Plataforma 3 da estação de Paddington, sete e pouco da manhã de uma terça-feira de novembro. Eu olhava para a máquina de bilhetes e ela me cobrava £ 68 por uma passagem só de ida para Bath, a mesma que, comprada três semanas antes, teria custado £ 29. Foi ali, com o café esfriando na mão, que entendi o que nenhum vídeo tinha me contado: o mapa da Inglaterra é pequeno, mas o bilhete de trem não. Montar um roteiro de 5, 7 e 10 dias para a Inglaterra que caiba no bolso exige mais método do que parece.
Passei uma temporada de quatro meses na Inglaterra em 2023, trabalhando remoto como freelancer entre Londres e Manchester. Nesse tempo, recebi amigos e família, montei e refiz esses roteiros várias vezes e errei bastante em horário, bilhete e orçamento. Este guia é o resultado: três roteiros que eu mesmo testei, com os valores que paguei, atualizados para 2026.
Os três seguem a mesma lógica: Londres como base, bate-voltas de trem a partir dela e, nos dez dias, uma esticada para o norte. Assim, você começa pelo roteiro de 5 dias e pode crescer para 7 ou 10 sem refazer o planejamento, exatamente como aconteceu comigo.


Londres foi a minha base nos três roteiros: de lá saem os trens para quase tudo que vale a pena ver.
O que você vai aprender neste guia
- O que me surpreendeu na Inglaterra e o erro que eu cometi no meu primeiro roteiro
- Quanto eu gastei por dia e quanto custam os roteiros de 5, 7 e 10 dias em 2026
- O que eu precisei para entrar no país como brasileiro (ETA)
- Roteiro de 5 dias na Inglaterra, dia a dia
- Roteiro de 7 dias, com Oxford e Bath
- Roteiro de 10 dias, com York, Manchester e Liverpool
- O que ninguém te conta antes de ir e o que eu faria diferente se fosse hoje
💳 Pague sem taxas abusivas na Inglaterra
Vai viajar pela Inglaterra? Foi a conta que eu usei durante a minha temporada lá: pagar em libras com a cotação comercial, passar o cartão no metrô, transferir dinheiro para o Brasil e converter moeda sem o IOF alto do cartão de crédito comum. Gratuita e 100% online.
🎁 Use o cupom VVH e ganhe até US$ 20 de cashback na sua primeira conversão!
👉 ABRA SUA CONTA NOMAD GRATUITA E PAGUE SEM TAXAS NA INGLATERRA
O que me surpreendeu quando cheguei à Inglaterra
A primeira surpresa foi a escala. Achei que a Inglaterra seria um país de “ver em uma semana” e, em parte, é: de Londres, eu chegava a Oxford em cerca de uma hora e a Bath em pouco mais de uma hora e meia. O que eu não esperava era que essa facilidade custasse tão caro quando eu comprava passagem em cima da hora.
A segunda surpresa foi a luz. Em novembro, o sol se punha antes das 16h30 e quase tudo fechava entre 17h e 17h30. Cheguei à Torre de Londres às 16h10 e não vi nem metade. Desde então, eu planejo atrações pagas de manhã e deixo parques, pubs e passeios de rua para o fim do dia.
A terceira foi o dinheiro. Em quatro meses, usei dinheiro vivo duas vezes. Metrô, ônibus, mercado, pub e até banca de rua aceitavam cartão por aproximação, e eu me peguei sem saber quanto tinha na carteira. É prático, mas também facilita gastar mais do que o planejado.
A quarta, positiva: morando lá, descobri como a Inglaterra é generosa com quem gosta de museu. O Museu Britânico, a National Gallery, o Museu de História Natural e o V&A são gratuitos. Só nessa conta, deixei de gastar centenas de libras em cada visita de amigos.
O erro que a maioria dos brasileiros comete ao montar um roteiro para a Inglaterra
O erro que eu cometi no meu primeiro roteiro, e que vi amigos repetirem depois, foi empilhar bate-voltas em dias seguidos: Oxford na terça, Bath na quarta, Stonehenge na quinta. Voltei com a sensação de ter visto estações de trem e fachadas, e não cidades. Eu acordava às 6h e voltava às 21h, sem tempo para um pub ou um café sem pressa.
O segundo erro, que me custou dinheiro, foi comprar o trem na hora. Os bilhetes antecipados (Advance) costumam ser liberados com semanas de antecedência e, nas minhas viagens, ficaram entre £ 15 e £ 35 para Oxford e Bath. Os bilhetes comprados na estação, no mesmo dia, passaram de £ 50 e chegaram a £ 90 em horário de pico.
Hoje eu faço diferente: no máximo dois bate-voltas por semana, bilhetes comprados com antecedência e um dia leve depois de cada dia puxado. É esse princípio que está por trás dos três roteiros abaixo.
📌 Se você ainda está decidindo o que colocar na lista, eu deixei um panorama das atrações e regiões mais relevantes aqui: Guia de viagem para a Inglaterra
Uma coisa que eu faço antes de qualquer roteiro é separar o que é obrigatório do que é “bom ter”. Na Inglaterra, o obrigatório quase sempre cabe em cinco dias, e o resto é uma questão de gosto, de orçamento e da época do ano.
Faça a cotação do
seu seguro viagem aqui
🔒 Cotação gratuita · Use o cupom VAMOSVIAJARHOJE10 para 10% de desconto
Quanto eu gastei: custos reais do roteiro na Inglaterra em 2026
Anotei meus gastos durante toda a temporada e, quando recebi visitas, refiz as contas por dia. Os números abaixo são referências de 2026, em libras, já com hospedagem, transporte local, alimentação e atrações, sem a passagem aérea. Eu separei dois estilos: o econômico, que foi o meu na maior parte do tempo, e o confortável, que usei quando levei minha irmã.
| Estilo (por dia, por pessoa) | Valor em 2026 | O que inclui |
|---|---|---|
| Econômico | £ 90 a £ 130 | Hostel ou quarto simples, mercado e pub, transporte, 1 atração paga |
| Confortável | £ 180 a £ 260 | Hotel 3 a 4 estrelas em zona 1 ou 2, restaurantes, 2 atrações pagas |
| Roteiro | Econômico (total) | Confortável (total) |
|---|---|---|
| 5 dias | £ 450 a £ 650 | £ 900 a £ 1.300 |
| 7 dias | £ 630 a £ 910 | £ 1.260 a £ 1.820 |
| 10 dias | £ 900 a £ 1.300 | £ 1.800 a £ 2.600 |
A passagem aérea de São Paulo a Londres, nas vezes que pesquisei, variou de cerca de R$ 4.500 na baixa temporada, em voo direto, a mais de R$ 9.000 em julho e em dezembro. Eu sempre comparo pelo menos três datas de embarque antes de fechar, porque trocar a viagem de uma terça para uma quinta já me poupou mais de R$ 600.
Do aeroporto de Heathrow ao centro, eu fazia o caminho mais barato: o metrô custa uns £ 6 a £ 7, e a Elizabeth line, mais rápida, fica em torno de £ 13 a £ 14. O trem expresso, que eu usei uma única vez por pressa, custou cerca de £ 25 e me poupou poucos minutos.
📌 Quer pagar em libras sem perder dinheiro com taxas e IOF, como eu fiz? Veja se compensa: Vale a pena abrir conta na Nomad?
Para quem quer a conta completa, com passagem, hospedagem e extras, eu detalhei cada categoria em quanto custa viajar para a Inglaterra em 2026. Aqui, o que eu quero que você leve é a ordem de grandeza: em Londres, mesmo no modo econômico, eu raramente gastei menos de £ 90 por dia.


Hospedagem e trem foram os dois itens que mais pesaram no meu orçamento, nos três roteiros.
Documentação: o que eu precisei para entrar na Inglaterra
Para entrar como turista, eu não precisei de visto, mas precisei da ETA (Electronic Travel Authorisation), a autorização eletrônica obrigatória para brasileiros desde 2025. Fiz o meu pedido pelo aplicativo oficial do governo, paguei £ 16 e a resposta chegou rápido. Mesmo assim, eu recomendo pedir com pelo menos três dias úteis de antecedência, para não correr risco.
A ETA vale por dois anos, permite várias entradas e cada estadia pode durar até seis meses. Ela fica vinculada ao número do passaporte, então eu conferi a validade antes de pedir. Se o seu passaporte vencer em breve e você renovar depois, a autorização antiga deixa de servir.
Na fila de imigração, o oficial me perguntou quanto tempo eu ficaria, onde, e se eu tinha passagem de volta. Eu levava a reserva de hospedagem e a passagem de saída impressas, e a conversa durou menos de dois minutos. Quem chega sem essas respostas na ponta da língua costuma ser puxado para uma conversa mais longa.
📌 Quer saber se o seguro é obrigatório e como cotar sem errar, como eu fiz antes de embarcar? Confira: Seguro viagem internacional: como cotar
Como eu aproveitei a temporada para conhecer também a Europa continental, anotei um detalhe: o Reino Unido tem a ETA própria, mas, para entrar na área Schengen, eu passei a precisar do ETIAS, com previsão de início no último trimestre de 2026, custo de € 20 e validade de três anos. Se você pretende emendar Londres com Paris ou Amsterdã, vale checar o status antes de comprar a passagem.
Roteiros de 5, 7 e 10 dias para a Inglaterra
Antes dos dias, uma regra que eu aprendi: eu sempre fico hospedado em um único lugar em Londres, na zona 1 ou 2, e faço os bate-voltas de lá. Trocar de hotel a cada dois dias custa tempo e dinheiro. Para ficar bem localizado, eu usei South Kensington, Bayswater, London Bridge e a região de King's Cross.
Roteiro de 5 dias na Inglaterra: Londres e Windsor
Dia 1 — Westminster e o coração histórico.
Eu começo pela Abadia de Westminster e pelo Big Ben, ainda cedo, antes dos grupos. Depois, caminho pelo St James's Park até o Palácio de Buckingham e termino em Trafalgar Square, onde entro na National Gallery, que é gratuita. À noite, eu faço a caminhada à beira do Tâmisa, com as luzes do Parlamento refletidas na água.
Dia 2 — Torre de Londres, Tower Bridge e South Bank.
Eu chego na abertura da Torre de Londres, que custa cerca de £ 35 a £ 40 em 2026 e exige no mínimo três horas. Em seguida, atravesso a Tower Bridge, almoço no Borough Market antes das 11h30 para fugir da fila e sigo a pé pela margem sul até o Globe e a Tate Modern. No fim da tarde, eu reservo, de graça, o Sky Garden para ver o pôr do sol de cima.
Dia 3 — Museus e West End.
Eu passo a manhã inteira no Museu Britânico, que é gratuito e enorme, e escolho três salas em vez de tentar ver tudo. À tarde, eu caminho por Covent Garden, Soho e Chinatown. À noite, eu compro ingresso de última hora para um espetáculo no West End, que em alguns teatros sai por £ 25 a £ 45 no mesmo dia.
Dia 4 — Windsor (bate-volta).
Eu pego o trem em Paddington ou Waterloo e chego em Windsor em cerca de 40 a 55 minutos. O Castelo de Windsor custa cerca de £ 33 a £ 35 e, em alguns dias, fecha por eventos oficiais, então eu sempre confiro o calendário antes. Depois, cruzo a ponte até Eton e volto pelo caminho do Long Walk.
Dia 5 — Notting Hill, Hyde Park e despedida.
No último dia, eu faço Notting Hill com calma, passando pela Portobello Road (o mercado fica mais animado aos sábados), e depois sigo para o Hyde Park e o Kensington Gardens. Eu guardo a tarde para compras e para um jantar em um pub de bairro, longe dos pontos turísticos.


Com cinco dias, eu fecho o essencial de Londres e ainda tenho fôlego para um bate-volta tranquilo.
Roteiro de 7 dias na Inglaterra: Londres, Oxford e Bath
Para sete dias, eu uso os dias 1 a 4 do roteiro anterior, sem mudar nada, e acrescento duas cidades. O dia de Notting Hill vai para o final, e eu ganho uma folga a mais para respirar.
Dia 5 — Oxford.
Eu pego o trem em Paddington, com bilhete comprado com antecedência, e chego em cerca de uma hora. Visito Christ Church (a escadaria e o salão que inspiraram Harry Potter, com ingresso em torno de £ 20 e horário marcado), a Radcliffe Camera e o Mercado Coberto. Almoço em um pub antigo, e se for no verão, eu faço o passeio de punt no rio.
Dia 6 — Bath.
Eu saio cedo de Paddington e chego em Bath em pouco mais de uma hora e meia. Começo pelos Banhos Romanos, que ficam em torno de £ 30 a £ 35, passo pela Abadia e termino no Royal Crescent. O pãozinho Sally Lunn, que é quase um rito local, eu comi com chá no fim da tarde.
Dia 7 — Notting Hill, Hyde Park e despedida.
Eu repito o último dia do roteiro de 5 dias, mas agora com a sensação de quem já viu tudo o que queria. É o dia em que eu tiro fotos sem pressa e compro as lembranças.
💳 Pague sem taxas abusivas nos trens, museus e pubs da Inglaterra
Nos sete dias, eu paguei trem, ingressos e restaurantes quase sempre no cartão, e foi a Nomad que me poupou do IOF alto a cada compra. Quando eu fazia as contas no fim da semana, a diferença chegava a centenas de reais. Gratuita e 100% online.
🎁 Use o cupom VVH e ganhe até US$ 20 de cashback na sua primeira conversão!
👉 ABRA SUA CONTA NOMAD GRATUITA E PAGUE SEM TAXAS NA INGLATERRA
Roteiro de 10 dias na Inglaterra: Londres, Oxford, Bath, York, Manchester e Liverpool
Para dez dias, os dias 1 a 6 são os mesmos do roteiro de 7 dias. A partir do sétimo, eu deixo Londres e subo para o norte, e é aqui que eu mais gosto da Inglaterra, justamente porque é menos turística.
Dia 7 — Notting Hill pela manhã e trem para York.
Eu aproveito a manhã para Notting Hill e pego o trem de King's Cross para York no início da tarde. A viagem leva cerca de duas horas, e o bilhete comprado com antecedência saiu entre £ 30 e £ 70 nas minhas viagens. À noite, eu caminho pelas muralhas medievais.
Dia 8 — York.
Eu dedico o dia à Catedral de York Minster (ingresso em torno de £ 20 a £ 25), às ruelas de The Shambles e ao museu viking, que fica na faixa de £ 20 a £ 25. É a cidade em que eu mais caminhei sem destino e a que mais me lembrou que a Inglaterra vai muito além de Londres.
Dia 9 — Manchester.
Eu pego o trem de York para Manchester, com cerca de uma hora e meia de viagem, e passo a tarde no Northern Quarter, com seus bares e lojas independentes. Manchester foi onde eu morei por mais tempo; se o seu interesse for trabalhar, eu comparei as cidades em melhores cidades para trabalhar na Inglaterra, e Manchester aparece bem posicionada.
Dia 10 — Liverpool (bate-volta).
Eu pego o trem em Manchester Piccadilly e chego em Liverpool em cerca de 50 minutos. Visito o Albert Dock, o museu dos Beatles (ingresso em torno de £ 22 a £ 25) e caminho por Mathew Street. Volto a Manchester no fim da tarde e durmo perto do aeroporto, porque meu voo sai de manhã cedo.


O norte da Inglaterra foi a parte da viagem em que eu mais me senti fora do roteiro turístico tradicional.
💬 Grupo Gratuito no WhatsApp
Quer receber dicas de viagem, promoções e descontos exclusivos direto no seu celular? Entra no grupo gratuito do Vamos Viajar Hoje no WhatsApp — é só clicar abaixo!
Dicas práticas e o que ninguém te conta antes de ir
1. Use sempre o mesmo cartão (ou celular) para entrar e sair do metrô.
Aprendi isso pagando duas vezes. O metrô de Londres limita o gasto diário, mas esse limite vale por cartão. Quando eu troquei de cartão no meio do dia, o sistema tratou como duas viagens separadas e cobrou as tarifas máximas nas duas. Nunca mais fiz isso.
Se você quer entender como o cartão Nomad se comporta no dia a dia inglês, eu expliquei na prática em cartão Nomad na Inglaterra, incluindo o pagamento por aproximação no transporte público.
2. Fins de semana têm obras nos trens e no metrô.
Perdi parte de um domingo por causa de obras programadas (engineering works) que desviaram o trem e dobraram o tempo da viagem. Hoje, eu consulto os avisos oficiais do transporte antes de fechar qualquer bate-volta de sábado ou domingo.
3. Os quartos de hotel em Londres são pequenos.
No meu primeiro hotel, a mala aberta ocupava metade do chão. Quartos de 12 a 15 metros quadrados são comuns em zona 1 e 2, e muitos prédios antigos não têm elevador. Eu aprendi a viajar com uma mala só e a confirmar o elevador antes de reservar.
📌 Não quer chegar em Londres sem internet para abrir mapa, banco e aplicativos, como quase aconteceu comigo? Entenda como funciona: Chip internacional para viagem
4. Em pub, eu peço no balcão e pago na hora.
No primeiro pub, eu esperei o garçom por vinte minutos. Ninguém vem à mesa: você escolhe o lugar, vai ao balcão, faz o pedido e paga ali mesmo. Gorjeta, em muitos restaurantes, já vem como taxa de serviço (12,5%) na conta, então eu sempre olhava antes de acrescentar mais.
5. Almoço barato existe, e eu usei muito.
O chamado meal deal dos supermercados, com sanduíche, bebida e lanche, ficava em torno de £ 4. Nos dias de roteiro puxado, esse almoço me poupou £ 10 a £ 15 e ainda me deixou comer sentado em um parque, que é o melhor lugar da Inglaterra para almoçar.
6. O fuso e a tomada.
Londres fica 3 horas à frente de Brasília no inverno e 4 horas no verão europeu, o que muda o horário de falar com a família. A tomada é do tipo G, de três pinos retangulares, e eu cheguei sem adaptador na primeira vez e paguei £ 12 por um no aeroporto.
O que eu faria diferente se fosse hoje
Se eu fosse montar o meu primeiro roteiro de novo, a primeira mudança seria comprar todos os trens com mais de um mês de antecedência. Em Bath, Oxford e York, a diferença entre comprar antes e comprar na hora, somada, passou de £ 120 em uma única viagem. É a economia mais fácil que eu deixei passar.
A segunda mudança seria resolver a internet antes de pousar. No dia em que cheguei, perdi quase uma hora tentando ativar um chip no aeroporto, com a fila andando e o celular sem sinal. Hoje eu ativo o eSIM em casa e, se você quer ver como funciona cada opção, vale ler como ter internet na Inglaterra antes de embarcar.
A terceira seria cortar atrações pagas. Eu paguei o London Eye uma vez, em £ 30 e poucos, e a vista do Sky Garden, que é gratuita, me agradou mais. Hoje eu priorizo museus gratuitos, parques e caminhadas, e reservo o dinheiro para uma ou duas atrações que realmente me interessam.
Por fim, eu viajaria fora do inverno profundo, em abril, maio ou setembro, quando o dia é longo e o clima ajuda. Em dezembro, o roteiro de 7 dias que eu fiz foi bonito, mas escuro, e eu terminei cada dia mais cedo do que queria.
📱 Conectado na Inglaterra desde o momento do pouso
Eu sei o quanto é ruim chegar em Londres sem internet: sem mapa, sem aplicativo de transporte e sem avisar a família. Com um eSIM ativado antes de embarcar, eu já saio do avião conectado e consigo comprar o trem, abrir o mapa e pedir o transporte sem depender de Wi-Fi público.
👉 COMPRE SEU ESIM PARA A INGLATERRA E RECEBA EM CASA
Vale a pena? Minha perspectiva realista sobre os roteiros
Depois de montar e refazer esses roteiros, a minha conclusão é que a Inglaterra vale a pena, mas cobra caro de quem improvisa. Eu me diverti muito, caminhei mais do que em qualquer outro país em que morei e comi bem em lugares simples. Também gastei mais do que previa e perdi dias por falta de planejamento.
| Roteiro | Quando eu recomendo |
|---|---|
| 5 dias | Primeira viagem, orçamento apertado, pouco tempo de férias |
| 7 dias | É o que eu mais indico: equilibra Londres e cidades históricas |
| 10 dias | Segunda viagem ou quem quer sair do circuito clássico |


Com planejamento, eu consegui viver a Inglaterra sem estourar o orçamento nem perder a viagem em filas de trem.
Se a sua dúvida é mais ampla, sobre morar, estudar ou trabalhar por lá, eu já escrevi a minha análise completa em Inglaterra vale a pena para brasileiros em 2026, com os números de custo de vida e visto.
Conclusão
Se eu pudesse resumir o que aprendi em uma frase, seria esta: na Inglaterra, o roteiro bom é o que respeita o relógio, o trem e o bolso. Com cinco dias, você tem o essencial de Londres. Com sete, ganha Oxford e Bath. Com dez, descobre um país que vai bem além do cartão-postal.
Eu voltei da Inglaterra com a certeza de que o planejamento custa menos do que o improviso, em libras e em tempo. Escolha o seu roteiro, compre os trens com antecedência, resolva dinheiro e internet antes de pousar e deixe espaço para um pub sem pressa. É isso que eu faria de novo.
💳 Antes de embarcar para a Inglaterra, organize o seu dinheiro
Se eu pudesse dar um único conselho financeiro, seria abrir a conta antes da viagem. Foi o que eu fiz: converti reais em libras com a taxa real, paguei trem, museu e pub sem surpresa na fatura e mantive o controle do orçamento ao longo dos dias. Gratuita e 100% online.
🎁 Use o cupom VVH e ganhe até US$ 20 de cashback na sua primeira conversão!
👉 ABRA SUA CONTA NOMAD GRATUITA E PAGUE SEM TAXAS NA INGLATERRA
Perguntas Frequentes sobre o roteiro de 5, 7 e 10 dias na Inglaterra
Qual é o melhor roteiro para a Inglaterra: 5, 7 ou 10 dias?
Eu recomendo 7 dias para a primeira viagem, porque equilibra Londres com Oxford e Bath sem correria. Com 5 dias, eu fecho o essencial de Londres e Windsor. Com 10 dias, eu incluo York, Manchester e Liverpool.
Brasileiro precisa de visto para viajar para a Inglaterra?
Não precisa de visto para turismo de até seis meses, mas precisa da ETA (autorização eletrônica de viagem), que eu paguei £ 16 pelo aplicativo oficial do governo britânico. Ela vale por dois anos e permite várias entradas.
Quanto custa o roteiro de 7 dias na Inglaterra em 2026?
Nas minhas contas, sem a passagem aérea, o estilo econômico fica entre £ 630 e £ 910 e o confortável entre £ 1.260 e £ 1.820 por pessoa. A hospedagem e o trem são os itens que mais pesam.
Preciso alugar carro para fazer o roteiro?
Não. Eu fiz todos os roteiros de trem e metrô, e foi mais barato e mais prático do que dirigir. Na Inglaterra, o volante fica do lado direito e a mão é pela esquerda, o que eu nunca quis testar em estrada.
Qual é a melhor época para viajar para a Inglaterra?
Eu prefiro abril, maio e setembro, com dias longos e temperaturas amenas. O verão é mais caro e cheio, e o inverno é bonito, mas escurece antes das 16h30 e muitas atrações fecham cedo.
Posso usar cartão brasileiro no metrô de Londres?
Sim, eu usei cartão e celular por aproximação no metrô e nos ônibus. O importante é usar sempre o mesmo cartão ou dispositivo para entrar e sair, para que o limite diário de tarifa seja aplicado corretamente.
Onde ficar em Londres para um roteiro de poucos dias?
Eu fiquei em South Kensington, Bayswater, London Bridge e King's Cross, todas na zona 1 ou 2, com metrô e trem por perto. Eu escolheria a região conforme a estação de partida dos bate-voltas que pretendo fazer.
Vale a pena comprar passes de atrações em Londres?
Para o meu estilo, não compensou. Como os principais museus são gratuitos e eu escolhia uma ou duas atrações pagas por dia, comprar ingressos individuais, com horário marcado, saiu mais barato do que um passe.
Planejar o roteiro é a parte divertida, mas garantir que nada estrague seu sonho é a parte estratégica. Para a sua viagem em 2026 para a Inglaterra, separei os 3 pilares essenciais que eu utilizo e recomendo para economizar e viajar com total segurança:
🛡️ 1. Seguro Viagem: Sua paz de espírito
Imprevistos médicos no exterior podem custar o preço de um carro zero. Seja para um simples mal-estar ou uma emergência séria, o seguro é indispensável em todos os destinos. Dica: Use nosso comparador para encontrar o melhor custo-benefício.
👉 CLIQUE AQUI E FAÇA SUA COTAÇÃO COM DESCONTO
💳 2. Cartão Global: Pare de perder dinheiro no câmbio
Pagar 4,38% ou mais de IOF no cartão de crédito convencional é erro de amador. Use a Nomad para pagar a cotação comercial e apenas 1,1% de IOF. É aceito em quase todo o mundo e você economiza muito na conversão. Use o cupom VVH e ganhe até US$ 20 de cashback na primeira conversão.
👉 ABRA SUA CONTA NOMAD E GANHE ATÉ US$ 20 DE CASHBACK
📶 3. Chip Internacional: Conectado desde o pouso
Chegar em um país novo sem GPS, tradutor ou WhatsApp é um pesadelo. Com o chip internacional (ou eSIM), você já sai do avião com internet 4G/5G ilimitada. Não dependa de Wi-Fi público de aeroporto!
👉 COMPRE SEU CHIP INTERNACIONAL AQUI E RECEBA EM CASA
Siga o Vamos Viajar Hoje e não perca nenhuma dica:

