🇯🇵 Como Morar no Japão em 2026: O Guia Definitivo para Brasileiros

Profissional brasileiro de tecnologia trabalhando em escritório moderno em Shinjuku, Tóquio, com o Monte Fuji ao fundo
Tóquio segue como o principal polo de oportunidades para brasileiros que decidem morar no Japão em 2026.


O Japão no Cenário de 2026


Existe um número que poucos brasileiros conhecem antes de pesquisar sobre como morar no Japão: o país já reúne mais de 211.900 brasileiros residentes, sendo que mais da metade (cerca de 55%) já possui status de residente permanente. Isso contraria a ideia comum de que morar no Japão é algo temporário, restrito a contratos de poucos anos — na prática, a comunidade brasileira mais antiga já se fixou de forma definitiva no país, principalmente em Aichi, Shizuoka, Gunma e Mie.


Esse dado surpreende quem imagina o Japão como um destino fechado. Após as recentes aberturas migratórias para suprir a escassez de mão de obra, o país nunca esteve tão receptivo a estrangeiros qualificados — mas também nunca exigiu tanto planejamento documental e financeiro de quem chega. Saber como morar no Japão em 2026 vai muito além de comprar a passagem: envolve visto correto, reserva financeira compatível e, principalmente, entender armadilhas que só quem já passou pelo processo conhece.


Se você busca segurança absoluta, eficiência tecnológica e uma cultura que preza pelo respeito, a Terra do Sol Nascente é um dos destinos mais consistentes do mundo para se estabelecer. Mas antes de embarcar, vale entender o que realmente separa uma mudança bem-sucedida de um recomeço frustrado nos primeiros meses.


📌 Índice


1. Tipos de Visto: O Caminho Legal
2. Custo de Vida: Planejamento Financeiro Real
3. Mercado de Trabalho: Profissões em Alta
4. O Erro que a Maioria dos Brasileiros Comete
5. Saúde e Seguro: A Proteção Indispensável
6. Checklist: O Passo a Passo da Mudança
7. As Melhores Cidades para Morar no Japão em 2026
8. Conclusão e Perguntas Frequentes




Tipos de Visto: O Caminho Legal


Para morar no Japão, você precisa de um COE (Certificate of Eligibility), documento emitido pela Agência de Imigração japonesa antes mesmo da entrada no país. Sem ele, a embaixada não emite o visto de residência. Os caminhos mais comuns para brasileiros em 2026 são:


📍 Visto de Trabalho (Engenharia/Humanidades): para quem tem curso superior ou 10 anos de experiência comprovada na área de atuação.
📍 Visto de Descendente (Nikkeis): o caminho mais tradicional para a comunidade nipo-brasileira, permitindo residência e trabalho sem restrições de área.
📍 Visto de Estudante: ideal para quem deseja aprender o idioma e buscar um emprego após a graduação (permite trabalhar até 28h semanais).
📍 Visto de J-Find (Inovação): uma novidade para graduados em universidades de elite que desejam empreender ou buscar trabalho no Japão, com validade de até 2 anos para procurar oportunidades.


O processo de análise do COE costuma levar entre 1 e 3 meses, e é justamente nessa fase de espera que muitos brasileiros cometem o primeiro erro de planejamento — sobre isso, falamos em detalhes mais adiante neste guia.


⚠️ Atenção: viajar ao Japão sem seguro viagem durante o período de transição do visto é um risco financeiro real. Antes de ter o cartão de residente (Zairyu Card) e o vínculo ao seguro social japonês, qualquer emergência médica sai inteiramente do seu bolso — e hospitais japoneses cobram adiantado de quem não tem cobertura vinculada ao sistema nacional. Proteja sua viagem agora e ainda economize 10% usando o código VAMOSVIAJARHOJE10. 👇


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Custo de Vida: Planejamento Financeiro Real


Diferente do que muitos pensam, morar no Japão pode sair mais barato do que morar em Londres ou Nova York — desde que você escolha a cidade certa. Em julho de 2026, a cotação do iene está na casa de R$ 0,032 por iene (ou seja, ¥1.000 equivalem a aproximadamente R$ 32), o que ajuda a visualizar os valores abaixo em reais.


🏠 Aluguel: um estúdio (1K) em Tóquio varia entre ¥70.000 e ¥120.000 mensais — algo entre R$ 2.240 e R$ 3.840 no câmbio atual.
🍱 Alimentação: comer fora é acessível (um prato completo em restaurante popular custa entre ¥600 e ¥1.000), mas frutas e carnes de alta qualidade têm preços elevados.
🚆 Transporte: o passe de trem costuma ser pago pelas empresas japonesas para os funcionários, o que reduz bastante o custo mensal fixo de quem trabalha com carteira assinada (Shain).
💰 Reserva inicial recomendada: entre ¥500.000 e ¥800.000 (aproximadamente R$ 16.000 a R$ 25.600) para cobrir os primeiros três meses de aluguel, caução (shikikin), alimentação e emergências antes do primeiro salário.


Cidade Aluguel estúdio (mensal) Custo de vida vs. Tóquio
Tóquio ¥70.000 – ¥120.000 Referência (100%)
Osaka ¥50.000 – ¥85.000 20% a 30% mais barato
Nagoya ¥45.000 – ¥75.000 25% mais barato
Fukuoka ¥40.000 – ¥65.000 30% mais barato

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Cartões de crédito convencionais cobram IOF de 6,38% nas compras internacionais, além de um spread cambial que raramente é claro na fatura. Isso significa que, ao pagar o primeiro aluguel ou o shikikin (caução) direto do Brasil, você pode perder centenas de reais só em taxas escondidas. A Nomad trabalha com cotação comercial e IOF de apenas 1,1%, o que faz diferença real quando se está movendo valores de reserva inicial em ienes.


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Mercado de Trabalho: Profissões em Alta


Em 2026, os setores que mais contratam estrangeiros no Japão são:


1. TI e Software: desenvolvedores e especialistas em IA seguem entre os mais requisitados, com salários entre ¥400.000 e ¥700.000 mensais para quem já tem experiência internacional.
2. Engenharia Automotiva: foco em veículos elétricos, especialmente em Aichi (região da Toyota).
3. Cuidados de Idosos: uma demanda crescente devido ao envelhecimento populacional japonês, um dos mais acentuados do mundo.
4. Educação: professores de inglês e português (com certificação), com forte procura em regiões de grande comunidade brasileira.


Ao pesquisar sobre como morar no Japão, você perceberá que o mercado de trabalho está mais aberto para profissionais qualificados, especialmente nas áreas de tecnologia e engenharia — o que facilita bastante a obtenção do visto de trabalho e reduz o tempo de análise do COE.


Rua vibrante e moderna em Osaka, com sinais de néon e pessoas caminhando, representando a energia e o custo de vida acessível da cidade
Osaka combina custo de vida menor com forte demanda por profissionais em comércio e logística.




📱 Conectado no Japão desde o momento do pouso


Chegar em Narita ou Haneda sem internet ativa é um dos primeiros tropeços de quem está começando a vida no Japão — você vai precisar de mapas, tradutor e aplicativos de transporte assim que desembarcar, muito antes de conseguir abrir uma conta local. Um eSIM ativado antes do embarque resolve isso sem depender do Wi-Fi público do aeroporto.


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🚩 O Erro que a Maioria dos Brasileiros Comete ao Morar no Japão


A armadilha mais comum não é o visto, nem a papelada — é achar que vai conseguir alugar um apartamento sozinho assim que chegar, do mesmo jeito que faria no Brasil. No Japão, a maioria das imobiliárias exige um fiador japonês (連帯保証人, rentai hoshounin), alguém com renda comprovada disposto a assumir a responsabilidade em caso de inadimplência. Para quem chega sem rede de contatos japonesa, isso é um obstáculo real: uma pesquisa do Ministério da Justiça já apontou que cerca de 39% dos estrangeiros no país relataram ter sido recusados como locatários por não serem japoneses.


O resultado prático: muitos brasileiros desembarcam sem contrato de aluguel fechado, acabam presos em “weekly mansions” ou hotéis-cápsula caríssimos por semanas, gastando o dobro do que gastariam com um contrato formal — justamente porque não pesquisaram com antecedência as opções que aceitam estrangeiros sem fiador tradicional.


A solução é simples, mas exige planejamento antes do embarque: procurar imobiliárias especializadas em estrangeiros (como GaijinPot Apartments, Real Estate Japan e Village House), que trabalham com empresas fiadoras (保証会社, hoshou gaisha) em vez de exigir um fiador pessoal japonês. O custo é um pouco mais alto — geralmente entre 50% e 100% de um mês de aluguel, pago uma única vez —, mas elimina completamente a dependência de uma rede de contatos que a maioria dos brasileiros ainda não tem no primeiro mês de vida no país.


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Saúde e Seguro: A Proteção Indispensável


Aqui está o ponto crucial. Ao morar no Japão, você entrará no Shakai Hoken (Seguro Social, para funcionários CLT japonesa) ou no Kokumin Kenko Hoken (Seguro Nacional de Saúde, para autônomos e estudantes). Ambos cobrem cerca de 70% dos seus custos médicos, mas a inscrição não é automática no dia da chegada.


⚠️ O Alerta do Especialista: no período de transição — entre a chegada com visto aprovado e a formalização completa no sistema japonês, que pode levar algumas semanas — você não pode ficar sem proteção. Como explicamos no post sobre a diferença entre seguro viagem e seguro saúde, para o Japão a repatriação médica é caríssima devido à distância do Brasil. Ter um seguro viagem robusto no primeiro mês é o que separa um imprevisto controlável de uma dívida de dezenas de milhares de reais.


💡 Informação exclusiva que quase ninguém comenta: se você contribuiu para o sistema de pensão japonês (Kosei Nenkin ou Kokumin Nenkin) por pelo menos 6 meses e decide deixar o Japão antes de completar o tempo mínimo para se aposentar por lá, você tem direito a um reembolso parcial chamado Dattai Ichijikin. O detalhe que a maioria não sabe: desse valor é retido na fonte um imposto de 20,42%, mas esse imposto pode ser recuperado depois, via declaração com um representante fiscal no Japão. O pedido precisa ser feito em até 2 anos após a saída do país, e o cálculo é limitado a um teto de 60 meses de contribuição — mesmo que você tenha contribuído por mais tempo que isso.




Checklist: O Passo a Passo da Mudança


1. Documentação: tradução juramentada de diplomas e antecedentes criminais. Lembre-se sempre de apostilar os documentos originais ANTES de traduzi-los — fazer na ordem errada obriga a refazer tudo.
2. Saúde: realize um check-up completo no Brasil e garanta sua apólice de seguro viagem antes do embarque, cobrindo pelo menos os primeiros 30 a 60 dias.
3. Moradia: busque imobiliárias focadas em estrangeiros (como a GaijinPot Housing) que trabalhem com empresa fiadora, evitando a armadilha do fiador japonês pessoal.
4. Inscrição no Zairyu Card: sua identidade japonesa, que deve ser feita na prefeitura local em até 14 dias após a chegada — atraso pode gerar multa.


Vale reforçar: o Zairyu Card não é apenas um documento de identificação — é a porta de entrada para praticamente tudo o que vem depois, da abertura de conta bancária ao contrato de celular e à assinatura do aluguel. Sem ele em mãos, mesmo com o visto aprovado, você fica temporariamente impedido de resolver etapas essenciais da mudança, o que reforça ainda mais a importância de ter cobertura de seguro viagem ativa durante essa janela inicial de poucos dias entre o desembarque e a formalização completa.


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🏙️ As Melhores Cidades para Morar no Japão em 2026


Escolher onde morar no Japão depende diretamente do seu objetivo: carreira em tecnologia, qualidade de vida em família ou imersão cultural. Abaixo, listamos as cidades que oferecem as melhores infraestruturas para brasileiros.


1. Tóquio (Tokyo): O Epicentro das Oportunidades


Tóquio continua sendo a escolha número um para profissionais qualificados. É onde estão as sedes das maiores empresas multinacionais e as melhores vagas em TI e Finanças. Se você busca uma carreira de alto nível e não se importa com o ritmo frenético, Tóquio é imbatível — mas também é a cidade com maior oferta de serviços em inglês e a comunidade internacional mais vibrante do país. O custo, claro, é o mais elevado, especialmente em aluguel.


Passaporte brasileiro, Zairyu Card e tablet exibindo apólice de seguro viagem internacional para o Japão
Zairyu Card, passaporte e seguro viagem ativo: a tríade documental que todo brasileiro precisa organizar antes do embarque.


2. Osaka: O Coração Econômico e Gastronômico


Osaka é conhecida por ter uma população mais aberta e extrovertida, facilitando a adaptação social. O custo de vida é cerca de 20% a 30% menor que em Tóquio, mas a cidade mantém o mesmo nível de infraestrutura e entretenimento — sendo o hub perfeito para quem trabalha com comércio e logística. A proximidade com Kyoto e Nara ainda permite um equilíbrio entre modernidade e tradição nos fins de semana.


3. Nagoya: O Porto Seguro dos Brasileiros


Localizada na província de Aichi, Nagoya é o centro da indústria automotiva japonesa (lar da Toyota) e a região com a maior concentração de brasileiros no Japão. Aqui, você encontra escolas, mercados e serviços totalmente em português — ideal para quem busca estabilidade no setor industrial e deseja uma rede de apoio brasileira forte para a família.


4. Fukuoka: A Startup City do Japão


Fukuoka, na ilha de Kyushu, tornou-se uma espécie de “Silicon Valley” japonesa nos últimos anos. A prefeitura oferece incentivos agressivos para estrangeiros que desejam abrir startups. É uma cidade litorânea, com clima mais ameno e um custo de vida excelente, além de menos poluição e trânsito que Tóquio — frequentemente citada entre as cidades com melhor qualidade de vida da Ásia.


5. Yokohama: Estilo de Vida e Proximidade


A apenas 30 minutos de Tóquio, Yokohama oferece uma vida mais espaçosa e organizada. Ideal para quem trabalha em Tóquio, mas prefere morar em uma cidade com ruas largas, parques à beira-mar e um clima mais familiar — mantendo o acesso a tudo o que a capital oferece, com menor densidade populacional.


⚠️ Atenção: independentemente da cidade escolhida, os hospitais japoneses cobram valores altíssimos de quem ainda não tem o cartão de residente vinculado ao sistema nacional de saúde. Uma simples ida ao pronto-socorro sem cobertura pode custar o equivalente a um mês de aluguel. Proteja sua chegada e ainda economize 10% usando o código VAMOSVIAJARHOJE10. 👇


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🛡️ Planejamento de Saúde nas Grandes Metrópoles


Independentemente da cidade escolhida, a infraestrutura hospitalar no Japão é de primeiro mundo. No entanto, o custo para quem ainda não possui o cartão de residente é astronômico. Como enfatizamos no guia sobre a diferença de seguro viagem e seguro saúde, garantir uma apólice robusta para o seu primeiro mês em qualquer uma dessas cidades é o que separa um sonho de residência de um desastre financeiro.


Vida urbana e cotidiano no Japão, com destaque para transporte e organização das cidades
A rotina urbana japonesa é pontual, organizada e exige adaptação — mas recompensa com segurança e eficiência.


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🎌 Adaptação Cultural: O Que Ninguém Conta Antes da Mudança


Além da burocracia e das finanças, morar no Japão exige uma reprogramação de hábitos que pega muitos brasileiros de surpresa. A pontualidade não é uma sugestão — é uma expectativa social rígida, presente desde o trem que parte no segundo exato até reuniões de trabalho que começam sem tolerância. Chegar cinco minutos atrasado no Japão é interpretado de forma muito mais séria do que no Brasil, e isso vale tanto para o ambiente profissional quanto para compromissos pessoais.


A separação de lixo é outro ponto que costuma gerar confusão nos primeiros meses. Cada bairro tem regras específicas sobre o que pode ser descartado em quais dias, com categorias que vão de “combustível” a “não combustível”, recicláveis, PET, vidro e itens de grande porte — e o não cumprimento pode gerar reclamações formais dos vizinhos, algo levado a sério pela administração dos condomínios.


Já o idioma continua sendo a barreira mais citada por quem se muda para fora dos grandes centros. Em Tóquio e Osaka, é possível viver com inglês básico em boa parte das interações do dia a dia, especialmente em bancos, grandes redes de varejo e no ambiente corporativo internacional. Mas em órgãos públicos, clínicas médicas menores e no atendimento ao consumidor em geral, o japonês ainda é praticamente obrigatório — reforçando a importância de começar o estudo do idioma antes mesmo do embarque, e não depois de já estar instalado.




🏁 Conclusão: Vale a pena morar no Japão em 2026?


Sim, desde que haja planejamento. O Japão oferece uma qualidade de vida praticamente inigualável, segurança pública rara em qualquer lugar do mundo e um mercado de trabalho cada vez mais aberto para estrangeiros qualificados. Mas exige resiliência cultural e, principalmente, organização documental e financeira antes da chegada.


Os brasileiros que se dão bem no Japão são, quase sempre, os que resolvem o fiador antes de embarcar, chegam com reserva financeira compatível com os primeiros meses e mantêm proteção médica ativa até a formalização completa no sistema japonês. Se você está pronto para investir no seu futuro, comece organizando sua base legal e, acima de tudo, sua proteção de saúde para os primeiros meses.


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❓ FAQ: Perguntas Frequentes sobre Morar no Japão em 2026


1. Qual é o salário médio para brasileiros no Japão em 2026?
O salário varia conforme o setor. Profissionais de TI e engenharia podem ganhar entre ¥400.000 e ¥700.000 mensais. Já no setor industrial e de serviços, a média gira em torno de ¥200.000 a ¥300.000, dependendo das horas extras e da província.


2. É possível morar no Japão sem saber japonês?
Sim, especialmente em áreas de tecnologia ou em grandes multinacionais em Tóquio, onde o inglês é a língua principal. No entanto, para tarefas do dia a dia e integração social, o conhecimento básico (N5 ou N4) é altamente recomendado. Em cidades como Nagoya, a forte comunidade brasileira facilita a vida de quem ainda não domina o idioma.


3. Qual é a melhor cidade para brasileiros morarem no Japão?
Se você busca emprego imediato e suporte em português, Nagoya (Aichi) é a melhor opção. Se busca carreira em multinacionais e vida urbana, Tóquio é o ideal. Para quem prefere um custo de vida menor e um povo mais acolhedor, Osaka é a recomendação principal.


4. Como funciona o seguro de saúde para quem acaba de chegar ao Japão?
Ao obter o visto de residência, você é obrigado a se inscrever no Seguro Nacional de Saúde (Kokumin Kenko Hoken) ou no Shakai Hoken, se empregado. Porém, como o processo pode levar algumas semanas, é vital contratar um seguro viagem internacional para o primeiro mês, garantindo cobertura total contra acidentes e repatriação antes da formalização do sistema japonês.


5. O visto de estudante permite trabalhar no Japão?
Sim. Com a permissão de trabalho (Shikakugai Kyoka), estudantes podem trabalhar até 28 horas por semana durante o período de aulas e até 40 horas em períodos de férias escolares.


6. Quanto dinheiro preciso levar para morar no Japão inicialmente?
Recomenda-se uma reserva de pelo menos ¥500.000 a ¥800.000 (aproximadamente R$ 16.000 a R$ 25.600) para cobrir os primeiros três meses de aluguel, caução (shikikin), alimentação e emergências antes do primeiro salário.


7. Por que é tão difícil alugar um apartamento no Japão sem fiador?
A maioria das imobiliárias japonesas ainda exige um fiador (hoshounin) com renda comprovada, e muitas relutam em aceitar estrangeiros sem histórico local. A alternativa mais prática é recorrer a imobiliárias especializadas em estrangeiros que trabalham com empresas fiadoras (hoshou gaisha), eliminando a dependência de um fiador pessoal japonês.


8. O que é o Dattai Ichijikin e quem tem direito?
É o reembolso parcial das contribuições feitas ao sistema de pensão japonês por estrangeiros que deixam o país antes de completar o tempo mínimo para se aposentar por lá. Tem direito quem contribuiu por pelo menos 6 meses; o pedido deve ser feito em até 2 anos após a saída do Japão, e o valor sofre retenção de 20,42% de imposto na fonte, recuperável posteriormente.





Planejar o roteiro é a parte divertida, mas garantir que nada estrague seu sonho é a parte estratégica. Para a sua mudança em 2026 para o Japão, separei os 3 pilares essenciais que eu utilizo e recomendo para economizar e viver com total segurança:


🛡️ 1. Seguro Viagem: Sua paz de espírito


Imprevistos médicos no exterior podem custar o preço de um carro zero. Seja para um simples mal-estar ou uma emergência séria, o seguro é indispensável em todos os destinos — e ainda mais crítico no Japão, onde a repatriação médica é extremamente cara. Dica: use nosso comparador para encontrar o melhor custo-benefício.


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💳 2. Cartão Global: Pare de perder dinheiro no câmbio


Pagar 6,38% ou mais de IOF no cartão de crédito convencional é erro de amador. Use a Nomad para pagar a cotação comercial e apenas 1,1% de IOF. Aceito em quase todo o mundo e você ainda ganha até US$ 20 de cashback na primeira conversão usando o cupom VVH.


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📶 3. Chip Internacional: Conectado desde o pouso


Chegar em um país novo sem GPS, tradutor ou WhatsApp é um pesadelo. Com o chip internacional (ou eSIM), você já sai do avião com internet 4G/5G ilimitada. Não dependa de Wi-Fi público de aeroporto!


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Paisagem japonesa representando o estilo de vida e a rotina de quem decide morar no Japão
Do planejamento documental à adaptação cultural, morar no Japão em 2026 é uma decisão que recompensa quem se prepara com antecedência.




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