A Copa do Mundo de 2026 tem um jogo que une dois mundos completamente diferentes — e que faz o brasileiro parar para pensar: já fui aos Estados Unidos, mas e o Paraguai? Ou o contrário. Estados Unidos x Paraguai, no dia 12 de junho de 2026, às 22h (horário de Brasília), no SoFi Stadium em Los Angeles, é o confronto da estreia americana no Mundial — a seleção anfitriã abrindo sua campanha no estádio mais moderno e mais caro do planeta, contra um vizinho sul-americano que o brasileiro conhece de perto mas raramente enxerga como destino turístico real.
Os Estados Unidos não precisam de apresentação como destino — são o país mais visitado por brasileiros fora da América do Sul, com Nova York, Miami, Orlando e Los Angeles na lista de sonhos de praticamente todo mundo. Mas o Paraguai, que volta a uma Copa do Mundo pela primeira vez desde 2010, é um destino que surpreende mesmo quem mora na fronteira. Assunção moderna, ruínas jesuíticas, cachoeiras escondidas e o custo de vida mais baixo da América do Sul formam uma combinação que pouca gente dos brasileiros aproveita de verdade.
Neste guia duplo, o Vamos Viajar Hoje transforma o hype do jogo em informação prática de viagem — com roteiros, custos reais de 2026, dicas de segurança, câmbio, documentos e tudo o que você precisa para planejar uma visita aos dois países que disputam o Grupo D do Mundial.


Estados Unidos e Paraguai se enfrentam no SoFi Stadium em Los Angeles no dia 12 de junho de 2026 — dois países com tudo a oferecer ao viajante brasileiro que quer ir além do futebol.
O que você vai aprender neste guia
- O que torna Estados Unidos x Paraguai um confronto especial na Copa 2026
- Roteiro e cidades imperdíveis nos Estados Unidos para o turista brasileiro
- Por que o Paraguai surpreende quem vai além de Ciudad del Este
- Quanto custa cada destino em 2026 com tabelas comparativas reais
- Documentos, visto ESTA e o que o brasileiro precisa para entrar nos dois países
- Erros clássicos de turistas brasileiros nos EUA e no Paraguai
- Como economizar no câmbio e se conectar desde o pouso nos dois destinos
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Estados Unidos x Paraguai: o que torna esse confronto especial na Copa 2026
A estreia dos Estados Unidos na Copa do Mundo 2026 tem um peso que vai além do esporte. É a primeira vez que o país norte-americano recebe o Mundial desde 1994 — quando sediou o torneio pela única vez na história e surpreendeu o mundo ao chegar às oitavas de final. Agora, como co-anfitrião ao lado de México e Canadá, a expectativa é enorme: o técnico argentino Mauricio Pochettino comanda uma seleção jovem, com jogadores como Christian Pulisic (Milan) e o promissor Santiago Giménez na lista de referências ofensivas.
Do outro lado, o Paraguai volta a uma Copa do Mundo pela primeira vez desde 2010 — quando eliminou o Japão nas oitavas antes de cair para a Espanha nas quartas. Os paraguaios chegam ao SoFi Stadium com a pressão de uma ausência longa, sem o atacante Julio Enciso (lesionado nos amistosos preparatórios) e diante de uma torcida que promete ser quase inteiramente norte-americana. A partida acontece na sexta-feira, 12 de junho de 2026, às 22h (horário de Brasília) — o SoFi Stadium, o estádio mais caro já construído no planeta (custou mais de R$ 30 bilhões), receberá cerca de 70 mil torcedores para esse encontro do Grupo D.
O histórico recente favorece os EUA: nos cinco últimos confrontos entre os dois, os americanos venceram três vezes e perderam duas — incluindo uma vitória por 2 a 1 em amistoso em novembro de 2025. Mas Copa do Mundo tem lógica própria, e o Paraguai já mostrou em 2010 que sabe se comportar quando o torneio começa de verdade.


O SoFi Stadium em Inglewood, Los Angeles, é considerado o estádio mais moderno e mais caro do mundo — e vai receber a estreia dos Estados Unidos na Copa 2026 contra o Paraguai no dia 12 de junho.
📌 Aproveite para ler também: Viajar para o Paraguai em 2026 — Guia Completo de Turismo para Brasileiros
PARTE 1 — Viajar para os Estados Unidos em 2026
Os Estados Unidos são o destino internacional mais desejado pelos brasileiros — e também um dos mais complexos de planejar, porque é um país de dimensões continentais onde cada região é, na prática, um destino completamente diferente. New York e Los Angeles não têm nada em comum além da língua e da bandeira. Miami é diferente de Nashville. O Grand Canyon é de outro planeta comparado a Las Vegas. E sim, você pode passar meses percorrendo os EUA sem repetir uma experiência sequer.
Em 2026, com a Copa do Mundo em andamento, Los Angeles ganha um destaque ainda maior no calendário dos viajantes brasileiros. A cidade da Califórnia vai sediar oito partidas do Mundial no SoFi Stadium — incluindo jogos das quartas de final. Quem planeja uma viagem aos EUA com o olho no futebol, LA é o ponto de partida perfeito.
As cidades mais visitadas dos EUA por brasileiros
| Cidade | Destaque principal | Dias recomendados |
|---|---|---|
| Nova York | Manhattan, Central Park, Times Square, museus, Broadway | 5 a 7 dias |
| Miami | South Beach, Little Havana, compras, vida noturna | 3 a 5 dias |
| Los Angeles | Hollywood, Santa Monica, Malibu, SoFi Stadium, Getty Center | 4 a 5 dias |
| Orlando | Disney World, Universal, parques temáticos | 5 a 8 dias |
| Las Vegas | The Strip, Grand Canyon, shows, cassinos | 3 a 4 dias |
| San Francisco | Golden Gate, Alcatraz, Napa Valley, tecnologia | 3 a 4 dias |
Um detalhe que poucas fontes brasileiras mencionam sobre Los Angeles: a cidade é tão grande e espraiada que o carro é praticamente indispensável para se locomover com liberdade. Ao contrário de Nova York (onde o metrô resolve quase tudo) ou Miami (onde o Uber é suficiente), LA tem um sistema de transporte público deficiente para uma metrópole do seu tamanho. Quem vai para a Copa e quer circular entre praias, Hollywood, o SoFi Stadium e os bairros mais interessantes da cidade, alugar um carro ou usar muito Uber é a única solução real.
Quanto custa viajar para os Estados Unidos em 2026?
Os EUA são um destino caro para o brasileiro — especialmente em 2026, com o dólar americano (USD) cotado em torno de R$ 5,80 a R$ 6,00. A boa notícia é que a diversidade de opções de hospedagem, alimentação e transporte permite adaptar o orçamento a praticamente qualquer faixa de gasto. Dá para se virar com menos — mas é preciso planejamento.
| Categoria | Custo médio (2026) | Em reais (aprox.) |
|---|---|---|
| Hostel por noite (dorm) | USD 50 a USD 90 | R$ 290 a R$ 525 |
| Hotel intermediário (quarto duplo) | USD 120 a USD 250 | R$ 700 a R$ 1.450 |
| Refeição rápida (fast food, diner) | USD 12 a USD 20 | R$ 70 a R$ 116 |
| Restaurante intermediário (prato) | USD 25 a USD 55 | R$ 145 a R$ 320 |
| Transporte (Uber dentro da cidade) | USD 15 a USD 40 | R$ 87 a R$ 232 |
| Ingresso Disney World (1 dia / 1 parque) | USD 109 a USD 189 | R$ 633 a R$ 1.097 |
Um viajante com orçamento controlado nos EUA gasta entre R$ 700 e R$ 1.000 por dia (hospedagem + alimentação + transporte + passeios básicos). Quem viaja com mais conforto — hotel de categoria superior, jantar em restaurante bom toda noite, passeios e parques — deve planejar entre R$ 1.500 e R$ 2.500 por dia. Para uma viagem de 10 dias, o orçamento total (sem passagem) pode variar de R$ 7.000 a R$ 25.000 por pessoa, dependendo do estilo.
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ESTA e visto: o que o brasileiro precisa para entrar nos EUA
O brasileiro precisa de visto para entrar nos Estados Unidos — e esse é um dos maiores obstáculos no planejamento da viagem. O visto de turista americano (B-1/B-2) exige agendamento em consulado, entrevista presencial, comprovação de vínculos com o Brasil e pagamento de taxa. O processo pode levar semanas ou até meses em períodos de alta demanda, como durante a Copa do Mundo.
Um detalhe importante que muita gente confunde: o ESTA (Electronic System for Travel Authorization) não é para brasileiros. O ESTA é o sistema de autorização eletrônica disponível para cidadãos de países que participam do Visa Waiver Program — e o Brasil não está nessa lista. Portanto, não existe atalho: o visto americano é obrigatório, e deve ser solicitado com bastante antecedência.
Quem já tem visto americano válido (o B-1/B-2 costuma ter validade de 10 anos), está liberado — só precisa garantir que não expirou. Quem precisa tirar o visto pela primeira vez deve começar o processo com no mínimo 3 a 6 meses de antecedência, especialmente em 2026, com a Copa aumentando a demanda nos consulados.
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Os erros mais comuns de brasileiros nos Estados Unidos
O erro número um é ignorar a gorjeta. Nos EUA, a gorjeta não é opcional — é parte do salário do trabalhador do setor de serviços, que recebe abaixo do salário mínimo com a premissa de que a gorjeta completa a remuneração. Em restaurantes, o padrão é 18% a 20% do valor da conta. Em bares, USD 1 a 2 por drinque. Em táxis e Uber, 10% a 15%. Não deixar gorjeta em restaurante nos EUA é considerado uma ofensa — e pode resultar em situações constrangedoras que o brasileiro desavisado não espera.
O segundo erro é não ter seguro saúde. O sistema de saúde americano é o mais caro do mundo para quem não tem plano — uma consulta de emergência em hospital pode custar USD 1.000 a USD 5.000, e uma internação pode chegar facilmente a dezenas de milhares de dólares. O seguro viagem com cobertura médica nos EUA não é optional; é uma das proteções mais críticas que um viajante brasileiro pode ter.
O terceiro erro é confiar em Wi-Fi público para tudo. As redes de Wi-Fi em aeroportos, shoppings e cafés americanos são geralmente inseguras para operações financeiras — e lentas para uso intenso. Ter um eSIM funcionando desde o pouso garante conexão própria, segura e confiável em qualquer cidade americana, sem depender de sinal de Wi-Fi público.


Los Angeles vai sediar oito jogos da Copa 2026 no SoFi Stadium — incluindo confrontos das quartas de final — e é uma das cidades mais completas dos EUA para o turista brasileiro explorar antes ou depois dos jogos.
PARTE 2 — Viajar para o Paraguai em 2026
O Paraguai é o destino mais subestimado da América do Sul. O brasileiro o conhece quase sempre por um único ângulo — as compras em Ciudad del Este — e raramente enxerga o que existe além das lojas de eletrônicos e perfumarias da fronteira. Mas quem atravessa essa percepção limitada encontra um país com muito mais a oferecer: Assunção é uma capital surpreendentemente moderna e vibrante, as ruínas jesuíticas do sul do país rivalizam com as mais famosas da Argentina, as cachoeiras de Ybycuí são praticamente desconhecidas pelo turismo internacional e o custo de vida é consistentemente o mais baixo de toda a América do Sul.
Com a Copa do Mundo 2026, o Paraguai ganhou uma vitrine global que nunca teve antes. Os Albirroja — o apelido carinhoso da seleção — voltam ao Mundial depois de 16 anos de ausência, e o orgulho nacional está em ebulição. Para o viajante brasileiro, é o momento perfeito para redescobrir um vizinho que está muito mais perto e muito mais interessante do que a maioria imagina.
📌 Aproveite para ler também: Morar no Paraguai em 2026 — Guia Prático para Brasileiros
O que visitar no Paraguai além de Ciudad del Este
| Destino | Por que visitar | Dias recomendados |
|---|---|---|
| Assunção | Centro histórico, Palácio de Governo, vida noturna, gastronomia guarani | 2 a 3 dias |
| Encarnación | Praias de água doce, Carnaval paraguaio, ruínas jesuíticas próximas | 2 a 3 dias |
| Trinidad e Jesús (Ruínas Jesuíticas) | Patrimônio Mundial da UNESCO, impressionante e quase sem turistas | 1 dia |
| Parque Nacional Ybycuí | Cachoeiras, trilhas, natureza preservada, sem multidões | 1 a 2 dias |
| Chaco paraguaio | Ecossistema único, comunidades indígenas, ecoturismo autêntico | 2 a 3 dias |
| Ciudad del Este | Compras, fronteira com Foz do Iguaçu, acesso às Cataratas | 1 a 2 dias |
Um detalhe que praticamente nenhum post brasileiro menciona sobre as ruínas jesuíticas do Paraguai: as missões de Trinidad e Jesús, no sul do país, são Patrimônio Mundial da UNESCO — e estão em estado de conservação melhor e com muito menos turistas do que as missões argentinas de San Ignacio Mini, que costumam aparecer nos roteiros populares da região. A visita ao Paraguai pelo sul do país, combinando Encarnación, Trinidad e Jesús e as cachoeiras de Ybycuí, é uma das rotas menos conhecidas e mais recompensadoras da América do Sul.
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Quanto custa viajar ao Paraguai em 2026?
O Paraguai é, disparado, o destino mais barato da América do Sul para o viajante brasileiro. A moeda local é o guarani paraguaio (PYG) — com cotação em torno de R$ 1 para cada 1.400 PYG em 2026. Na prática, o dia a dia no Paraguai é muito mais barato do que no Brasil, especialmente alimentação, transporte e hospedagem. Quem vai com real no bolso sente imediatamente o poder de compra superior.
| Categoria | Custo médio (2026) | Em reais (aprox.) |
|---|---|---|
| Hostel por noite | 70.000 a 120.000 PYG | R$ 50 a R$ 86 |
| Hotel intermediário (quarto duplo) | 180.000 a 350.000 PYG | R$ 128 a R$ 250 |
| Refeição em restaurante local | 25.000 a 60.000 PYG | R$ 18 a R$ 43 |
| Transporte urbano (ônibus) | 2.500 a 4.000 PYG | R$ 1,80 a R$ 2,85 |
| Entrada ruínas jesuíticas Trinidad | 40.000 PYG | R$ 28 |
| Cerveja local (bar) | 8.000 a 15.000 PYG | R$ 5,70 a R$ 10,70 |
Um viajante consegue passar muito bem no Paraguai com R$ 150 a R$ 200 por dia — hospedagem, alimentação e transporte inclusos. Uma viagem de 5 dias a Assunção, Encarnación e as ruínas jesuíticas custa em torno de R$ 1.000 a R$ 1.500 por pessoa (sem passagem aérea ou terrestre), o que torna o Paraguai um dos destinos com melhor custo-benefício da América do Sul para o viajante brasileiro.


Assunção, a capital do Paraguai, é uma cidade muito mais moderna e vibrante do que a maioria dos brasileiros imagina — e o ponto de partida ideal para explorar o país que volta ao Mundial após 16 anos.
Documentos para entrar no Paraguai: o que o brasileiro precisa saber
O brasileiro pode entrar no Paraguai com RG ou passaporte — sem necessidade de visto. É um dos países mais acessíveis do mundo para o viajante brasileiro do ponto de vista documental. Mas há alguns detalhes práticos que pegam muita gente desprevenida.
O primeiro: o RG precisa estar em perfeito estado de conservação. Documentos amassados, com foto desgastada, plastificação levantada ou com qualquer rasura são frequentemente recusados nas fronteiras paraguaias — especialmente em Pedro Juan Caballero e Ciudad del Este. Se o RG estiver em mau estado, leve o passaporte.
O segundo: ao cruzar a fronteira, é obrigatório carimbar o passaporte tanto na saída do Brasil (Polícia Federal) quanto na entrada do Paraguai (Migraciones). Turistas que pulam esse carimbo ficam em situação irregular e podem enfrentar multas e dificuldades na saída — um erro muito comum em quem vai e volta pelo cruzamento rápido de Ciudad del Este.
📌 Aproveite para ler também: Trabalhar no Paraguai em 2026 — Guia Completo para Brasileiros
Segurança no Paraguai: o que saber antes de ir
O Paraguai tem regiões com índice de criminalidade mais alto — e ser honesto sobre isso é essencial. Assunção tem bairros seguros e bairros problemáticos, assim como qualquer capital latino-americana. Os bairros nobres da zona norte (Villa Morra, Las Mercedes, Mburucuyá) são tranquilos e bem estruturados. Bairros periféricos e o centro histórico mais antigo exigem atenção redobrada, especialmente à noite.
Ciudad del Este, por sua vez, é uma cidade que pede cuidado em certas áreas — especialmente próximo ao mercado central. A maioria dos expatriados que mora nos bairros residenciais da cidade relata uma rotina tranquila, mas o turista que vai apenas às compras deve evitar ostentação, não usar celular na rua em locais movimentados e preferir entrar e sair durante o dia.
Encarnación e o sul do país, em geral, são mais tranquilos e agradáveis para o turista. O Chaco paraguaio é seguro para ecoturismo organizado — as comunidades mennonitas que habitam a região são hospitaleiras e recebem bem os visitantes.
Câmbio e pagamentos: como economizar nos dois destinos
A diferença de custo entre os dois destinos é gritante — mas o erro no câmbio é igual nos dois casos. Usar cartão de crédito convencional brasileiro nos EUA e no Paraguai significa pagar 4,38% de IOF mais a taxa de câmbio do banco, o que representa uma perda real de 8% a 12% em cada transação. Em uma viagem de 10 dias aos EUA, essa diferença pode facilmente chegar a R$ 800 ou R$ 1.000 desperdiçados em taxas.
Nos EUA, o cartão é aceito em absolutamente tudo — e o Wise funciona perfeitamente para converter reais em dólares à taxa comercial, pagando apenas 1,1% de IOF. No Paraguai, o cartão também é aceito em hotéis e restaurantes mais estruturados de Assunção e Encarnación, mas o dinheiro físico ainda é necessário para mercados, transporte e pequenos comércios. A combinação ideal é Wise para as transações no cartão e um estoque de guaranis para o dia a dia nas medidas.
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Nos EUA, onde tudo custa caro, economizar no câmbio faz uma diferença muito concreta no orçamento total da viagem. Com a Wise, você converte seus reais para dólares à taxa comercial real — sem o spread abusivo dos bancos brasileiros e sem o IOF de 4,38% do cartão convencional. É uma das decisões mais simples e mais impactantes no planejamento de qualquer viagem aos Estados Unidos.
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Internet e eSIM: fique conectado nos dois destinos
Nos EUA, a cobertura de internet é excelente em todas as principais cidades e ao longo das principais rotas turísticas. O sinal 4G e 5G cobre praticamente todo o território urbano americano. O eSIM é a solução mais prática para o viajante brasileiro: você compra antes de sair do Brasil, ativa ainda no avião e já desembarca no JFK de Nova York, no LAX de Los Angeles ou no MIA de Miami com Google Maps, WhatsApp e Uber funcionando.
No Paraguai, a cobertura de internet melhorou muito nos últimos anos, mas ainda apresenta instabilidade em áreas rurais e no interior do Chaco. Em Assunção, Encarnación e Ciudad del Este, o sinal 4G das operadoras locais (Tigo e Personal) é bom. Para o turista brasileiro, ter um eSIM já funcionando garante conexão imediata ao cruzar a fronteira — sem precisar comprar chip físico local ou depender de Wi-Fi de hotel.
📱 Conectado nos Estados Unidos e no Paraguai desde o momento do pouso
Nos EUA especialmente, o GPS é uma ferramenta indispensável no dia a dia — as distâncias são enormes, os endereços funcionam de forma diferente do Brasil e navegar de carro por Los Angeles ou circular pelo metrô de Nova York sem Google Maps é estressante até para quem conhece bem a cidade. Com o eSIM você pousa conectado e começa a sua viagem com um passo de vantagem.
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EUA ou Paraguai: qual escolher para a próxima viagem?


O Paraguai volta à Copa do Mundo 2026 após 16 anos de ausência — e os Albirroja carregam o orgulho de um país que tem muito mais a mostrar do que as lojas de Ciudad del Este.
São escolhas que respondem a perguntas diferentes. Quem quer a experiência urbana máxima, o entretenimento de classe mundial, as compras, os parques temáticos e a possibilidade de assistir a jogos da Copa 2026 ao vivo no SoFi Stadium ou no MetLife Stadium vai para os EUA. É caro, exige planejamento detalhado e visto antecipado — mas entrega uma experiência que poucos destinos do mundo conseguem igualar.
Quem quer uma viagem surpreendente, econômica, com menos turistas, mais autenticidade cultural e uma experiência sul-americana que vai além dos destinos óbvios vai descobrir no Paraguai um país que transforma expectativas. A fronteira com o Brasil facilita a logística, o custo baixíssimo permite esticar o orçamento com conforto e a combinação de Assunção, Encarnación e as ruínas jesuíticas entrega uma rota que poucos brasileiros fizeram — e que todo mundo que fez recomenda.
E para quem tem tempo e disposição: os dois. Uma viagem combinada EUA + Paraguai em 15 a 18 dias é viável, especialmente para quem combina Los Angeles (Copa + turismo) com uma ida rápida ao Paraguai antes ou depois. O contraste entre os dois países é tão grande que enriquece ainda mais a experiência de ambos.
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Conclusão: torça para o jogo ser emocionante — e planeje a viagem
Estados Unidos x Paraguai no SoFi Stadium, em 12 de junho de 2026, às 22h — é o tipo de jogo que a Copa do Mundo tem o dom de criar: o anfitrião poderoso sob pressão máxima contra o azarão sul-americano que volta ao Mundial com fome de mostrar que a ausência de 16 anos não apagou a qualidade. Qualquer resultado é possível. E qualquer resultado vai deixar o torcedor querendo saber mais sobre os dois países envolvidos.
Aqui no Vamos Viajar Hoje, a nossa resposta para esse impulso é sempre a mesma: se você quer conhecer o país, planeje. Com seguro viagem contratado com antecedência, câmbio inteligente pela Wise, eSIM garantido para chegar conectado e um roteiro bem montado, tanto os EUA quanto o Paraguai entregam viagens que ficam para o resto da vida — cada um do seu jeito, cada um na sua escala.
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💳 2. Cartão Global: Pare de perder dinheiro no câmbio
Pagar 4,38% ou mais de IOF no cartão de crédito convencional é erro de amador. Use um cartão internacional digital (como Wise ou Nomad) para pagar a cotação comercial e apenas 1,1% de IOF. É aceito em quase todo o mundo e você economiza muito na conversão.
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Perguntas Frequentes sobre Viajar aos EUA e ao Paraguai em 2026
Brasileiro precisa de visto para os Estados Unidos?
Sim. O Brasil não participa do Visa Waiver Program americano, portanto o visto B-1/B-2 (turismo) é obrigatório para brasileiros. O processo exige agendamento em consulado, entrevista presencial e comprovação de vínculos com o Brasil. Em 2026, com a Copa do Mundo aumentando a demanda, o ideal é iniciar o processo com pelo menos 3 a 6 meses de antecedência.
O ESTA substitui o visto americano para brasileiros?
Não. O ESTA é um sistema de autorização eletrônica disponível apenas para cidadãos de países do Visa Waiver Program — e o Brasil não está nessa lista. Brasileiros precisam do visto convencional B-1/B-2 para entrar nos EUA, sem exceções.
Brasileiro precisa de visto para o Paraguai?
Não. O brasileiro pode entrar no Paraguai com RG ou passaporte válidos, sem necessidade de visto, por até 90 dias. O documento precisa estar em bom estado de conservação — RGs amassados ou com rasuras são frequentemente recusados na fronteira paraguaia.
Quando acontece Estados Unidos x Paraguai na Copa 2026?
O jogo acontece no dia 12 de junho de 2026 (sexta-feira), às 22h (horário de Brasília), no SoFi Stadium em Inglewood, Los Angeles. É a estreia dos Estados Unidos no Grupo D, que também tem Austrália e o vencedor do playoff europeu (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo).
Qual o custo do seguro viagem para os EUA?
O seguro viagem para os Estados Unidos é o mais caro entre os destinos populares dos brasileiros — exatamente porque o sistema de saúde americano é o mais oneroso do mundo. Uma cobertura básica para 10 dias pode custar entre R$ 180 e R$ 400, dependendo da idade do viajante e da cobertura contratada. Usar o código VAMOSVIAJARHOJE10 garante 10% de desconto na cotação.
Qual a melhor época para viajar aos EUA?
Depende do destino. Nova York e Chicago são melhores na primavera (abril/maio) e no outono (setembro/outubro). Miami é ótima o ano todo, mas tem menos chuva de dezembro a abril. Los Angeles tem clima agradável praticamente o ano inteiro — temperatura entre 18°C e 28°C na maior parte do ano. O verão (junho a agosto) é a alta temporada e a mais cara.
Qual a melhor época para viajar ao Paraguai?
O inverno paraguaio (maio a agosto) tem clima mais ameno — temperaturas entre 15°C e 25°C — e é ideal para passeios ao ar livre, ruínas jesuíticas e trilhas no Parque Nacional Ybycuí. O verão (dezembro a fevereiro) é muito quente e úmido, com chuvas frequentes, especialmente no Chaco.
Posso contratar o seguro depois de já ter embarcado?
Não. O seguro viagem deve ser contratado antes do embarque para garantir cobertura completa desde o início da viagem. Após o embarque, as seguradoras não aceitam novas contratações para aquela viagem específica.
Posso cancelar o seguro viagem se desistir da viagem?
Sim. A maioria das seguradoras permite cancelamento com reembolso total ou parcial, desde que realizado dentro do prazo contratual — geralmente até 7 dias úteis antes do início da vigência. Consulte as condições específicas da seguradora no ato da contratação.
Posso estender o seguro viagem se precisar ficar mais tempo nos EUA ou no Paraguai?
Sim. A extensão é possível na maioria das seguradoras, desde que solicitada antes do vencimento do plano e que não tenha ocorrido nenhum sinistro. Entre em contato com a central da seguradora com antecedência pelo app ou pelo telefone de emergência.
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