
- Como funcionam o visto, o Jordan Pass e a documentação necessária
- Como abrir e ativar sua conta Nomad antes de embarcar
- O erro silencioso que a maioria dos brasileiros comete ao pagar com cartão na Jordânia
- Se vale a pena, na prática, levar a Nomad como sua principal ferramenta financeira na viagem
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Como abrir e ativar sua conta Nomad: passo a passo
A abertura da conta Nomad é gratuita e leva poucos minutos pelo celular. Veja como funciona na prática antes de embarcar para a Jordânia:
- Passo 1: Clique no botão acima e acesse o site da Nomad usando o cupom VVH
- Passo 2: Preencha seus dados pessoais (nome, CPF, data de nascimento)
- Passo 3: Envie uma foto do seu RG ou CNH para validar sua identidade
- Passo 4: Faça sua primeira conversão de moeda para desbloquear o cashback de até US$ 20 do cupom VVH
💡 Importante: A conta Nomad é gratuita. Não existe mensalidade nem cobrança de abertura. Ao usar o cupom VVH na abertura, você garante até US$ 20 de cashback na sua primeira conversão, valor que fica disponível direto na sua conta.
Depois de ativada, você já pode carregar saldo, converter para dólar (moeda usada como referência na Jordânia junto ao dinar) com a cotação comercial do dia e pagar em qualquer estabelecimento que aceite Visa ou Mastercard no país.
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O que surpreende quem chega à Jordânia pela primeira vez
Ao contrário do que a maioria dos brasileiros imagina antes de embarcar, a Jordânia não é um país “pobre” do ponto de vista cambial. O dinar jordaniano (JOD) é atrelado ao dólar americano desde 1995, numa taxa praticamente fixa de cerca de 0,708 JOD por dólar. Na prática, isso significa que 1 dinar jordaniano vale aproximadamente US$ 1,41 — o que faz do JOD uma das moedas mais valorizadas do planeta, mais forte até que o euro ou a libra esterlina em termos nominais.
Esse detalhe pega muito brasileiro de surpresa. É comum o viajante olhar o preço em dinares num cardápio ou numa loja e, por hábito, pensar que está barato — quando na verdade aquele valor em JOD pode representar quase o dobro em reais. Um prato de mansaf (o prato nacional jordaniano) por 12 JOD, por exemplo, custa hoje algo em torno de R$ 93, não R$ 12.
Outro ponto que surpreende é a infraestrutura de pagamento. Em Amã, hotéis de categoria média a alta, restaurantes turísticos, shoppings e agências de turismo aceitam Visa e Mastercard sem problema. Mas assim que você sai do eixo Amã–Petra–Aqaba, o cenário muda rapidamente: vendedores no souk (mercado tradicional), taxistas informais, guias locais em Wadi Rum e a maioria dos pequenos restaurantes de rua só trabalham com dinheiro vivo em dinares.
Também vale registrar, com objetividade: apesar de a Jordânia fazer fronteira com países que enfrentam conflitos na região, o país é historicamente considerado um dos mais estáveis e seguros do Oriente Médio para turismo, com forte presença de infraestrutura voltada a visitantes estrangeiros. Isso não substitui o acompanhamento de alertas oficiais antes da viagem, mas explica por que o turismo internacional para o país segue crescendo ano após ano.
Outro choque cultural comum entre brasileiros diz respeito ao horário comercial. Durante o Ramadã — que muda de data todos os anos no calendário islâmico — muitos restaurantes fecham durante o dia e só abrem após o pôr do sol, quando acontece o Iftar (a refeição de quebra do jejum). Quem viaja nesse período precisa se planejar com antecedência para refeições, já que a oferta de comida durante o dia fica bem mais restrita, mesmo em áreas turísticas.
Vale ainda mencionar a hospitalidade local, algo que praticamente todo brasileiro relata depois da viagem: é comum ser convidado para tomar chá ou café em lojas do souk, sem obrigação de compra, como parte da cultura de recepção do país. Isso não significa que negociações não aconteçam — muito pelo contrário, o regateio é esperado e faz parte da experiência — mas o tom costuma ser mais amistoso do que em outros destinos com forte tradição de comércio de rua.
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📱 Conectado na Jordânia desde o momento do pouso
Chegar em Amã sem internet dificulta tudo: encontrar o hotel, chamar um táxi confiável pelo app, traduzir o cardápio ou até confirmar se um preço combinado no souk é justo. Ter uma conexão ativa assim que o avião pousa no Aeroporto Internacional Rainha Alia (AMM) evita boa parte das dores de cabeça do primeiro dia.
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Quanto custa viajar pela Jordânia em 2026: valores reais
A Jordânia não é um destino barato para os padrões da região — e boa parte disso vem exatamente da força do dinar. Para ajudar no seu planejamento financeiro, reunimos valores realistas de 2026, já convertidos para referência em reais (considerando 1 JOD ≈ R$ 7,80):
| Item | Custo em JOD | Aproximado em BRL |
|---|---|---|
| Refeição simples (restaurante local) | 5 a 8 JOD | R$ 39 a R$ 62 |
| Refeição em restaurante turístico (Amã) | 15 a 25 JOD | R$ 117 a R$ 195 |
| Café ou chá árabe | 2 a 3 JOD | R$ 16 a R$ 23 |
| Corrida curta de táxi em Amã | 3 a 5 JOD | R$ 23 a R$ 39 |
| Jordan Pass (nível Wanderer, 1 dia em Petra) | 80 JOD | R$ 624 |
| Entrada avulsa em Petra (sem Jordan Pass, 1 dia) | 50 JOD | R$ 390 |
| Saque em caixa eletrônico local (taxa fixa) | ~5 JOD por saque | R$ 39 |
| Aluguel de apartamento 1 quarto (centro de Amã) | 350 a 450 JOD/mês | R$ 2.730 a R$ 3.510 |
Um detalhe pouco comentado por quem escreve sobre a Jordânia: a maioria dos restaurantes de nível médio a alto em Amã adiciona automaticamente 10% de taxa de serviço mais 16% de imposto sobre consumo (GST) na conta — um acréscimo que pode chegar a 26% sobre o valor do cardápio. Isso não aparece no preço exibido no menu, e muitos brasileiros só percebem o valor final na hora de fechar a conta.
Para efeito de comparação, um trabalhador de nível médio no setor de turismo em Amã ganha, em 2026, algo entre 450 e 550 JOD por mês — o equivalente a R$ 3.500 a R$ 4.300. Ter essa referência ajuda a entender por que gorjetas de 1 a 2 JOD já são bem recebidas em serviços informais, como carregadores de bagagem ou guias locais em pontos turísticos menores.
Um erro comum de planejamento é subestimar o custo dos passeios organizados. Um tour de um dia inteiro em Wadi Rum, incluindo jipe 4×4, almoço beduíno e pernoite em acampamento no deserto, costuma girar entre 45 e 70 JOD por pessoa — valor que normalmente é pago em dinheiro direto ao operador local, mesmo quando a reserva foi feita online com cartão. Da mesma forma, a flutuação no Mar Morto costuma vir embutida na diária de resorts que cobram entre 40 e 90 JOD apenas pelo acesso de day-use a quem não está hospedado.
Outro ponto que pesa no orçamento é o transporte entre cidades. Como a malha de ônibus públicos entre Amã, Petra e Aqaba é limitada e pouco previsível para quem não fala árabe, a maioria dos turistas opta por vans compartilhadas (JETT) ou motoristas particulares, com preços que variam de 7 a 10 JOD no ônibus JETT entre Amã e Petra até 60 JOD ou mais em transfers privados para o mesmo trajeto — sempre bom confirmar se o pagamento aceita cartão ou é só em espécie antes de embarcar.


Nos souks tradicionais de Amã, praticamente todas as negociações ainda são feitas em dinares, em espécie.
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Visto para a Jordânia: visa on arrival, Jordan Pass e documentação
Brasileiros precisam de visto para entrar na Jordânia, mas o processo é simples: o visto é emitido na chegada (visa on arrival) para quem desembarca pelo Aeroporto Rainha Alia ou por Aqaba, e custa 40 JOD quando pago separadamente.
Aqui entra um detalhe que muda o planejamento financeiro de muita gente: quem compra o Jordan Pass (o pacote turístico oficial que inclui entrada em Petra e outros sítios) e permanece pelo menos 3 noites no país tem essa taxa de visto totalmente isenta. Ou seja, o Jordan Pass não é só um “combo de passeios” — ele também substitui o pagamento do visto, o que faz diferença real no orçamento da viagem.
Um ponto pouco falado em outros guias: essa isenção de visto pelo Jordan Pass vale apenas para quem entra pelo aeroporto. Se você estiver fazendo um roteiro combinado com Israel e cruzar a fronteira terrestre pela King Hussein Bridge (Ponte Allenby), o procedimento é diferente — há uma taxa de saída específica, cobrada exclusivamente em dinheiro, em dinares, sem opção de cartão. Quem chega a essa fronteira sem dinares em espécie simplesmente não consegue completar a travessia no mesmo dia.
Sobre o passaporte: ele precisa ter validade mínima de 6 meses a partir da data de entrada no país, com pelo menos uma página em branco para o carimbo. Como em qualquer viagem internacional, vale lembrar que documentos brasileiros que precisem ser usados oficialmente no exterior (como para trâmites de longa duração) devem ser apostilados antes de qualquer tradução juramentada.
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Onde e como usar o cartão Nomad na Jordânia
Na prática, o cartão Nomad funciona muito bem em toda a “espinha dorsal turística” da Jordânia. Hotéis em Amã, Aqaba, Madaba e no Mar Morto aceitam Visa e Mastercard sem restrição. O mesmo vale para restaurantes de médio e alto padrão, lojas de shopping, agências de turismo que vendem passeios a Wadi Rum e a maioria dos postos de gasolina nas grandes cidades.
Onde o cenário muda é fora desse eixo principal. No souk de Amã, em pequenos restaurantes de rua, em táxis não credenciados, em acampamentos beduínos dentro de Wadi Rum e em boa parte dos vendedores ambulantes ao redor de Petra, o pagamento é feito exclusivamente em dinheiro. Isso inclui itens comuns na rotina do turista: água mineral, lanches, artesanato, fotos com camelos e as famosas “gorjetas de trilha” pedidas por guias informais dentro do sítio arqueológico.
Sobre caixas eletrônicos: há máquinas de bancos internacionais (como HSBC e Standard Chartered) em Amã, Aqaba e no centro de visitantes de Petra, todas compatíveis com cartões internacionais. A recomendação prática é sacar uma quantia em dinares assim que chegar a Amã — o suficiente para cobrir 3 a 4 dias — porque em Wadi Rum e em trechos do deserto simplesmente não há caixas eletrônicos disponíveis.
Vale lembrar que bancos locais costumam cobrar uma taxa fixa por saque, geralmente em torno de 5 JOD, independentemente do valor sacado. Por isso, sacar valores maiores e mais espaçados costuma sair mais barato do que fazer vários saques pequenos ao longo da viagem.


Em Wadi Rum não há caixas eletrônicos: leve dinares suficientes antes de entrar no deserto.
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Dicas práticas e o erro que a maioria dos brasileiros comete
O erro que a maioria dos brasileiros comete ao usar o cartão Nomad na Jordânia
Existe uma armadilha silenciosa que atinge quase todo turista que usa cartão internacional na Jordânia — e ela não tem nada a ver com o cartão em si, e sim com uma pergunta feita na maquininha. Em hotéis, no centro de visitantes de Petra e em restaurantes turísticos de Amã, é muito comum o atendente perguntar: “gostaria de pagar em dólar/real ou em dinar jordaniano?”.
A resposta instintiva da maioria dos brasileiros é escolher a moeda que já conhece — dólar ou até real — pensando que assim vai entender melhor o valor cobrado. Esse é exatamente o erro. Essa opção se chama Dynamic Currency Conversion (DCC) e faz o próprio estabelecimento converter o valor para você, usando uma cotação criada por ele mesmo, quase sempre entre 5% e 8% pior do que a cotação comercial real. Na prática, você paga um “pedágio” invisível só por ter escolhido a moeda errada na tela.
A regra é simples e vale para qualquer lugar da Jordânia: sempre escolha pagar em dinar jordaniano (JOD), mesmo que o valor na tela pareça “estranho” por estar em uma moeda que você não domina. Ao escolher JOD, é a Nomad — não o estabelecimento — quem faz a conversão, usando a cotação comercial do dia com o IOF reduzido de 1,1%. Escolher a moeda errada nessa etapa anula boa parte da economia que motivou você a abrir uma conta internacional em primeiro lugar.
Além desse erro específico do cartão, alguns cuidados práticos fazem diferença real na Jordânia:
- Negocie preços no souk de Amã antes de fechar qualquer compra — o valor inicial costuma vir de 30% a 50% acima do que o vendedor aceita
- Prefira táxis com taxímetro visível ou aplicativos de transporte; táxis “avulsos” fora do aeroporto costumam cobrar valores bem acima do padrão para turistas
- Leve notas pequenas de dinar para gorjetas em Petra e Wadi Rum — trocar notas grandes em pontos turísticos isolados costuma ser difícil
- Confirme sempre se o preço combinado com guias informais já inclui “extras” — é comum surgirem cobranças adicionais no meio do passeio
- Evite trocar dinheiro em casas de câmbio dentro de hotéis de grande porte — a cotação costuma ser sensivelmente pior do que em casas de câmbio no centro de Amã ou em bancos
- Guarde uma segunda forma de pagamento (cartão físico de reserva ou dinheiro escondido separadamente) — bloqueios temporários de cartão por segurança acontecem com mais frequência em transações fora do padrão de consumo do titular
Um detalhe que a maioria dos guias sobre a Jordânia não menciona: bancos e casas de câmbio locais costumam trabalhar com uma cotação de compra e venda bem mais distante uma da outra do que o normal em destinos europeus — o chamado spread cambial. Isso significa que trocar dinheiro físico em espécie, mesmo em estabelecimentos formais, quase sempre sai mais caro do que sacar diretamente em dinar num caixa eletrônico usando o cartão Nomad, mesmo somando a taxa fixa de saque. Essa é uma informação pouco explorada em conteúdos genéricos sobre o destino, mas que faz diferença real no orçamento de quem passa mais de uma semana no país.


Nos resorts à beira do Mar Morto, o cartão internacional funciona sem restrições — diferente das áreas públicas ao redor.
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🛡️ Viaje protegido na Jordânia
Emergências médicas em hospitais privados de Amã podem custar bem mais do que o brasileiro médio imagina, especialmente em atividades como trilhas em Wadi Rum ou passeios de jipe pelo deserto, onde pequenos acidentes são mais comuns do que parecem. Ter um seguro viagem ativo evita que um imprevisto vire um problema financeiro grande.
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Vale a pena usar o cartão Nomad na Jordânia? Perspectiva realista
De forma direta: sim, vale a pena — mas não como ferramenta única. O cartão Nomad é, sem dúvida, a forma mais econômica de pagar hospedagem, passeios organizados, restaurantes de padrão turístico e compras em shoppings de Amã, evitando o IOF alto e o câmbio ruim de um cartão de crédito comum emitido no Brasil.
O que não muda, independentemente do cartão que você escolher, é a necessidade de manter um “colchão” de dinares em espécie durante toda a viagem. Souks, táxis informais, gorjetas em Petra e Wadi Rum, e a travessia terrestre pela King Hussein Bridge (para quem combina Jordânia com Israel) simplesmente não aceitam cartão, ponto final.
Na prática, o roteiro mais eficiente é: sacar dinares em Amã logo na chegada (o suficiente para 3 a 4 dias), usar o cartão Nomad sempre que possível escolhendo pagar em JOD, e reservar uma reserva de dinheiro físico específica para souks, gorjetas e o deserto. Essa combinação evita tanto o desperdício com câmbio ruim quanto o aperto de ficar sem dinheiro num lugar sem caixa eletrônico.


Amã reúne a maior concentração de estabelecimentos que aceitam cartão internacional em toda a Jordânia.
Conclusão
Usar o cartão Nomad na Jordânia é uma decisão financeira acertada para quem quer fugir do câmbio abusivo e do IOF alto dos cartões tradicionais brasileiros. Mas a Jordânia exige um planejamento um pouco diferente do que se costuma fazer para a Europa: o país combina infraestrutura moderna em Amã com uma cultura de pagamento em espécie muito presente em Petra, Wadi Rum e nos souks tradicionais.
Com a conta Nomad ativa, o cupom VVH garantindo seu cashback inicial, uma reserva de dinares em espécie e a atenção redobrada para sempre pagar em JOD (nunca em dólar ou real na maquininha), sua viagem para a Jordânia em 2026 fica financeiramente muito mais tranquila — e sem as surpresas desagradáveis que pegam a maioria dos turistas de primeira viagem.
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Perguntas Frequentes sobre Cartão Nomad na Jordânia
A Nomad funciona em qualquer país?
Sim. A Nomad funciona em qualquer país que aceite Visa ou Mastercard, incluindo a Jordânia. O cartão físico e o virtual podem ser usados em maquininhas, sites e caixas eletrônicos ao redor do mundo, sempre com a cotação comercial do dia e IOF reduzido de 1,1%.
Posso sacar dinheiro com a Nomad no exterior?
Sim. É possível sacar dinares jordanianos em caixas eletrônicos de bancos internacionais como HSBC e Standard Chartered em Amã, Aqaba e no centro de visitantes de Petra. Vale lembrar que o próprio banco local costuma cobrar uma taxa fixa por saque, geralmente em torno de 5 JOD.
Posso usar a Nomad para receber dinheiro em moeda estrangeira?
Sim. A conta Nomad permite receber valores em moeda estrangeira, o que é útil para quem trabalha remotamente ou recebe pagamentos internacionais enquanto viaja pela Jordânia ou por qualquer outro destino.
Preciso de visto para entrar na Jordânia?
Sim, mas o processo é simples: o visto é emitido na chegada (visa on arrival) e custa 40 JOD. Quem compra o Jordan Pass e permanece pelo menos 3 noites no país tem essa taxa isenta, desde que entre pelo aeroporto.
O cartão internacional é aceito em Petra e Wadi Rum?
Parcialmente. O centro de visitantes de Petra e alguns restaurantes maiores aceitam cartão, mas vendedores ambulantes, guias informais e a maioria dos acampamentos beduínos em Wadi Rum trabalham exclusivamente com dinheiro em espécie.
Qual é o maior erro ao pagar com cartão na Jordânia?
Escolher pagar em dólar ou real quando a maquininha oferece essa opção. Essa escolha ativa a conversão dinâmica de moeda (DCC), feita pelo próprio estabelecimento com uma cotação pior do que a comercial. O ideal é sempre escolher pagar em dinar jordaniano (JOD).
Quanto dinheiro em espécie devo levar para a Jordânia?
Uma boa referência é sacar o equivalente a 3 ou 4 dias de gastos assim que chegar a Amã, já prevendo gorjetas, táxis informais e compras em souks, além de uma reserva extra caso o roteiro inclua a travessia terrestre pela King Hussein Bridge, que cobra taxa de saída somente em dinheiro.
A moeda da Jordânia é forte ou fraca comparada ao real?
É bastante forte. O dinar jordaniano é atrelado ao dólar americano desde 1995, numa cotação de aproximadamente 0,708 JOD por dólar. Isso faz de 1 JOD algo em torno de R$ 7,80, surpreendendo quem espera uma moeda regional mais desvalorizada.
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