Wise vs Nomad em 2026: Testei as Duas e Esta Foi a Melhor


Neste vídeo eu testei na prática as duas contas internacionais mais usadas por brasileiros que viajam: Wise e Nomad. Comparei taxas de câmbio, tarifas de saque, cartão físico, app e atendimento para responder de uma vez por todas a pergunta que mais recebo: Wise ou Nomad, qual é a melhor conta internacional em 2026? Mostro os números reais que apareceram na fatura, os detalhes que ninguém conta e qual das duas eu realmente uso hoje na minha própria viagem.


Se você já pesquisou sobre Wise vs Nomad em 2026, provavelmente encontrou uma dezena de comparações genéricas, copiadas umas das outras, sem nenhum teste real por trás. Eu decidi fazer diferente: usei as duas contas na mesma viagem, nos mesmos estabelecimentos, para poder comparar o câmbio aplicado, as tarifas cobradas e a experiência de uso lado a lado, sem depender do que as próprias empresas dizem em seus sites.


O resultado surpreendeu até a mim. Não existe uma resposta única e definitiva — existe a melhor conta para o seu perfil de viagem. Neste guia completo eu detalho tudo o que testei no vídeo, acrescento números atualizados de 2026, tabelas comparativas e uma recomendação clara para cada tipo de viajante: quem vai para destinos com moedas variadas, quem viaja principalmente para países com dólar forte, quem mora fora e quem só usa a conta esporadicamente.


O que você vai aprender neste guia


  • O que é a Wise e o que é a Nomad, e como cada uma funciona na prática
  • Comparação real de taxas de câmbio e tarifas escondidas em 2026
  • Qual cartão físico chega mais rápido e é aceito em mais países
  • Resultado do teste de saque em caixa eletrônico no exterior
  • Qual app é mais fácil de usar no dia a dia da viagem
  • Quantas moedas cada conta realmente suporta
  • Segurança, bloqueio de cartão e o que fazer em caso de golpe
  • Erros comuns que fazem o viajante pagar mais caro sem perceber
  • Se vale a pena ter as duas contas ao mesmo tempo
  • Minha recomendação final, sem enrolação

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Wise e Nomad: o que são e como funcionam


Comparação entre cartão Wise e cartão Nomad para viagem internacional em 2026
Wise e Nomad lado a lado: duas das contas internacionais mais usadas por brasileiros em 2026.


Antes de comparar números, vale entender a diferença estrutural entre as duas. A Wise (antiga TransferWise) é uma fintech britânica fundada em 2011, com operação global e regulada em múltiplos países. Ela funciona como uma conta multi-moeda: você pode manter saldo em mais de 40 moedas diferentes dentro do mesmo aplicativo, converter entre elas quando o câmbio estiver favorável e pagar diretamente na moeda local em qualquer país onde o cartão for aceito.


Já a Nomad é uma fintech brasileira, com forte parceria bancária local (incluindo lastro do Itaú), que nasceu com foco em oferecer aos brasileiros uma conta em dólar sem burocracia. A proposta é mais enxuta: você deposita reais via Pix, o valor é convertido em dólar pela cotação comercial do dia, e o cartão físico ou virtual pode ser usado em qualquer lugar que aceite Visa ou Mastercard, com a conversão automática para a moeda local no momento da compra.


Na prática, isso já aponta a primeira grande diferença: a Wise foi desenhada para quem transita entre várias moedas — euro, libra, iene, dólar canadense, peso — enquanto a Nomad foi desenhada com o dólar como moeda-base, o que faz muito sentido para quem viaja para os Estados Unidos ou para países que usam o dólar como referência de preço.


Taxas de câmbio: comparando Wise vs Nomad em 2026


A taxa de câmbio é o fator que mais pesa no bolso ao longo de uma viagem, muito mais do que qualquer tarifa fixa. Nos testes que fiz para o vídeo, converti o mesmo valor em real para dólar e para euro nas duas plataformas, no mesmo dia e horário, para eliminar a variação natural do mercado.


Item Wise Nomad
Referência de câmbio Cotação média de mercado (mid-market rate) Cotação comercial do dia
Taxa de conversão Pequena taxa transparente, variável por moeda (geralmente entre 0,4% e 2%) Sem taxa adicional declarada sobre a cotação comercial
IOF em compras internacionais 1,1% 1,1%
Moedas disponíveis Mais de 40 moedas Foco em dólar, com conversão automática para outras moedas na hora da compra

Na prática dos meus testes, para conversões de real para dólar o resultado foi muito próximo entre as duas — uma diferença de centavos que, em valores pequenos, praticamente não se percebe. Já para conversões de real direto para euro, iene ou libra, a Wise levou vantagem por manter saldo nativo naquelas moedas, evitando a dupla conversão (real → dólar → moeda local) que pode acontecer em cartões sem saldo multi-moeda.


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Tarifas e taxas escondidas: qual cobra menos no fim do mês


Além do câmbio em si, existem tarifas que só aparecem quando você já está no exterior — e é exatamente aí que muita gente se surpreende negativamente. Testei três situações: manutenção da conta parada, saque em caixa eletrônico e recebimento de valores de terceiros.


Para manutenção de conta, tanto a Wise quanto a Nomad não cobram mensalidade para o uso básico. A diferença aparece em serviços específicos: a Wise cobra uma pequena tarifa para manter saldo parado em algumas moedas por longos períodos e para emissão do cartão físico adicional, enquanto a Nomad historicamente isentou a taxa do cartão físico para quem mantém uma movimentação mínima na conta — vale sempre checar as condições vigentes no momento da sua contratação, já que essas políticas mudam com frequência.


Um detalhe que pouca gente comenta: se você recebe dinheiro de terceiros — por exemplo, um reembolso de hotel cancelado ou um pagamento de trabalho remoto — a Wise tende a ser mais flexível, já que permite receber diretamente em contas locais (como uma conta bancária americana, britânica ou europeia) vinculadas ao seu perfil, sem passar necessariamente por conversão automática.


📌 Aproveite para ler também: Usar o Cartão Wise na Alemanha em 2026: Vale a Pena?


Cartão físico vs virtual: qual chega mais rápido e é aceito em mais lugares


Cartão internacional de débito para pagamentos em viagem no exterior
O cartão virtual costuma ficar pronto em minutos, mas o cartão físico ainda é essencial para saques e estabelecimentos sem pagamento por aproximação.


As duas plataformas oferecem cartão virtual imediato — assim que você abre a conta, já consegue usar o número virtual em compras online e em carteiras digitais como Apple Pay e Google Pay. A diferença real aparece no cartão físico.


No teste que fiz, o cartão físico da Wise levou entre 10 e 15 dias úteis para chegar no endereço cadastrado no Brasil, com opção de envio internacional para quem já está fora do país. O cartão físico da Nomad seguiu prazo parecido, entre 7 e 12 dias úteis, com rastreamento pelo próprio app. Nos dois casos, o recomendado é solicitar o cartão físico com pelo menos três semanas de antecedência da viagem — deixar para pedir em cima da data é o erro mais comum que vejo entre leitores que me escrevem reclamando que o cartão não chegou a tempo.


Quanto à aceitação, ambos os cartões operam nas bandeiras Visa ou Mastercard (a bandeira específica pode variar por região e é definida no momento da emissão), o que garante aceitação praticamente universal em estabelecimentos físicos e online. A diferença de aceitação que notei na prática não veio da bandeira, mas do tipo de terminal: em alguns países da Ásia e em regiões mais remotas, cartões sem chip físico (só virtual) tiveram mais dificuldade em máquinas antigas — outro motivo para não depender exclusivamente do cartão virtual em destinos menos digitalizados.


Testando na prática: saques em caixa eletrônico no exterior


Esse foi um dos pontos mais reveladores do teste. Sacar dinheiro físico no exterior costuma ser a operação mais cara de qualquer conta internacional, porque além da tarifa da própria fintech, o banco dono do caixa eletrônico geralmente cobra uma tarifa própria — e essa segunda tarifa não aparece no aplicativo antes do saque.


Na Wise, os primeiros saques do mês (o valor gratuito varia conforme o saldo mantido na conta) costumam sair sem tarifa da própria Wise, mas o banco do caixa eletrônico pode cobrar a parte dele. Depois de ultrapassar o limite gratuito, a Wise cobra um percentual sobre o valor sacado. Na Nomad, o modelo é parecido: um número de saques gratuitos por mês, com tarifa fixa a partir daí.


Na prática, o valor que realmente pesou no bolso durante o teste não foi a tarifa da fintech, e sim a tarifa cobrada pelo caixa eletrônico local — em alguns países, especialmente fora dos grandes centros, alguns bancos cobraram o equivalente a R$ 25 a R$ 40 por saque, independentemente de qual conta eu estava usando. A lição prática: sempre que possível, prefira pagar diretamente com o cartão em vez de sacar dinheiro físico, e quando precisar sacar, escolha caixas eletrônicos de bancos grandes e conhecidos, evitando máquinas de operadoras independentes em pontos turísticos.


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App e experiência de uso: qual é mais intuitivo no dia a dia


Usar as duas contas na mesma viagem também me deu uma visão clara de como cada aplicativo se comporta na correria do dia a dia — aeroporto, check-in de hotel, restaurante lotado. O app da Wise é mais robusto e mostra, em tempo real, a taxa de câmbio aplicada em cada transação, o saldo disponível em cada moeda separadamente e um histórico detalhado com a categoria de cada gasto. É um app pensado para quem transita entre moedas o tempo todo.


O app da Nomad tem uma interface mais simples e direta, em português nativo (a Wise também tem versão em português, mas com traduções que ocasionalmente soam menos naturais), com foco em mostrar de forma clara o saldo em dólar e o histórico de conversões. Para quem não tem intimidade com apps financeiros em inglês, a Nomad tende a gerar menos fricção no primeiro uso.


Um ponto que fez diferença real durante a viagem: notificações de transação em tempo real. As duas contas notificam a compra assim que ela é processada, o que ajuda a identificar rapidamente qualquer cobrança indevida — algo essencial quando você está usando o cartão em vários estabelecimentos desconhecidos ao longo do dia.


📌 Aproveite para ler também: Cartão Wise é Aceito no Japão? Veja Como Usar Ienes em 2026


Multi-moedas: quantas moedas cada conta realmente suporta


Notas de diferentes moedas internacionais para comparação de câmbio Wise e Nomad
A Wise permite manter saldo em dezenas de moedas simultaneamente, o que evita a dupla conversão em viagens por vários países.


Se a sua viagem passa por mais de um país, com moedas diferentes, essa é provavelmente a variável mais importante da decisão. A Wise permite abrir e manter saldo em mais de 40 moedas dentro da mesma conta, incluindo euro, libra esterlina, dólar americano, dólar canadense, dólar australiano, iene japonês, franco suíço, coroa norueguesa, entre outras. Isso significa que, antes de embarcar para uma viagem multi-destino pela Europa, por exemplo, você pode converter parte do saldo para euro e parte para libra, travando a cotação do dia que estiver mais favorável, sem depender da cotação do momento da compra.


A Nomad, por outro lado, trabalha primariamente com saldo em dólar. Isso não significa que o cartão não funcione em outras moedas — ele funciona, com conversão automática no momento da compra — mas você não consegue travar antecipadamente o câmbio de uma moeda que não seja o dólar. Para quem viaja para um único país com moeda própria (Europa, Japão, Reino Unido), essa diferença pode representar economia real ao longo da viagem, já que evita a chamada “dupla conversão” (real → dólar → moeda local), que costuma ser mais cara do que a conversão direta.


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Segurança: bloqueio de cartão, autenticação e o que fazer em caso de golpe


Segurança financeira em viagem não é só sobre taxa de câmbio — é sobre o que acontece quando algo dá errado. Nos dois apps, é possível bloquear e desbloquear o cartão instantaneamente pelo próprio celular, o que é essencial em caso de perda ou suspeita de clonagem. Também é possível desativar funções específicas, como saques em caixa eletrônico ou compras online, mantendo apenas o pagamento por aproximação ativo — uma camada extra de proteção que recomendo ativar assim que pousar em um destino novo.


As duas plataformas usam autenticação em duas etapas (biometria ou senha do app) para qualquer alteração de configuração, e nenhuma das duas armazena o número completo do cartão visível na tela principal do app, reduzindo o risco em caso de “ombro-surfing” em locais públicos.


Em caso de cobrança indevida ou suspeita de fraude, o processo de contestação é feito diretamente pelo chat dentro do app nas duas plataformas, sem necessidade de ligação internacional — algo que faz muita diferença quando você está em fuso horário oposto ao do suporte. Nos testes, o tempo de resposta do suporte da Wise foi, em média, um pouco mais rápido para questões relacionadas a câmbio e conversão, enquanto o suporte da Nomad se destacou no atendimento em português, sem intermediação de tradução.


📌 Aproveite para ler também: Como Morar nos Estados Unidos em 2026? Custo de Vida e Vistos


Erros comuns que fazem o viajante pagar mais caro sem perceber


Viajante consultando aplicativo de banco internacional durante a viagem
Pequenos detalhes na hora de pagar podem custar caro — mesmo usando um cartão internacional sem IOF abusivo.


Depois de testar as duas contas em situações reais, listei os erros que mais fazem o viajante brasileiro pagar mais do que precisava, mesmo já usando uma conta internacional:


  • Aceitar a conversão em reais na máquina do estabelecimento (DCC): quando o terminal pergunta “deseja pagar em reais ou na moeda local?”, sempre escolha a moeda local. Pagar em reais ativa a chamada Dynamic Currency Conversion, que aplica uma cotação própria do estabelecimento, quase sempre pior do que a da sua conta internacional.
  • Deixar saldo parado convertido na moeda errada: converter todo o saldo para euro antes de saber se vai passar por outro país com moeda diferente pode gerar uma segunda conversão desnecessária, com custo duplo.
  • Não avisar sobre a viagem: mesmo sem burocracia de “aviso de viagem” como bancos tradicionais, é recomendável verificar se o cartão está com os limites de compra internacional ativos antes de embarcar.
  • Sacar dinheiro em caixas eletrônicos de operadoras independentes: essas máquinas, comuns em pontos turísticos, cobram tarifas próprias muito acima da média — prefira sempre caixas de bancos conhecidos.
  • Deixar para pedir o cartão físico em cima da viagem: o prazo de entrega pode variar e atrasos acontecem — solicite com pelo menos três semanas de antecedência.

Curiosidades e detalhes que pouca gente comenta


Um detalhe pouco falado é que tanto a Wise quanto a Nomad permitem gerar um número de cartão virtual “descartável” para compras online únicas, reduzindo o risco de vazamento de dados em sites menos confiáveis — recurso extremamente útil ao reservar passeios ou ingressos em plataformas estrangeiras pouco conhecidas.


Outro ponto que descobri durante o teste: a Wise permite receber salário ou pagamentos de clientes estrangeiros através de dados bancários locais (um “número de conta” britânico, europeu ou americano, por exemplo), sem qualquer taxa de recebimento — um recurso valioso para brasileiros que trabalham remotamente para empresas ou clientes no exterior, algo que a Nomad, com seu foco em conta de consumo para viagem, ainda não replica com a mesma amplitude.


Já a Nomad tem se destacado por parcerias de cashback e programas de pontos em determinados períodos do ano, que podem gerar economia extra para quem usa o cartão com frequência em compras do dia a dia, não só em viagem — um diferencial interessante para quem quer usar a conta também no Brasil em compras internacionais online.


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Qual escolher: Wise ou Nomad? O veredito do teste


Depois de usar as duas contas na mesma viagem, cheguei a uma conclusão que talvez frustre quem esperava um vencedor único: a resposta depende do seu roteiro. Se a sua viagem passa por mais de um país com moedas diferentes — uma Europa multi-destino, por exemplo, ou uma rota que combina Ásia e Europa — a Wise leva vantagem clara, pela flexibilidade de manter saldo em várias moedas e evitar a dupla conversão.


Se a sua viagem é focada nos Estados Unidos, em um único destino, ou em países onde o dólar é referência de preço mesmo sem ser a moeda oficial, a Nomad se mostrou mais simples de usar no dia a dia, com um app mais direto e suporte em português sem intermediários. Para quem mora fora ou recebe pagamentos internacionais com frequência, a Wise segue sendo a opção mais completa, pela função de conta bancária local em múltiplos países.


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Posso usar as duas contas ao mesmo tempo?


Carteira com múltiplos cartões internacionais para diversificar pagamentos em viagem
Levar dois cartões internacionais diferentes é uma estratégia comum entre viajantes experientes — funciona como um plano B automático.


Sim, e essa é inclusive a estratégia que eu mesmo uso em viagens mais longas. Ter Wise e Nomad ativas ao mesmo tempo funciona como um seguro contra imprevistos: se um cartão for bloqueado por engano por suspeita de fraude, ou se um estabelecimento simplesmente não aceitar aquela bandeira específica, o segundo cartão resolve na hora, sem depender de dinheiro em espécie.


Além disso, usar as duas permite aproveitar o melhor de cada uma conforme o contexto: a Nomad para o dia a dia em países com preço em dólar, e a Wise para os trechos da viagem em países com moeda própria diferente. Nenhuma das duas cobra mensalidade para manter a conta aberta sem uso, então não existe custo real em ter as duas contas simultaneamente — só o cuidado de manter saldo suficiente em cada uma antes de embarcar.


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Wise vs Nomad: tabela resumo para decidir rápido


Perfil de viagem Melhor opção
Roteiro multi-país com moedas diferentes (Europa, Ásia) Wise
Viagem focada nos EUA ou países dolarizados Nomad
Mora fora e recebe pagamentos internacionais Wise
Primeira conta internacional, quer simplicidade em português Nomad
Viajante frequente, quer redundância e segurança As duas juntas

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Conclusão


Wise e Nomad são, hoje, duas das melhores alternativas para quem quer parar de pagar o IOF abusivo e o câmbio ruim do cartão de crédito tradicional em viagem. Depois de testar as duas na prática, minha recomendação é simples: se o seu roteiro passa por vários países com moedas diferentes, a Wise entrega mais flexibilidade e evita a dupla conversão. Se a sua viagem é mais direta, especialmente para os Estados Unidos ou destinos dolarizados, a Nomad resolve com uma experiência mais simples e suporte em português.


E se você é do tipo que viaja com frequência e não quer depender de uma única solução, ter as duas contas abertas ao mesmo tempo — sem custo de manutenção — é a estratégia mais segura. O que realmente importa é sair da dependência do cartão de crédito tradicional, que ainda cobra IOF de mais de 4% e aplica um câmbio pior em praticamente toda compra internacional.


📌 Aproveite para ler também: Melhor eSIM para Chipre em 2026: Opções de Chip Virtual


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Perguntas Frequentes sobre Wise vs Nomad


Wise ou Nomad: qual tem o câmbio mais barato em 2026?
Nos testes, as duas ficaram muito próximas na conversão de real para dólar. Para outras moedas, como euro, iene ou libra, a Wise costuma sair na frente por manter saldo nativo naquelas moedas e evitar a dupla conversão.


Preciso pagar alguma mensalidade para manter a Wise ou a Nomad?
Não. As duas oferecem conta gratuita para uso básico, sem mensalidade obrigatória. Algumas funções específicas, como cartão físico adicional ou saldo parado em determinadas moedas, podem ter tarifas próprias.


O cartão Wise ou Nomad substitui totalmente o cartão de crédito tradicional em viagem?
Na maioria dos casos, sim, para compras do dia a dia. Vale manter um cartão de crédito tradicional como reserva para locação de carro ou hospedagens que exigem caução via crédito, já que alguns estabelecimentos ainda pedem especificamente essa modalidade.


Quanto tempo leva para abrir a conta Wise ou a conta Nomad?
O processo é 100% digital e costuma levar poucos minutos para a aprovação inicial, com verificação de identidade feita pelo próprio aplicativo, sem necessidade de agência física.


É seguro usar Wise ou Nomad em vez do banco tradicional?
Sim. As duas plataformas são reguladas em suas respectivas jurisdições, usam autenticação em duas etapas e permitem bloqueio instantâneo do cartão pelo app em caso de perda, furto ou suspeita de fraude.


Posso sacar dinheiro em espécie com o cartão Wise ou Nomad no exterior?
Sim, as duas permitem saque em caixas eletrônicos internacionais, com um número limitado de saques gratuitos por mês antes de começar a cobrar tarifa. A tarifa do próprio banco dono do caixa eletrônico, no entanto, pode ser cobrada à parte.


Vale a pena contratar seguro viagem mesmo já tendo Wise ou Nomad?
Sim. Nenhuma das duas contas cobre despesas médicas, cancelamento de voo ou extravio de bagagem — esse é o papel do seguro viagem, que é uma proteção completamente diferente da conta internacional.


Dá para usar a Wise ou a Nomad para receber salário de trabalho remoto no exterior?
A Wise tem essa função mais desenvolvida, permitindo receber através de dados bancários locais em vários países sem taxa de recebimento. A Nomad é mais voltada ao consumo e conversão para viagem, com funcionalidade de recebimento mais limitada.





Planejar o roteiro é a parte divertida, mas garantir que nada estrague seu sonho é a parte estratégica. Para a sua viagem em 2026, separei os 3 pilares essenciais que eu utilizo e recomendo para economizar e viajar com total segurança:


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📶 3. Chip Internacional: Conectado desde o pouso


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