
Malta é um daqueles destinos que surpreendem até quem já viajou muito pela Europa. Quem decide viajar para Malta encontra um arquipélago mediterrâneo com mais de sete mil anos de história, águas turquesa de tirar o fôlego, uma gastronomia única e uma energia que mistura o antigo com o moderno de forma muito especial.
Com apenas 316 km², Malta é um dos menores países do mundo — mas não há nada de pequeno no que ela oferece. São três ilhas principais — Malta, Gozo e Comino — repletas de templos milenares, praias escondidas, fortalezas medievais e uma vida noturna que anima qualquer viajante.
Neste guia completo e atualizado para 2026, você vai encontrar tudo o que precisa para planejar a sua viagem do zero: documentos necessários, custos reais, roteiro por dias, dicas de hospedagem, transporte interno, ETIAS, seguro viagem e muito mais. Vamos lá?
O que você vai aprender neste guia
- Se brasileiro precisa de visto para Malta e o que é o ETIAS
- Quanto custa viajar para Malta em 2026 (passagem, hotel, comida e passeios)
- Qual a melhor época para visitar Malta
- Roteiro de 5 a 7 dias com o que fazer em cada ilha
- Como se locomover dentro de Malta sem gastar muito
- Onde se hospedar (melhores regiões por perfil de viajante)
- Dicas de seguro viagem, eSIM e cartão sem taxas para usar em Malta
- Tudo sobre o ETIAS (previsão: último trimestre de 2026)
📌 Aproveite para ler também: O Guia Definitivo dos Sobrenomes para Cidadania Europeia em 2026: Do Nome ao Passaporte
Malta para brasileiros: precisa de visto?

Essa é a primeira dúvida de quem quer viajar para Malta. E a resposta é boa: brasileiros não precisam de visto para entrar em Malta para fins turísticos por até 90 dias, dentro de um período de 180 dias.
Malta é membro da União Europeia e faz parte do Espaço Schengen. Isso significa que, com o passaporte brasileiro válido, você pode entrar e circular pelo país sem burocracia de visto.
O que você precisa ter em mãos ao embarcar:
- Passaporte com validade mínima de 6 meses além da data de retorno
- Comprovante de hospedagem
- Passagem de retorno ou continuação
- Seguro viagem com cobertura mínima de €30.000 para despesas médicas (obrigatório pelo Tratado de Schengen)
- Comprovante de recursos financeiros suficientes para a estadia
💡 Você também vai gostar de conferir: Aluguel de Carro na Europa 2026: Como Economizar e Não Cair em Pegadinhas
Atenção ao ETIAS em 2026
O ETIAS (European Travel Information and Authorization System) é uma autorização eletrônica de viagem que a União Europeia vai exigir de turistas de países isentos de visto, incluindo o Brasil. A previsão atual é de implementação no último trimestre de 2026.
O ETIAS não é um visto — é uma autorização pré-viagem feita online, semelhante ao ESTA americano. O custo será de €20, com validade de 3 anos ou até o vencimento do passaporte. Para quem planeja viajar para Malta ainda em 2026, fique atento às atualizações sobre a data exata de entrada em vigor.
Quanto custa viajar para Malta em 2026?

Malta não é o destino mais barato da Europa, mas também está longe de ser o mais caro. Com planejamento, é totalmente possível fazer uma viagem incrível sem estourar o orçamento.
Veja abaixo uma estimativa de custos reais para 2026, com base em dados atualizados:
Passagem aérea
Não há voos diretos do Brasil para Malta. A viagem sempre envolve ao menos uma escala na Europa — os hubs mais comuns são Lisboa, Roma, Londres, Frankfurt e Zurique.
| Tipo de voo | Custo estimado (ida e volta) |
|---|---|
| Econômica com 1 escala | R$ 5.500 – R$ 9.000 |
| Econômica com 2 escalas | R$ 4.000 – R$ 6.500 |
| Alta temporada (julho/agosto) | R$ 8.000 – R$ 13.000 |
Dica: pesquise voos para Roma ou Lisboa e adicione um voo interno europeu até Malta (há opções a partir de €30 com companhias low-cost como Ryanair e Wizz Air).
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Hospedagem
| Tipo de hospedagem | Custo médio por diária (2026) |
|---|---|
| Hostel (dorm) | €20 – €40 |
| Hotel 3 estrelas | €80 – €130 |
| Hotel 4 estrelas | €130 – €220 |
| Apartamento (Airbnb) | €60 – €120 |
Os preços aumentam consideravelmente em julho e agosto. Valletta e Sliema são as regiões mais caras; Mellieħa e Marsaskala oferecem opções mais acessíveis.
Alimentação
| Refeição | Custo estimado |
|---|---|
| Pastizzi (lanche típico maltês) | €0,50 – €1,00 |
| Refeição em restaurante simples | €10 – €18 por pessoa |
| Jantar em restaurante médio (2 pessoas, 3 pratos) | €45 – €110 |
| Combo fast food | €9 – €12 |
| Supermercado (dia) | €15 – €25 por pessoa |
Transporte interno
| Tipo | Custo |
|---|---|
| Passagem de ônibus avulsa | €2,50 |
| Passagem de ônibus com cartão | €1,59 |
| Cartão Tallinja Explore (7 dias ilimitado) | €21 |
| Táxi do aeroporto ao centro | €15 – €25 |
| Aluguel de carro (por dia) | €30 – €60 |
Passeios
| Passeio | Custo estimado |
|---|---|
| Passeio de barco para Comino e Lagoa Azul | €20 – €35 |
| Excursão guiada a Gozo (dia inteiro) | €40 – €60 |
| Heritage Malta Multisite Pass (museus e templos) | €50 |
| Hop-on hop-off bus (1 dia) | €20 – €30 |
Custo total estimado para 7 dias (2026)
| Perfil de viajante | Gasto diário estimado | Total (7 dias) |
|---|---|---|
| Mochileiro econômico | US$ 70 – US$ 90 | R$ 3.500 – R$ 4.500 |
| Viajante intermediário | US$ 130 – US$ 160 | R$ 6.500 – R$ 8.000 |
| Viajante confortável/luxo | US$ 200+ | R$ 10.000+ |
Valores sem passagem aérea. Câmbio de referência: 2026.
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Melhor época para viajar para Malta
Malta tem um clima mediterrâneo privilegiado o ano todo, mas cada estação oferece uma experiência diferente.
Primavera (março a maio) — Temperatura entre 15°C e 22°C, flores por todo lado, poucas filas nos pontos turísticos e preços mais acessíveis. Uma das melhores épocas para visitar Malta se você quer equilibrar clima agradável e economia.
Verão (junho a setembro) — Temperatura entre 28°C e 35°C, mar quente e azul, vida noturna intensa. É a alta temporada: os preços disparam, as praias ficam lotadas e os restaurantes têm fila. Julho e agosto são os meses mais caros e movimentados. Se puder, prefira junho ou setembro.
Outono (outubro a novembro) — Temperaturas ainda agradáveis (entre 18°C e 25°C), o mar continua convidativo e os preços começam a cair. Ótima escolha para quem quer tranquilidade com bom clima.
Inverno (dezembro a fevereiro) — Temperatura entre 10°C e 17°C, com alguma chuva. É a baixa temporada: hotéis e voos ficam bem mais baratos, os museus estão tranquilos e você vive Malta como os locais vivem. Perfeito para quem prioriza cultura e história.
A recomendação geral é evitar julho e agosto se possível. As melhores opções de custo-benefício são setembro/outubro e abril/maio.
O que fazer em Malta: roteiro de 7 dias

Malta tem tanto a oferecer que 7 dias passam voando. Veja como organizar sua visita de forma eficiente:
Dia 1 — Chegada e Valletta
Comece pela capital — e Patrimônio Mundial da UNESCO. Valletta é uma das cidades mais densas de monumentos do mundo para o seu tamanho.
- Upper Barrakka Gardens: vista panorâmica do Grand Harbour
- Co-Catedral de São João: interior barroco deslumbrante, com obras de Caravaggio
- Palácio do Grão-Mestre
- Passeio pela Strait Street (rua histórica com bares e cafés)
Valletta tem tudo para surpreender quem a visita pela primeira vez. Reserve pelo menos um dia inteiro para explorar sem pressa.
Dia 2 — Mdina e Rabat
Mdina é chamada de “Cidade Silenciosa” — e faz jus ao nome. Com apenas 300 moradores, é uma das cidades medievais mais bem preservadas da Europa.
- Catedral de São Paulo em Mdina
- Passeio pelas ruas de paralelepípedos dentro das muralhas
- Rabat: Catacumbas de São Paulo e Igreja de São Paulo
- Pôr do sol nas muralhas de Mdina (um dos mais bonitos de Malta)
Dia 3 — Praias do Norte: Mellieħa e Golden Bay
O norte de Malta concentra as melhores praias da ilha principal.
- Baía de Mellieħa: a maior praia de areia de Malta, ótima para famílias
- Golden Bay: praia famosa com vista para o pôr do sol
- Gnejna Bay: mais tranquila e escondida, para quem quer fugir do turismo
Alugue um carro ou use o Tallinja Explore para circular livremente pelo norte.
Dia 4 — Comino e a Lagoa Azul
A Lagoa Azul é, sem dúvida, um dos lugares mais fotografados do Mediterrâneo — e ela realmente impressiona ao vivo.
- Passeio de barco saindo de Malta ou Gozo
- Lagoa Azul (Blue Lagoon): águas cristalinas de cor turquesa intensa
- Lagoa de Cristal: alternativa com menos pessoas
- Circum-navegação da ilha de Comino
Atenção: o acesso à Lagoa Azul é pelas pedras, então use calçado adequado. Em alta temporada, chegue cedo para garantir um bom lugar.
Dia 5 — Gozo (dia inteiro ou pernoite)
Gozo é o oposto de Malta no ritmo: mais calma, mais verde, mais autêntica. Vale muito a pena passar ao menos um dia inteiro — ou pernoitar.
- Cittadella (fortaleza medieval no alto de Victoria)
- Azure Window foi destruída em 2017, mas o Inland Sea nas proximidades ainda é lindo
- Dwejra Bay: paisagem única de água que penetra terra adentro
- Ramla Bay: a mais bonita praia de Gozo, com areia avermelhada
- Ggantija: templos megalíticos mais antigos que Stonehenge
A travessia entre Malta e Gozo é feita de ferry (cerca de 25 minutos) a partir de Cirkewwa.
Dia 6 — Três Cidades e Marsaxlokk
As Três Cidades (Vittoriosa, Senglea e Cospicua) ficam do outro lado do Grand Harbour em relação a Valletta. São menos turísticas e muito mais autênticas.
- Vittoriosa: berço dos Cavaleiros de Malta, com fortaleza e museus
- Passeio de barco tradicional (dgħajsa) pelo Grand Harbour
- Senglea: mirante com vistas espetaculares de Valletta
- Marsaxlokk: vila de pescadores com mercado de domingo e barcos tradicionais coloridos (luzzu)
Não deixe de provar o peixe fresco em algum restaurante à beira-mar em Marsaxlokk. É a melhor refeição de frutos do mar que você vai ter em Malta.
Dia 7 — Templos megalíticos e compras
- Templos de Hagar Qim e Mnajdra: mais antigos que as pirâmides do Egito (5.000 a.C.)
- Gruta Azul (Blue Grotto): imperdível de barco
- Último passeio por Sliema e St. Julian’s para compras e souvenirs
- Jantar de despedida em Paceville (a área de bares e restaurantes mais animada de Malta)
Onde se hospedar em Malta

A escolha da região de hospedagem vai definir muito o ritmo da sua viagem.
Valletta — Para quem quer praticidade total: tudo a pé, muita história e restaurantes de qualidade. Mais caro, mas vale cada euro para uma experiência imersiva.
Sliema — A área mais moderna e urbana. Ótima para shopping, restaurantes variados e acesso fácil de ônibus para o resto da ilha. Boa opção custo-benefício.
St. Julian’s / Paceville — Para os mais jovens e quem curte vida noturna. Agitado, com boa oferta de restaurantes e bares. Também tem ótimas opções de hospedagem.
Mellieħa — Para quem quer praias e tranquilidade. Mais afastado dos centros turísticos, mas muito mais calmo. Ótimo para casais e famílias.
Gozo — Para quem quer se desligar de tudo. Pouquíssimo trânsito, natureza deslumbrante e ritmo de vida completamente diferente.
Como se locomover dentro de Malta
Malta tem um sistema de ônibus público que cobre praticamente toda a ilha. A central de ônibus fica em Valletta, próxima à Fonte Triton.
O Cartão Tallinja Explore (€21) dá direito a viagens ilimitadas por 7 dias nos ônibus de Malta e Gozo — e é disparado a melhor opção para turistas. Já o Tallinja Explore Plus (€39) inclui ônibus turístico hop-on hop-off, mas o custo raramente compensa.
Para circular com mais liberdade, especialmente para praias e zonas rurais, o aluguel de carro é uma excelente alternativa. Lembre-se: em Malta, o trânsito é pela esquerda (herança britânica). Planeje com antecedência em alta temporada, pois as ruas das cidades antigas são muito estreitas.
O ferry para Gozo parte de Cirkewwa e é frequente — cerca de 25 minutos de travessia. Para Comino, o acesso é exclusivamente por barco (não há ferry regular; contrate um passeio ou barco de táxi).
Seguro viagem para Malta: obrigatório e essencial
O seguro viagem é obrigatório para entrar em Malta, que é membro do Espaço Schengen. A cobertura mínima exigida é de €30.000 para despesas médicas e hospitalares.
Além da obrigatoriedade legal, um bom seguro viagem te protege contra cancelamentos, extravio de bagagem, atraso de voo, acidentes durante passeios e muito mais.
Os preços variam conforme a cobertura, a idade do viajante e a duração da viagem. Em 2026, é possível encontrar planos a partir de R$ 11 por dia para Malta.
💳 Wise — Pague sem taxas em Malta
Malta usa o euro (€) como moeda oficial. Isso facilita a vida de quem já viajou por outros países da zona do euro, mas pode pesar no bolso se você usar cartão de crédito comum com IOF e taxas de câmbio desfavoráveis.
A Wise é a alternativa mais inteligente para brasileiros que viajam para Malta. Com uma conta multimoeda gratuita, você converte reais para euros com câmbio comercial real — sem margem de lucro escondida e sem taxas abusivas. Também é possível pedir o cartão de débito internacional, aceito em Malta e em mais de 150 países.
Na prática, você economiza em cada compra, restaurante e passeio que pagar em euro.
📱 eSIM — Fique conectado em Malta
Malta tem boa cobertura de dados móveis, e se manter conectado é fundamental para navegar no Google Maps pelas ruas estreitas de Valletta, checar horários de ferry para Gozo e postar aquela foto da Lagoa Azul em tempo real.
Em vez de comprar chip local na chegada (com custo e burocracia), ative um eSIM internacional antes de embarcar. É muito mais prático: você chega já conectado, sem fila, sem adaptador.
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FAQ — Perguntas frequentes sobre viajar para Malta
1. Brasileiro precisa de visto para Malta? Não. Brasileiros podem entrar em Malta sem visto para estadias turísticas de até 90 dias em um período de 180 dias. Basta ter passaporte válido, comprovante de hospedagem, passagem de retorno, seguro viagem e recursos financeiros suficientes. A partir do último trimestre de 2026, será necessário solicitar o ETIAS (autorização eletrônica de €20, válida por 3 anos) antes de embarcar.
2. Qual a moeda de Malta? Malta usa o euro (€) desde 2008. Não é necessário trocar moeda ao chegar — os euros de qualquer país da zona do euro são aceitos. Para evitar taxas abusivas, use cartão da Wise ou similar com câmbio comercial.
3. Seguro viagem é obrigatório para Malta? Sim, é obrigatório. Malta faz parte do Espaço Schengen e exige que o turista possua seguro com cobertura mínima de €30.000 para despesas médicas e hospitalares. Além da exigência legal, o seguro é altamente recomendado para qualquer emergência durante a viagem.
4. Qual a melhor época para viajar para Malta? Setembro/outubro e abril/maio são as épocas mais recomendadas: clima agradável, preços mais acessíveis e menos filas. Julho e agosto são os meses mais caros e movimentados. O inverno (dezembro a fevereiro) é ideal para quem prioriza museus e cultura com preços reduzidos.
5. Como se locomover em Malta sem carro? O sistema de ônibus público é eficiente e acessível. O Cartão Tallinja Explore (€21) oferece viagens ilimitadas por 7 dias em Malta e Gozo. Para quem quer mais flexibilidade, o aluguel de carro é uma boa opção — mas lembre-se que em Malta se dirige pela esquerda.
6. Vale a pena visitar Gozo e Comino? Absolutamente. Gozo tem um ritmo completamente diferente de Malta: mais verde, mais calma e com atrações únicas como a Cittadella e os templos de Ggantija. Comino é famosa pela Lagoa Azul — uma das paisagens mais bonitas do Mediterrâneo. Reserve pelo menos um dia para cada ilha.
7. Malta é segura para turistas brasileiros? Sim, Malta é considerada um dos países mais seguros da Europa, com baixíssimos índices de criminalidade. Os turistas raramente relatam problemas de segurança. Como em qualquer destino, bom senso e atenção básica são suficientes.
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Viajar para Malta é uma experiência que combina história milenar, beleza natural e uma hospitalidade mediterrânea que não se encontra em qualquer lugar. Em poucas horas de voo (com escala), você pode estar explorando templos mais antigos que Stonehenge, mergulhando nas águas cristalinas da Lagoa Azul e provando um pastizzi fresquinho numa viela de Valletta.
Com o planejamento certo — seguro viagem contratado, cartão sem taxas no bolso e eSIM ativado antes de embarcar — sua viagem para Malta em 2026 vai ser muito mais tranquila e econômica.
Você já visitou Malta ou está planejando sua primeira vez? Deixe um comentário abaixo com suas dúvidas ou conta como foi sua experiência. Adoramos trocar dicas com quem já viveu esse destino de perto!
Planejar o roteiro é a parte divertida, mas garantir que nada estrague seu sonho é a parte estratégica. Para a sua viagem em 2026 para Malta , separei os 3 pilares essenciais que eu utilizo e recomendo para economizar e viajar com total segurança:
🛡️ 1. Seguro Viagem: Sua paz de espírito
Imprevistos médicos no exterior podem custar o preço de um carro zero. Seja para um simples mal-estar ou uma emergência séria, o seguro é obrigatório em muitos países e indispensável em todos. Dica: Use nosso comparador para encontrar o melhor custo-benefício.
💳 2. Cartão Global: Pare de perder dinheiro no câmbio
Pagar 4,38% ou mais de IOF no cartão de crédito convencional é erro de amador. Use um cartão internacional digital (como Wise ou Nomad) para pagar a cotação comercial e apenas 1,1% de IOF. É aceito em quase todo o mundo e você economiza muito na conversão.
📶 3. Chip Internacional: Conectado desde o pouso
Chegar em um país novo sem GPS, tradutor ou WhatsApp é um pesadelo. Com o chip internacional (ou eSIM), você já sai do avião com internet 4G/5G ilimitada. Não dependa de Wi-Fi público de aeroporto!
