Se você está planejando uma viagem para o continente e quer saber se a Nomad funciona na Ásia, a resposta curta é sim — a conta é aceita em praticamente todos os países asiáticos, do Japão à Índia. Mas a resposta longa tem nuances importantes, porque a Ásia não é um bloco uniforme: cada país tem sua própria cultura de pagamento, e em alguns lugares o cartão sozinho não resolve tudo.
Neste guia completo, vamos detalhar como a Nomad funciona nos principais destinos asiáticos — Japão, China, Coreia do Sul, Tailândia, Vietnã, Cingapura, Índia e Indonésia — cobrindo aceitação nas maquininhas, disponibilidade de caixas eletrônicos e as particularidades que fazem cada país exigir uma estratégia financeira diferente.
Também vamos explicar o erro mais comum de quem leva a Nomad para a Ásia achando que o continente funciona como um destino só — um deslize que pode deixar o viajante sem meio de pagamento em determinados estabelecimentos, mesmo com saldo disponível na conta.


Entenda como o cartão Nomad funciona em cada um dos principais destinos da Ásia em 2026.
O que você vai aprender neste guia:
- Se a Nomad funciona em toda a Ásia ou só em alguns países
- Como usar a Nomad no Japão: ATMs dos correios e konbinis
- Por que a China exige uma estratégia diferente por causa dos QR Codes
- O erro mais comum de quem leva a Nomad para a Ásia
- Como funciona em Coreia do Sul, Cingapura, Tailândia, Vietnã e Índia
- Dicas práticas de pagamento e saque para cada tipo de destino
- Cuidados de segurança específicos para o continente
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Em quais países da Ásia a Nomad funciona
O cartão Nomad é aceito em mais de 180 países e territórios ao redor do mundo, e a lista cobre a esmagadora maioria da Ásia. Entre os destinos mais procurados por brasileiros, a Nomad funciona normalmente em:
| País | Aceitação da Nomad |
|---|---|
| Japão | Ampla, com ATMs específicos para cartão estrangeiro |
| China | Aceita, mas com uso limitado fora de hotéis e grandes redes |
| Coreia do Sul | Ampla, alta aceitação em maquininhas |
| Cingapura | Ampla, um dos destinos mais fáceis da Ásia para cartão |
| Tailândia | Boa aceitação em cidades turísticas, cash em áreas locais |
| Vietnã | Aceita, mas dinheiro em espécie ainda muito usado |
| Índia | Aceita, com forte presença de UPI local no comércio |
| Indonésia | Boa aceitação nas ilhas turísticas, cash no interior |
| Hong Kong e Macau | Ampla, infraestrutura de pagamento eletrônico consolidada |
Isso significa que, na prática, você não vai encontrar dificuldade para abrir a conta e levar o cartão físico ou virtual para qualquer um desses destinos. A diferença está em quanto o cartão realmente resolve no dia a dia — e é exatamente aí que a Ásia se diferencia da Europa ou dos Estados Unidos, onde o cartão costuma bastar sozinho.
Como abrir e ativar sua conta Nomad: passo a passo
A abertura da conta Nomad é gratuita e leva poucos minutos pelo celular. Veja como funciona na prática:
- Passo 1: Clique no botão abaixo e acesse o site da Nomad usando o cupom VVH
- Passo 2: Preencha seus dados pessoais (nome, CPF, data de nascimento)
- Passo 3: Envie uma foto do seu RG ou CNH para validar sua identidade
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Para uma viagem à Ásia, vale solicitar o cartão físico com bastante antecedência — o envio para o Brasil leva alguns dias úteis, e em países como China e Vietnã, onde o dinheiro em espécie ainda tem peso relevante, ter o físico em mãos para saques é mais importante do que em destinos majoritariamente eletrônicos.
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Em destinos com barreira de idioma forte como Japão, China ou Vietnã, ter internet ativa desde o desembarque é ainda mais importante do que em destinos ocidentais — é o que permite usar tradutor, mapas e apps locais de transporte. Com o eSIM, você já sai do avião conectado, sem depender do Wi-Fi do aeroporto.
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Japão: cartão Nomad, ATMs dos correios e konbinis
O Japão é, na prática, um dos destinos asiáticos mais tranquilos para usar a Nomad — mas com uma particularidade que pega muita gente de surpresa: a maioria dos caixas eletrônicos de bancos japoneses comuns simplesmente não aceita cartões internacionais. A solução é procurar especificamente os ATMs da rede Japan Post Bank, presentes em qualquer agência dos correios, ou os caixas eletrônicos dentro de lojas de conveniência como 7-Eleven e Family Mart, que funcionam 24 horas e são encontrados em praticamente qualquer esquina das grandes cidades.
Para pagamentos, a maquininha aceita o cartão Nomad normalmente em lojas de departamento, restaurantes de porte médio a grande, hotéis e shoppings. Mas o Japão ainda tem uma cultura de dinheiro físico relevante em templos, mercados de rua, restaurantes pequenos e transporte local fora das grandes cidades — nesses casos, ter ienes sacados com antecedência evita ficar na mão.
O erro que a maioria dos brasileiros comete ao usar a Nomad na Ásia
O erro mais comum não está em um país específico — está em tratar a Ásia como um destino homogêneo. Muita gente que já usou a Nomad sem problemas na Europa assume que na Ásia vai funcionar exatamente da mesma forma, e chega despreparada para a realidade de países como a China, onde o comércio local do dia a dia simplesmente não usa maquininhas de cartão internacional.
Na China, por exemplo, o ecossistema de pagamento é dominado por QR Codes através de aplicativos como Alipay e WeChat Pay, usados por vendedores de rua, táxis, mercados e até templos. Um cartão físico Visa, por mais que tecnicamente seja aceito no país, muitas vezes não tem onde ser passado fora de hotéis internacionais, aeroportos e lojas de grandes redes — porque o pequeno comerciante chinês simplesmente não tem a maquininha necessária.
O resultado é o viajante brasileiro chegando à China achando que vai resolver tudo no cartão, como fez na Itália ou na Espanha, e descobrindo na prática que precisa de uma estratégia bem diferente: vincular um app de pagamento local ou levar Yuan em espécie para complementar o cartão, que passa a funcionar mais como reserva de segurança do que como meio de pagamento principal.
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China: por que o cartão físico não é suficiente
Vale destrinchar melhor o caso chinês, já que é o destino asiático que mais exige adaptação de quem está acostumado a viajar só com cartão internacional. O cartão Nomad é aceito na China, mas o uso prático fica concentrado em situações específicas:
- Hotéis internacionais: redes como Marriott, Hilton e Hyatt processam o cartão físico normalmente no check-in e checkout
- Aeroportos: lojas duty-free e restaurantes dentro de terminais internacionais estão acostumados com cartões estrangeiros
- Lojas de grandes marcas: em distritos de compras de luxo como Xangai, o cartão físico funciona sem grandes problemas
Fora desses casos, a recomendação prática de quem já viajou para o país é vincular um app de pagamento local ao passaporte estrangeiro — tanto o Alipay quanto o WeChat Pay permitem cadastro de cartões internacionais, embora o processo de verificação varie e nem sempre seja instantâneo. Mesmo assim, é prudente ter uma quantia em Yuan em espécie guardada para emergências, templos menores e áreas rurais onde a tecnologia de pagamento eletrônico pode simplesmente falhar.


Na China, o comércio local do dia a dia é dominado por QR Codes — o cartão Nomad funciona melhor como reserva.
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Coreia do Sul, Cingapura e Hong Kong: alta aceitação, poucos problemas
Se a China exige mais planejamento, esse trio de destinos está no extremo oposto do espectro asiático. Coreia do Sul, Cingapura e Hong Kong têm uma das infraestruturas de pagamento eletrônico mais avançadas do mundo, e o cartão Nomad funciona de forma muito parecida com um destino europeu desenvolvido: maquininhas em praticamente todo estabelecimento, incluindo mercados e pequenos comércios, além de ampla disponibilidade de ATMs compatíveis com Visa em bancos comerciais comuns.
Em Seul, por exemplo, até vendedores de rua em mercados como o Gwangjang costumam ter QR Code próprio e maquininha de cartão simultaneamente, dando flexibilidade total ao turista. Cingapura, com sua economia altamente digitalizada, praticamente dispensa dinheiro físico no cotidiano de quem visita a cidade — o cartão Nomad resolve a esmagadora maioria das situações sem exigir estratégia adicional.
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Coreia do Sul, Cingapura e Hong Kong têm alta aceitação de cartão internacional em quase todo estabelecimento.
Tailândia, Vietnã e Indonésia: cultura ainda parcialmente em dinheiro
Esse grupo de destinos representa um meio-termo entre a facilidade da Coreia do Sul e a complexidade da China. Na Tailândia, o cartão Nomad é bem aceito em Bangkok, Phuket e nas principais ilhas turísticas, mas ao se afastar dos polos de turismo — mercados flutuantes, vilarejos do interior, praias menos conhecidas — o dinheiro em espécie ainda domina boa parte das transações.
O Vietnã segue padrão parecido: grandes hotéis, restaurantes voltados para turistas e shoppings em Hanói ou Ho Chi Minh aceitam cartão sem problema, mas o comércio de rua, os famosos food stalls e o transporte local costumam funcionar apenas em dong vietnamita físico. Já a Indonésia tem uma divisão clara entre as ilhas turísticas — Bali e Jacarta com boa infraestrutura de cartão — e regiões mais afastadas, onde a recomendação é sempre ter rupias em espécie disponíveis.
Nesses três países, a estratégia mais eficiente costuma ser a mesma: usar o cartão Nomad para hospedagem, passagens internas e compras em estabelecimentos maiores, reservando saques em espécie para cobrir feiras, transporte local e pequenos comércios — sempre controlando o número de saques gratuitos do mês para não pagar tarifa desnecessária.
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Índia: cartão internacional na era do UPI
A Índia merece uma seção própria por causa de uma particularidade que não existe em nenhum outro destino asiático nesta lista: o país desenvolveu um sistema de pagamento instantâneo local chamado UPI (Unified Payments Interface), que se tornou o método de pagamento dominante mesmo entre pequenos comerciantes, motoristas de riquixá e vendedores de rua — todos com um QR Code próprio afixado no balcão.
O cartão Nomad continua funcionando normalmente em hotéis, restaurantes de médio a alto padrão e grandes redes de varejo nas cidades principais como Nova Délhi, Mumbai e Bangalore. Mas assim como na China, o viajante que depende exclusivamente do cartão físico vai sentir a limitação fora desses ambientes — o UPI, por ser um sistema local vinculado a contas bancárias indianas, normalmente não pode ser usado por turistas estrangeiros sem residência no país, o que torna o dinheiro em espécie ainda mais relevante para o dia a dia fora dos hotéis.
🛡️ Viaje protegido em qualquer destino da Ásia
Independentemente de quão bem o cartão funcione no destino, imprevistos médicos no exterior podem custar caro — em alguns países asiáticos, hospitais privados voltados para estrangeiros cobram valores elevados justamente por atender turistas sem seguro. O seguro viagem é a proteção que nenhum cartão substitui.
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Como pagar e sacar com a Nomad na Ásia: dicas práticas
Algumas recomendações valem para o continente inteiro, independentemente do país específico do roteiro:
- Sempre pergunte “crédito ou débito”: fora dos Estados Unidos, muitas maquininhas pedem para escolher entre as duas opções mesmo sendo um cartão de débito — selecione crédito para que a transação processe corretamente
- Leve o cartão físico, não só o virtual: em vários países asiáticos, o pagamento por aproximação ainda não é tão difundido quanto na Europa, então o cartão físico continua sendo mais versátil
- Planeje os saques com antecedência: fora dos Estados Unidos não existe rede MoneyPass gratuita, então os dois saques grátis mensais valem para qualquer país asiático — use-os de forma estratégica
- Pesquise o sistema de pagamento local antes de embarcar: saber se o destino usa QR Code dominante (China, Índia), cartão amplamente aceito (Coreia do Sul, Cingapura) ou uma mistura dos dois evita surpresas
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Combinar cartão e dinheiro em espécie é a estratégia mais segura para viajar pela Ásia com a Nomad.
Segurança e cuidados extras na Ásia
De forma geral, os principais destinos turísticos asiáticos têm índices de criminalidade relacionada a clonagem de cartão mais baixos do que em vários pontos turísticos da Europa ou América do Sul. Ainda assim, algumas práticas ajudam a viajar com mais tranquilidade: prefira usar o cartão em estabelecimentos maiores e ATMs dentro de agências bancárias ou lojas de conveniência bem estabelecidas, e evite inserir o cartão físico em caixas eletrônicos isolados em ruas menos movimentadas.
Uma dica pouco mencionada em outros guias: em destinos onde o QR Code domina, como China e Índia, vale desconfiar de códigos afixados sem identificação clara do estabelecimento, especialmente em locais muito turísticos — golpes de QR Code substituído por adesivo falso já foram registrados em alguns mercados populares, redirecionando o pagamento para uma conta que não pertence ao vendedor.
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Conferir o app e planejar o câmbio com antecedência evita surpresas em qualquer destino asiático.
Então, a Nomad funciona na Ásia?
Sim — a Nomad é aceita na esmagadora maioria dos países asiáticos, tanto para pagamentos quanto para saques. O que muda de destino para destino não é a aceitação da conta em si, mas o quanto o cartão sozinho resolve o dia a dia da viagem. Em Coreia do Sul, Cingapura, Hong Kong e boa parte do Japão, a experiência é muito próxima da Europa. Já em China e Índia, o cartão precisa ser combinado com dinheiro em espécie ou apps de pagamento locais, funcionando mais como reserva de segurança do que como meio de pagamento principal.
O segredo para uma viagem tranquila pela Ásia é justamente esse: pesquisar antes de embarcar como funciona o pagamento no destino específico, levar o cartão físico ativado e com saldo disponível, e sempre ter uma reserva em espécie proporcional à cultura de pagamento de cada país do roteiro.
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Perguntas Frequentes sobre a Nomad na Ásia
A Nomad funciona em qualquer país?
Sim, o cartão Nomad é aceito em mais de 180 países, incluindo praticamente todos os principais destinos da Ásia. A diferença entre os países está em quanto o cartão sozinho é suficiente no dia a dia, não na aceitação básica da conta.
Posso sacar dinheiro com a Nomad no exterior?
Sim. Fora dos Estados Unidos — o que inclui toda a Ásia — você tem direito a dois saques gratuitos por mês em qualquer caixa eletrônico compatível com Visa; a partir do terceiro saque, é cobrada uma tarifa fixa por operação.
Posso usar a Nomad para receber dinheiro em moeda estrangeira?
Sim. A conta Nomad aceita recebimento de valores em dólar por ACH e Wire, tanto de contas americanas quanto de outras contas Nomad, o que é útil para quem trabalha remotamente durante uma temporada em algum país asiático.
A Nomad funciona no Japão?
Sim, com ampla aceitação em lojas, hotéis e restaurantes. Para saques, procure especificamente os ATMs da rede Japan Post Bank ou os caixas dentro de lojas de conveniência como 7-Eleven e Family Mart, já que a maioria dos bancos japoneses comuns não aceita cartão estrangeiro.
A Nomad funciona na China?
Sim, mas de forma limitada fora de hotéis internacionais, aeroportos e lojas de grandes marcas. O comércio local do dia a dia é dominado por pagamentos via QR Code (Alipay e WeChat Pay), então o cartão funciona melhor como reserva do que como meio de pagamento principal.
Preciso levar dinheiro em espécie para a Ásia mesmo tendo a Nomad?
Em destinos como Coreia do Sul, Cingapura e Hong Kong, não é essencial. Já em China, Índia, Vietnã, Tailândia fora dos polos turísticos e Indonésia fora das ilhas principais, ter espécie em mãos é recomendado para complementar o cartão.
Qual é o melhor país da Ásia para usar a Nomad sem complicação?
Cingapura costuma ser o destino mais tranquilo, com infraestrutura de pagamento eletrônico muito próxima da Europa Ocidental. Coreia do Sul e Hong Kong também têm alta aceitação e poucas restrições práticas ao cartão.
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