Viajar para o Paraguai em 2026: Guia completo para o Turismo

Viajar para o Paraguai em 2026 é uma das decisões mais inteligentes que um brasileiro pode tomar: o país vizinho surpreende quem espera encontrar apenas lojas de eletrônicos em Ciudad del Este. O Paraguai esconde ruínas jesuíticas que rivalizam com as da Argentina, cachoeiras quase desconhecidas, uma capital com vida noturna vibrante e uma gastronomia única que mistura influência guarani com tradição europeia. E tudo isso a um custo muito abaixo do que você pagaria em outros destinos da América do Sul.


Para quem viaja saindo do Brasil, a vantagem é ainda maior: fronteira terrestre acessível, sem necessidade de visto, moeda local (o guarani) favorável ao real e uma infraestrutura turística que vem crescendo de forma consistente. Mas engana-se quem acha que é só aparecer e pronto — o Paraguai tem peculiaridades que pegam o turista desprevenido e que fazem toda a diferença entre uma viagem ótima e uma experiência frustrante.


Neste guia completo sobre como viajar para o Paraguai, você vai encontrar tudo que precisa saber para planejar sua viagem com segurança, economia e sem surpresas desagradáveis no caminho.


Viajar para o Paraguai em 2026 — compras em Ciudad del Este com turistas brasileiros
Ciudad del Este é o principal destino de compras do Paraguai, mas o país tem muito mais a oferecer em 2026.


O que você vai aprender neste guia


  • Documentos necessários para brasileiros entrarem no Paraguai
  • Como chegar ao Paraguai de carro, ônibus e avião
  • Quanto custa viajar para o Paraguai em 2026 (com tabelas de custos reais)
  • Onde ficar: melhores regiões e opções de hospedagem
  • O que fazer além de compras em Ciudad del Este
  • Gastronomia, segurança e dicas que os concorrentes não contam
  • Seguro viagem para o Paraguai: por que é indispensável mesmo sendo país vizinho

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Documentos para entrar no Paraguai: o que os brasileiros precisam saber


A boa notícia é que brasileiros não precisam de visto para entrar no Paraguai. O acesso é feito com passaporte ou RG — mas há um detalhe que muita gente ignora e que pode arruinar a viagem logo na fronteira: o documento precisa estar em perfeito estado de conservação. RGs amassados, com foto desgastada, plastificação levantada ou com qualquer tipo de rasura são frequentemente recusados nas fronteiras paraguaias.


Outro ponto que confunde viajantes de primeira viagem: a “entrada” no Paraguai não é automática só porque você cruzou a Ponte da Amizade ou a Ponte Internacional. Você precisa carimbar o passaporte tanto na saída do Brasil (Polícia Federal) quanto na entrada do Paraguai (Migraciones). Turistas que deixam esse carimbo de lado ficam em situação irregular, o que pode gerar multas e dificuldades na saída — especialmente se a viagem durar mais de um dia.


Para viagens com crianças, as regras são ainda mais rigorosas. Menores desacompanhados ou viajando com apenas um dos pais precisam de autorização do responsável ausente, reconhecida em cartório, e dependendo da situação, pode ser exigida a apostila de Haia. Sempre apostile o documento antes de traduzir — a ordem importa.


O prazo de permanência permitido para turistas brasileiros no Paraguai é de até 90 dias por semestre. Ultrapassar esse período sem regularizar a situação gera multa diária no momento da saída.


📌 Aproveite para ler também: Morar no Paraguai: tudo que você precisa saber antes de se mudar


Como chegar ao Paraguai saindo do Brasil


De carro ou ônibus pela fronteira terrestre


A rota mais usada por brasileiros é a travessia pela Ponte da Amizade, que liga Foz do Iguaçu (PR) a Ciudad del Este. É a fronteira mais movimentada da América do Sul e, em dias de pico (especialmente fins de semana e feriados), a fila de carros pode durar horas. A dica dos moradores locais é atravessar cedo, antes das 8h, ou em dias de semana fora de período de férias.


Outra opção menos conhecida é a fronteira de Ponta Porã (MS) com Pedro Juan Caballero — uma “fronteira seca”, sem rio entre as cidades. As duas cidades praticamente se fundem, e o trânsito de pessoas é muito mais tranquilo do que em Foz. Para quem viaja de carro, é uma alternativa excelente para acessar o interior do país sem enfrentar o congestionamento da Ponte da Amizade.


Já a fronteira de Guaíra (PR) com Salto del Guairá é outra opção viável para quem vem do centro-oeste do Paraná. O acesso é feito de balsa sobre o Rio Paraná — uma travessia de poucos minutos que tem um charme diferente das pontes convencionais.


De ônibus, há linhas regulares saindo de várias cidades brasileiras com destino a Assunção e Ciudad del Este. As principais empresas que operam a rota são a Pluma, Catarinense e JBL, com saídas de São Paulo, Curitiba, Florianópolis e Campo Grande. A viagem de São Paulo até Assunção leva cerca de 18 a 20 horas dependendo do horário e das paradas na fronteira.


De avião para o Paraguai


O único aeroporto internacional do Paraguai que recebe voos diretos do Brasil é o Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Luque (região metropolitana de Assunção). A Latam opera a rota São Paulo–Assunção com frequência regular, e a Gol e a COPA Airlines complementam as opções com conexões via outros hubs sul-americanos.


Um detalhe pouco divulgado: o aeroporto fica a cerca de 15 km do centro de Assunção, mas o trânsito na capital pode triplicar esse tempo em horários de pico. Se você pousar à tarde em dia útil, calcule pelo menos 45 minutos até o hotel no centro.


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Quanto custa viajar para o Paraguai em 2026


O Paraguai é um dos destinos mais baratos da América do Sul para brasileiros, principalmente porque o guarani tem uma taxa de câmbio bastante favorável ao real. Em 2026, 1 real equivale a aproximadamente 1.400 a 1.500 guaranis, o que torna refeições, transporte local e hospedagem extremamente acessíveis.


Abaixo, uma tabela com os custos médios estimados para 2026, tanto em guaranis quanto em reais, para facilitar o planejamento:


Item Custo estimado (2026)
Hospedagem (hostel/quarto duplo econômico) R$ 80 – R$ 180 / noite
Hospedagem (hotel 3 estrelas) R$ 200 – R$ 380 / noite
Refeição simples (local) R$ 15 – R$ 35
Refeição em restaurante turístico R$ 50 – R$ 100
Transporte local (ônibus em Assunção) R$ 1,50 – R$ 3
Táxi/Uber (corrida média) R$ 10 – R$ 30
Ingresso em atrações turísticas R$ 10 – R$ 40
Passeio de dia completo com guia R$ 120 – R$ 250
Seguro viagem (7 dias) R$ 60 – R$ 130

Uma viagem de 7 dias ao Paraguai com perfil econômico-intermediário — incluindo hospedagem, alimentação, transporte e passeios — custa em média entre R$ 2.500 e R$ 4.000 por pessoa em 2026, sem contar passagem aérea ou combustível para quem vai de carro. Para quem vai principalmente para compras em Ciudad del Este, o orçamento aumenta conforme o que se pretende adquirir.


📌 Aproveite para ler também: Viajar para a Bolívia: guia completo com custos e dicas práticas



Ruínas jesuíticas no Paraguai — turismo histórico e patrimônio da humanidade 2026
As missões jesuíticas do Paraguai são Patrimônio da Humanidade pela Unesco e um dos segredos mais bem guardados do turismo sul-americano.


O que fazer no Paraguai além de compras em Ciudad del Este


Este é talvez o ponto mais subestimado de qualquer guia de viagem sobre o Paraguai: o país tem muito mais a oferecer do que lojas de eletrônicos e perfumes importados. Quem limita a viagem a Ciudad del Este perde alguns dos destinos mais originais da América do Sul.


Assunção: a capital que surpreende


Assunção é uma das capitais mais antigas da América do Sul — foi fundada em 1537, antes mesmo de Buenos Aires — e guarda uma arquitetura colonial notável que contrasta com bairros modernos e uma cena gastronômica e cultural em plena expansão. O centro histórico tem edifícios como o Palácio dos López, o Panteão Nacional e o Museu Casa da Independência, todos a poucos quarteirões um do outro.


Um dos programas favoritos dos locais é caminhar pela Costanera de Assunção ao pôr do sol — um extenso calçadão às margens do Rio Paraguai, com bares, food trucks e uma vista que pouquíssimos turistas brasileiros conhecem. A região do bairro Loma San Jerónimo, com suas ruas de terra e casas coloridas de madeira, é outro ponto que a maioria dos roteiros convencionais simplesmente ignora e que vale muito a visita.


As missões jesuíticas: Patrimônio da Humanidade


O Paraguai abriga algumas das reduções jesuíticas mais bem conservadas do continente. Os conjuntos de Trinidad e Jesús de Tavarangue, localizados a cerca de 300 km de Assunção (ou 30 km de Encarnación), são Patrimônio da Humanidade pela Unesco desde 1993 e recebem muito menos turistas do que as famosas missões do lado argentino — o que torna a experiência ainda mais especial.


Trinidad, em particular, tem uma basílica com uma das estruturas arquitetônicas mais impressionantes da América colonial, com frisos em pedra esculpida que resistiram a séculos de abandono com surpreendente qualidade. Às noites, há um espetáculo de luz e som que transforma as ruínas em algo verdadeiramente cinematográfico.


Ecoturismo no Paraguai: Salto Cristal e o Pantanal paraguaio


Para os amantes de natureza, o Paraguai guarda cachoeiras e reservas naturais que rivalizam com destinos consagrados e que custam uma fração do preço. O Salto Cristal, no departamento de Caazapá, é um conjunto de quedas d’água de águas cristalinas cercado por mata nativa — praticamente desconhecido no turismo brasileiro. O acesso requer carro próprio ou contratação de transfer a partir de Villarrica, mas o esforço compensa.


O Pantanal paraguaio, conhecido localmente como Chaco, ocupa quase 60% do território nacional e oferece uma das maiores concentrações de vida selvagem do continente: capivaras, jacarés, antas, aves migratórias e, com sorte, onças-pintadas. Lodges de ecoturismo na região têm crescido e já oferecem pacotes bem estruturados para visitantes estrangeiros.


📌 Aproveite para ler também: Trabalhar no Paraguai em 2026: oportunidades, visto e como se estabelecer


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Costanera de Assunção ao pôr do sol — viajar para o Paraguai em 2026
A Costanera de Assunção é o point favorito dos locais ao entardecer — e ainda é muito pouco visitada por turistas brasileiros.


Onde ficar no Paraguai: melhores regiões por perfil de viagem


A escolha do lugar onde se hospedar no Paraguai depende muito do objetivo da viagem. O país tem três polos principais para turistas brasileiros, cada um com uma oferta de hospedagem bastante diferente.


Região Perfil ideal Faixa de preço (2026)
Assunção (centro e bairros históricos) Cultura, história, gastronomia R$ 120 – R$ 400/noite
Ciudad del Este Compras, fronteira, negócios R$ 80 – R$ 250/noite
Encarnación Missões, praia fluvial, relaxamento R$ 90 – R$ 220/noite
Villarrica / Caazapá Ecoturismo, natureza, aventura R$ 70 – R$ 180/noite
Chaco (região do Pantanal) Vida selvagem, safári fotográfico R$ 200 – R$ 500/noite (lodges)

Um detalhe que poucos guias mencionam: Encarnación tem praias artificiais às margens do Rio Paraná que funcionam no verão paraguaio (dezembro a março) e atraem turistas de todo o país. A Costanera de Encarnación é considerada uma das mais bonitas da América do Sul e tem infraestrutura de ponta para um destino tão pouco conhecido internacionalmente.


Gastronomia paraguaia: o que comer e onde


A comida paraguaia é uma das mais originais do continente e tem raízes profundas na cultura guarani — praticamente ignorada em guias de viagem convencionais. O milho e a mandioca são a base de quase tudo, e o resultado são pratos densos, reconfortantes e muito diferentes do que os brasileiros estão acostumados.


A chipa é o símbolo maior da gastronomia paraguaia: um pãozinho de polvilho com queijo e ovo cozido em forno de barro, vendido em praticamente toda esquina do país — e infinitamente melhor do que o equivalente brasileiro. O chipá guasu é uma versão maior feita com milho verde, assado em folhas, e o sopa paraguaya (que não é sopa nenhuma, mas um bolo de milho com queijo e cebola) é outro prato que surpreende quem experimenta pela primeira vez.


Para as refeições principais, o bife de chorizo paraguaio e o asado são destaque: a tradição de churrasco do país é tão forte quanto na Argentina, com carnes de qualidade e preços muito mais acessíveis. Uma churrasqueira local com cortes generosos sai por cerca de R$ 40 a R$ 70 por pessoa em 2026 — metade do que você pagaria pelo mesmo prato no Brasil.


Uma bebida que todo visitante precisa experimentar é o tereré — a versão gelada do mate paraguaio, tomado em cuia com erva-mate e água gelada temperada com ervas medicinais. É a bebida nacional e faz parte do cotidiano paraguaio da mesma forma que o café faz no Brasil. O tereré foi reconhecido pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade em 2020, o que diz muito sobre sua importância cultural.


Gastronomia típica do Paraguai — chipa e comida típica paraguaia 2026
A chipa é o símbolo da culinária paraguaia — e a versão recém-saída do forno de barro é uma experiência obrigatória para qualquer visitante.


Segurança no Paraguai: o que o turista precisa saber de verdade


O Paraguai não é um destino de alto risco para turistas, mas tem especificidades de segurança que precisam ser levadas a sério. Assunção e Ciudad del Este têm bairros com índices de criminalidade mais elevados, e o turista que se aventura em áreas desconhecidas à noite sem orientação local pode ter problemas.


Em Ciudad del Este, a área ao redor do mercado central e das passarelas de compras exige atenção redobrada com pertences. Furtos de carteira, celular e câmera fotográfica são os crimes mais comuns contra turistas — não porque o Paraguai seja especialmente perigoso, mas porque a concentração de pessoas e a confusão do mercado criam condições favoráveis para ladrões oportunistas.


Algumas regras práticas que os moradores locais seguem e que valem para turistas: evitar exibir eletrônicos caros nas ruas, preferir táxis de aplicativo (Uber funciona em Assunção) a táxis de rua não identificados, e nunca aceitar “ajuda” espontânea de desconhecidos em caixas eletrônicos. Os golpes do distraction theft e do “cambista falso” na fronteira são os mais relatados por brasileiros.


Para quem vai de carro, um alerta importante: a rodovia que liga Ciudad del Este ao interior do país (Ruta 7) tem alto índice de acidentes, especialmente à noite. Buraco no asfalto, animais na pista e caminhões sem iluminação adequada são riscos reais. Evite dirigir nessa rota depois das 20h sempre que possível.



💳 Pague sem taxas abusivas no Paraguai


O guarani paraguaio e o dólar circulam lado a lado no Paraguai — e quem usa cartão de crédito convencional brasileiro paga até 4,38% de IOF mais spread cambial do banco, o que pode representar uma perda significativa em uma viagem de compras. Com a Wise, você converte reais para dólares ou guaranis na cotação comercial e paga apenas 1,1% de IOF, economizando em cada transação.


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Saúde e vacinas para viajar ao Paraguai


O Paraguai não exige vacinação obrigatória para turistas brasileiros, mas algumas vacinas são altamente recomendadas — e ignorar esse ponto é um dos erros mais comuns de quem viaja para o país pela primeira vez. A febre amarela é endêmica em parte do território paraguaio, especialmente na região do Chaco e nas áreas rurais próximas à fronteira brasileira. A vacinação contra febre amarela deve ser feita com pelo menos 10 dias de antecedência e o comprovante pode ser solicitado em alguns controles sanitários.


A dengue é um problema sério no Paraguai, com surtos recorrentes no verão. Use repelente de forma consistente, prefira hospedagens com telas nas janelas e ar-condicionado, e fique atento a sintomas como febre alta, dores musculares e manchas na pele nos dias seguintes à viagem.


A água da torneira não é recomendada para consumo em grande parte do país, incluindo Assunção. Compre água mineral engarrafada ou use filtro com purificação UV — um investimento pequeno que evita problemas gastrointestinais que podem comprometer dias inteiros de viagem.


📌 Aproveite para ler também: Seguro viagem para a Bolívia: por que contratar e o que cobrir


Por que contratar seguro viagem para o Paraguai mesmo sendo país vizinho


Existe um erro muito comum entre brasileiros que viajam para países vizinhos como Paraguai, Bolívia e Argentina: a falsa sensação de que “é perto demais para precisar de seguro”. Essa lógica pode custar caro — literalmente.


Atendimentos médicos de emergência no Paraguai, especialmente em clínicas privadas de qualidade em Assunção ou Ciudad del Este, não são baratos. Uma consulta de pronto-socorro simples pode custar entre R$ 300 e R$ 800. Uma internação de curto prazo pode facilmente ultrapassar R$ 10.000. E o sistema público de saúde paraguaio, embora funcional para os locais, não tem obrigação de atender turistas estrangeiros gratuitamente nem nas mesmas condições.


Acidentes de carro na Ruta 7, quedas em trilhas de ecoturismo, problemas digestivos que evoluem para desidratação severa, reações alérgicas a alimentos novos — tudo isso pode acontecer e exigir atenção médica imediata. Ter um seguro viagem significa ter um número de telefone para ligar às 3h da manhã se necessário, com assistência em português, cobertura garantida e sem necessidade de pagar do próprio bolso na hora.


O custo de um seguro viagem para 7 dias no Paraguai começa em torno de R$ 60 — menos do que uma refeição em restaurante médio de Assunção. A relação custo-benefício é simplesmente imbatível.


📌 Aproveite para ler também: Morar na Bolívia: guia completo para brasileiros que querem se mudar


Ecoturismo no Paraguai — Salto Cristal cachoeira turismo de natureza 2026
O Salto Cristal, no departamento de Caazapá, é um dos maiores segredos do ecoturismo paraguaio — ainda fora dos roteiros convencionais.


Compras no Paraguai: dicas que os guias convencionais não contam


Ciudad del Este é, de longe, o maior polo de compras duty free da América do Sul — e há um conhecimento prático sobre como aproveitar ao máximo que só quem viaja com frequência acaba aprendendo. O primeiro ponto: os preços exibidos nas vitrines raramente são os preços reais. A negociação é parte do processo, e quem compra sem pechinchar está pagando mais do que deveria.


O segundo ponto, e talvez o mais importante: existe uma cota de importação para quem retorna ao Brasil. Em 2026, a cota por pessoa para compras em viagem internacional está em US$ 1.000 para quem retorna por via terrestre. Acima disso, você deve declarar à Receita Federal e pagar os impostos correspondentes. Turistas que tentam “burlar” a cota frequentemente enfrentam apreensão de mercadorias na volta — especialmente em Foz do Iguaçu, onde a fiscalização é intensa.


Para quem quer fazer compras com mais segurança e tranquilidade, a dica é evitar os dias de fim de semana e feriados, quando o movimento na Ponte da Amizade é caótico. Um dia de semana cedo pela manhã transforma completamente a experiência — as lojas estão menos cheias, os vendedores mais dispostos a negociar e o retorno ao Brasil é muito mais rápido na Receita Federal.


Eletrônicos, perfumes, vinhos e bebidas, pneus e cosméticos estão entre as compras com maior diferença de preço em relação ao Brasil. Roupas de marcas internacionais, por outro lado, nem sempre compensam tanto quanto parece — faça a pesquisa de preço antes de viajar.


Roteiro sugerido de 7 dias no Paraguai


Dia Roteiro
Dia 1 Chegada a Assunção — centro histórico, Costanera, jantar no bairro histórico
Dia 2 Assunção — museus, Loma San Jerónimo, mercado de artesanato
Dia 3 Deslocamento para Encarnación — Costanera, gastronomia local
Dia 4 Missões jesuíticas: Trinidad e Jesús de Tavarangue (espetáculo noturno)
Dia 5 Deslocamento para a região de Caazapá — Salto Cristal
Dia 6 Ciudad del Este — compras, fronteira, gastronomia árabe no centro
Dia 7 Retorno ao Brasil via Ponte da Amizade — descanso em Foz do Iguaçu ou voo de volta

Este roteiro funciona melhor com carro próprio ou alugado. Para quem viaja de ônibus, é possível adaptar usando as conexões rodoviárias entre as cidades, mas os tempos de viagem são maiores e alguns destinos de ecoturismo ficam mais difíceis de acessar sem veículo.



📱 Conectado no Paraguai desde o momento do pouso


O chip paraguaio local pode ser comprado em várias lojas de Ciudad del Este ou Assunção, mas exige tempo e, às vezes, documento de identidade. Uma alternativa muito mais prática é ativar um eSIM antes de embarcar: você chega ao Paraguai já com internet 4G funcionando no celular, sem precisar encontrar uma loja ou esperar atendimento. Essencial para usar GPS, WhatsApp e Uber desde o primeiro momento.


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Erros comuns de turistas brasileiros no Paraguai


Depois de reunir relatos de viajantes frequentes e moradores brasileiros no país, listamos os erros mais recorrentes — muitos deles completamente evitáveis com informação prévia.


Ignorar o carimbo de passaporte: como mencionado, cruzar a fronteira sem carimbar o documento nos dois lados é o erro número um. O processo leva poucos minutos, mas muita gente acha que pode pular esse passo “porque é só uma viagem rápida”.


Confiar apenas no real como moeda: embora o real seja aceito em muitos estabelecimentos de Ciudad del Este, você perde no câmbio toda vez. Sempre saque guaranis no câmbio local ou use um cartão internacional como a Wise para pagar na cotação real.


Subestimar o calor no verão: o Paraguai tem um dos verões mais quentes da América do Sul, com temperaturas que facilmente passam dos 40°C entre dezembro e fevereiro. Hidratação constante, protetor solar e roupas leves não são opcional — são necessidade real.


Não confirmar horários de funcionamento: atrações turísticas como as missões jesuíticas têm horários restritos e podem fechar em feriados nacionais paraguaios. Sempre confirme com antecedência para não fazer um deslocamento de horas à toa.


Viajar sem seguro viagem: já abordamos o tema, mas vale reforçar: a combinação de calor extremo, dengue, trânsito perigoso nas rodovias e água de qualidade variável cria um cenário onde imprevistos de saúde são mais comuns do que em outros destinos. O seguro não é paranoia — é planejamento.


Conclusão: viajar para o Paraguai vale a pena em 2026?


A resposta é sim — com convicção. O Paraguai é um destino que recompensa o viajante curioso, aquele disposto a ir além do óbvio das lojas de Ciudad del Este e descobrir um país com história fascinante, natureza exuberante e uma cultura guarani que não encontra paralelo em nenhum outro lugar da América do Sul. E tudo isso a um custo significativamente menor do que a maioria dos destinos no continente.


A chave para uma viagem bem-sucedida ao Paraguai está no planejamento: documentação correta, seguro viagem contratado, câmbio inteligente e um roteiro que inclua pelo menos Assunção e as missões jesuíticas além das compras em Ciudad del Este. Quem faz essa combinação volta para o Brasil com uma visão completamente diferente do país vizinho.


E se este guia ajudou no seu planejamento, compartilhe com quem também está pensando em viajar para o Paraguai. A experiência é muito melhor quando você vai preparado.


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Planejar o roteiro é a parte divertida, mas garantir que nada estrague seu sonho é a parte estratégica. Para a sua viagem em 2026 para o Paraguai, separei os 3 pilares essenciais que eu utilizo e recomendo para economizar e viajar com total segurança:


🛡️ 1. Seguro Viagem: Sua paz de espírito


Imprevistos médicos no exterior podem custar o preço de um carro zero. Seja para um simples mal-estar ou uma emergência séria, o seguro é indispensável em todos os destinos. Dica: Use nosso comparador para encontrar o melhor custo-benefício.


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💳 2. Cartão Global: Pare de perder dinheiro no câmbio


Pagar 4,38% ou mais de IOF no cartão de crédito convencional é erro de amador. Use um cartão internacional digital (como Wise ou Nomad) para pagar a cotação comercial e apenas 1,1% de IOF. É aceito em quase todo o mundo e você economiza muito na conversão.


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📶 3. Chip Internacional: Conectado desde o pouso


Chegar em um país novo sem GPS, tradutor ou WhatsApp é um pesadelo. Com o chip internacional (ou eSIM), você já sai do avião com internet 4G/5G ilimitada. Não dependa de Wi-Fi público de aeroporto!


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Perguntas Frequentes sobre viagem ao Paraguai


Brasileiros precisam de visto para entrar no Paraguai?
Não. Brasileiros têm entrada liberada no Paraguai sem visto, podendo permanecer como turistas por até 90 dias por semestre. É necessário apenas passaporte ou RG válido e em perfeito estado de conservação. Lembre-se de carimbar o documento na saída do Brasil e na entrada do Paraguai.


É seguro viajar para o Paraguai em 2026?
Sim, para turistas que tomam as precauções básicas. As principais regiões turísticas — Assunção, Ciudad del Este e Encarnación — são seguras para visitantes atentos. Evite exibir eletrônicos caros em locais movimentados, prefira aplicativos de transporte a táxis não identificados e evite dirigir em rodovias do interior à noite.


Qual é a moeda do Paraguai e posso usar reais?
A moeda oficial é o guarani (PYG). O dólar americano é amplamente aceito em Ciudad del Este e em grandes estabelecimentos de Assunção. O real é aceito em algumas lojas próximas à fronteira, mas geralmente com câmbio desfavorável. O ideal é trocar reais por guaranis em casas de câmbio locais ou usar um cartão internacional como a Wise.


Qual é a melhor época para viajar ao Paraguai?
A melhor época é entre maio e setembro, quando as temperaturas ficam mais amenas (entre 15°C e 25°C) e as chuvas são menos frequentes. O verão paraguaio (dezembro a fevereiro) é extremamente quente, com picos acima de 40°C, e deve ser evitado por quem tem sensibilidade ao calor.


Quanto devo declarar de compras ao retornar ao Brasil pelo Paraguai?
Em 2026, a cota de isenção para compras em viagem internacional por via terrestre é de US$ 1.000 por pessoa. Acima desse valor, é obrigatório declarar à Receita Federal e pagar os impostos correspondentes (geralmente 50% sobre o excedente). Não declare menos do que comprou — a fiscalização em Foz do Iguaçu é frequente e as penalidades incluem apreensão dos produtos.


O Paraguai tem praias?
O Paraguai não tem litoral, mas tem praias fluviais de alta qualidade. A mais famosa é a Costanera de Encarnación, às margens do Rio Paraná, considerada uma das melhores praias fluviais da América do Sul. Funciona especialmente bem nos meses de verão (dezembro a março).


Precisa de seguro viagem para ir ao Paraguai?
Não é exigido legalmente, mas é altamente recomendado. O sistema de saúde privado paraguaio tem custos elevados para estrangeiros, a dengue é endêmica em parte do território e os riscos nas rodovias do interior são reais. Um seguro viagem para 7 dias começa em torno de R$ 60 — um valor irrisório diante dos custos de uma emergência médica no exterior.


Posso contratar o seguro depois de já ter embarcado?
A maioria das seguradoras exige que o seguro seja contratado antes do início da viagem. Algumas permitem contratação após o embarque, mas com carência (período de espera antes de a cobertura entrar em vigor). Consulte as condições específicas da seguradora antes de contratar e, sempre que possível, contrate com antecedência para ter cobertura completa desde o primeiro dia.


Posso cancelar o seguro viagem se desistir da viagem?
Sim. A maioria das seguradoras permite cancelamento com reembolso integral se feito dentro do prazo de arrependimento (geralmente 7 dias corridos após a contratação e desde que a data de embarque ainda não tenha chegado). Verifique as condições específicas da apólice escolhida.


Posso estender o seguro viagem se precisar ficar mais tempo no Paraguai?
Sim, a maioria das seguradoras oferece a opção de extensão do seguro, desde que solicitada antes do vencimento da apólice original e que não haja sinistro em aberto. Entre em contato com a central de atendimento da seguradora com pelo menos 24 horas de antecedência para solicitar a extensão.


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